<?xml version="1.0"?>
<data><categorias><item><id>2</id><nome>Decreto</nome><slug>decreto</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:01</alterado></item><item><id>1</id><nome>Lei</nome><slug>lei</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:09</alterado></item><item><id>10</id><nome>Portaria</nome><slug>portaria</slug><criado>2024-05-14 12:10:49</criado><alterado>2026-04-22 13:07:36</alterado></item><item><id>7</id><nome>Projeto de Decreto</nome><slug>projeto-de-decreto</slug><criado>2023-03-21 08:45:22</criado><alterado>2024-08-16 11:08:15</alterado></item><item><id>6</id><nome>Projeto de Lei</nome><slug>projeto-de-lei</slug><criado>2023-03-17 14:46:15</criado><alterado>2024-08-16 11:08:58</alterado></item><item><id>5</id><nome>Resolu&#xE7;&#xE3;o</nome><slug>resolucao</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:07:52</alterado></item></categorias><categoria/><paginacao><atual>182</atual><proxima>183</proxima><anterior>181</anterior><total_registros>4101</total_registros><total_paginas>274</total_paginas></paginacao><itens><item><id>1391</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre denomina&#xE7;&#xE3;o de rua desta cidade.</titulo><numero>510</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-07-05 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-denomina-o-de-rua-desta-cidade</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 510&lt;br /&gt;De 05 Julho de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua desta cidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Passar&amp;aacute; a denominar-se Travessa Intendente Manoel Leite Sampaio o trecho paralelo &amp;agrave; Rua Dr. Hunaldo Cardoso e Rua Coronel Sebr&amp;atilde;o perpendicular &amp;agrave; Rua Miguel Teixeira e Rua Padre Filismino, localizada no setor 02, Quadra 20.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 05 de Julho de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-07-05 00:00:00</criado><alterado>1978-07-05 00:00:00</alterado></item><item><id>1390</id><titulo>Institui o C&#xF3;digo de Obras do Munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>509</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-07-05 00:00:00</aprovada><slug>institui-o-c-digo-de-obras-do-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 509&lt;br /&gt;De 05 de Julho de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Institui o C&amp;oacute;digo de Obras do Munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana,&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal Itabaiana-SE decretou, e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Primeira Parte &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo I &lt;br /&gt;Das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Qualquer constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o somente poder&amp;aacute; ser executada dentro do per&amp;iacute;metro urbano, ap&amp;oacute;s aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto e concess&amp;atilde;o de licen&amp;ccedil;a de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela Prefeitura Municipal e sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Eventuais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es em projetos aprovados ser&amp;atilde;o considerados projetos novos para efeitos desta Lei.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Para obter aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto e licen&amp;ccedil;a de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dever&amp;aacute; o interessado submeter &amp;agrave; Prefeitura Municipal projeto de obra.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - Os projetos dever&amp;atilde;o estar em acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente sobre zoneamento e loteamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II &lt;br /&gt;Da Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Projeto&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm; - De acordo com a esp&amp;eacute;cie da obra, os respectivos requerimentos ser&amp;atilde;o apresentados com obedi&amp;ecirc;ncia &amp;agrave;s normas estabelecidas neste regulamento. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As pranchas ter&amp;atilde;o as dimens&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimas de 0,22m&amp;sup2; x 33(vinte e dois por trinta e tr&amp;ecirc;s cent&amp;iacute;metros), podendo ser apresentadas em c&amp;oacute;pias e constar&amp;atilde;o dos seguintes elementos: &lt;br /&gt;a) a planta baixa de cada pavimento que comportar a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, determinada o destino de cada compartimento e suas dimens&amp;otilde;es inclusive &amp;aacute;reas; &lt;br /&gt;b) a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fachada ou fachadas voltadas para a via p&amp;uacute;blica; &lt;br /&gt;c) a planta de cobertura com as indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos caimentos; &lt;br /&gt;d) a planta de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o), da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o indicando sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s divisas devidamente cotada, e sua orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;e) a planta e memorial descritivo das instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;aacute;gua, esgoto, g&amp;aacute;s e eletricidade. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de car&amp;aacute;ter especializado (Cinema, F&amp;aacute;brica, Hospital, etc.), o memorial descritivo dever&amp;aacute; contar especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o artificial, condicionamento de ar, aparelhagem contra inc&amp;ecirc;ndios, al&amp;eacute;m de outras inerentes a cada tipo de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - Poder&amp;aacute; ser exigida a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos c&amp;aacute;lculos de resist&amp;ecirc;ncias e estabilidades, assim, como outros detalhes necess&amp;aacute;rios a boa compreens&amp;atilde;o da obra.&lt;br /&gt;Art. 5&amp;ordm; - As escalas m&amp;iacute;nimas ser&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;a) de 1.500 para as plantas de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;b) de 1.000 para as plantas baixas e de cobertura; &lt;br /&gt;c) de 1.100 para as fachadas; &lt;br /&gt;d) de 1:50 para os cortes; &lt;br /&gt;e) de 1:25 para os detalhes. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Haver&amp;aacute; sempre escala gr&amp;aacute;fica. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A escala n&amp;atilde;o dispensar&amp;aacute; a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cotas.&lt;br /&gt;Art. 6&amp;ordm; - No caso de reformas ou amplia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, dever&amp;aacute; seguir-se &amp;agrave; conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;a) preto - para as partes existentes; &lt;br /&gt;b) amarelo - para as partes a serem demolidas; &lt;br /&gt;c) vermelho - para as partes novas ou acr&amp;eacute;scimos.&lt;br /&gt;Art. 7&amp;ordm; - Quando se tratar de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinadas ao fabrico ou manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;ecirc;neros aliment&amp;iacute;cios, frigor&amp;iacute;ficos ou matadouros, bem como estabelecimentos hospitalares e cong&amp;ecirc;neres, dever&amp;aacute; ser ouvido o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de sa&amp;uacute;de de Estado ou Munic&amp;iacute;pio.&lt;br /&gt;Art. 8&amp;ordm; - Ser&amp;atilde;o sempre apresentados dois jogos completos assinados pelo propriet&amp;aacute;rio, pelo autor do projeto, e pelo construtor respons&amp;aacute;vel dos quais, ap&amp;oacute;s visado ser&amp;aacute; entregue ao requerente junto com a licen&amp;ccedil;a de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conservado na obra a ser sempre apresentado quando solicitado por fiscal de obras autoridades competentes da Prefeitura Municipal, e o outro ser&amp;aacute; arquivado. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Poder&amp;aacute; ser requerida a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto, independentemente da licen&amp;ccedil;a de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, hip&amp;oacute;tese em que as pranchas ser&amp;atilde;o assinadas somente pelo propriet&amp;aacute;rio e pelo autor do projeto.&lt;br /&gt;Art. 9&amp;ordm; - O t&amp;iacute;tulo de propriedade do terreno ou equivalente, dever&amp;aacute; ser anexado ao requerimento.&lt;br /&gt;Art. 10&amp;ordm; - A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto ser&amp;aacute; v&amp;aacute;lido por 1 (hum) ano ressalvando ao interessado requerer revalida&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III &lt;br /&gt;Da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Obra&lt;br /&gt;Art. 11 - Aprovado o projeto e expedida a licen&amp;ccedil;a da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da obra dever&amp;aacute; verificar-se dentro de 1 (hum) ano, vi&amp;aacute;vel revalida&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Considerar-se-&amp;aacute; a obra iniciada assim que estiver com os alicerces prontos.&lt;br /&gt;Art. 12 - Ser&amp;aacute; obrigat&amp;oacute;rio a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tapume, sempre que executar obras de constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es, reforma ou demoli&amp;ccedil;&amp;atilde;o no alinhamento da via p&amp;uacute;blica. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Excetuam-se dessa exig&amp;ecirc;ncia os muros e grades inferiores a (2) dois metros de altura. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os tapumes dever&amp;atilde;o ter a altura m&amp;iacute;nima de 2 (dois) metros e poder&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ar at&amp;eacute; metade do passeio.&lt;br /&gt;Art. 13 - N&amp;atilde;o ser&amp;aacute; permitida, em hip&amp;oacute;tese alguma, a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer parte da via p&amp;uacute;blica com materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, salvo na parte limitada pelo tapume.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV &lt;br /&gt;Das Penalidades&lt;br /&gt;Art. 14 - Qualquer obra, em qualquer fase, sem a respectiva licen&amp;ccedil;a estar&amp;aacute; sujeita a embargo, multa de 5% (cinco por cento) a 30% (trinta por cento) da unidade fiscal vigente, e demoli&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A multa ser&amp;aacute; elevada ao dobro se em prazo de 24 (vinte e quatro) horas n&amp;atilde;o for paralisada a obra e ser&amp;aacute; acrescida de 10% (dez por cento) da Unidade Fiscal por dia de n&amp;atilde;o cumprimento da ordem de embargo. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Se decorridos 5 (cinco) dias ap&amp;oacute;s o embargo, persistir a desobedi&amp;ecirc;ncia, independentemente das multas aplicadas, ser&amp;aacute; requisitado for&amp;ccedil;a policial para impedir a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou proceder-se-&amp;aacute; a demoli&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Art. 15 - A execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da obra em desacordo com o projeto aprovado determinar&amp;aacute; o embargo, se no prazo de 15 (quinze) dias, a contar da intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o tiver sido dada a entrada na regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Art. 16 - O levantamento de embargo somente ocorrer&amp;aacute; ap&amp;oacute;s a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cumprimento de todas as exig&amp;ecirc;ncias que o determinarem e o recolhimento das multas aplicadas.&lt;br /&gt;Art. 17 - Est&amp;atilde;o sujeitos a pena de demoli&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial os seguintes casos: &lt;br /&gt;a) - a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o clandestina, entendendo-se com tal a que for executada sem pr&amp;eacute;via aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto e licen&amp;ccedil;a de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;b) - obra julgada insegura e n&amp;atilde;o se tomar as provid&amp;ecirc;ncias necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; sua seguran&amp;ccedil;a. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A pena de demoli&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; aplicada se forem satisfeitas as exig&amp;ecirc;ncias dentro do prazo concedido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V &lt;br /&gt;Da Aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Obra&lt;br /&gt;Art. 18 - Uma obra s&amp;oacute; ser&amp;aacute; considerada determinada quando estiver em fase de pintura e com as instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es hidr&amp;aacute;ulicas e el&amp;eacute;tricas conclu&amp;iacute;das.&lt;br /&gt;Art. 19 - Ap&amp;oacute;s a conclus&amp;atilde;o da obra dever&amp;aacute; ser requerida a vistoria da Prefeitura Municipal ou pelo Centro de Sa&amp;uacute;de.&lt;br /&gt;Art. 20 - A Prefeitura Municipal ou o Centro de Sa&amp;uacute;de mandar&amp;aacute; conceder a vistoria, e caso as obras estejam de acordo com o projeto, fornecer&amp;aacute; ao propriet&amp;aacute;rio o "habite-se", a obra no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da entrada do requerimento. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Se no prazo m&amp;aacute;ximo marcado n&amp;atilde;o for despachado o requerimento, as obras ser&amp;atilde;o consideradas aceitas. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Uma vez fornecida o "habite-se" parcial, a obra &amp;eacute; considerada aceita pela Prefeitura Municipal.&lt;br /&gt;Art. 21 - Ser&amp;aacute; concedido o "habite-se" parcial a ju&amp;iacute;zo da reparti&amp;ccedil;&amp;atilde;o competente.&lt;br /&gt;Art. 22 - Nenhuma edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser utilizada sem a concess&amp;atilde;o do "habite-se".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segunda Parte &lt;br /&gt;Das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais Relativas &amp;agrave;s Edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo I &lt;br /&gt;Dos Terrenos&lt;br /&gt;Art. 23 - N&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ser arruados sem loteados terrenos que forem, a crit&amp;eacute;rio da Prefeitura Municipal, julgados impr&amp;oacute;prios para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o podendo ser arruados terrenos, cujo loteamento prejudique reservas florestais. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - N&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o aprovados projetos de loteamento, nem permitida a abertura de via em terrenos baixos e alagadi&amp;ccedil;os, a inunda&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem que o sejam previamente aterrados e executadas as obras de drenagem necess&amp;aacute;rias. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os cursos d'&amp;aacute;gua n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ser alterados sem pr&amp;eacute;vio consentimento da Prefeitura Municipal. (Lei 536 de 27 de maio de 1983): &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - Todos os terrenos baldios localizados na zona urbana do Munic&amp;iacute;pio ser&amp;atilde;o obrigatoriamente murados, e onde j&amp;aacute; houver meio-fio implantado, ser&amp;aacute; obrigat&amp;oacute;rio a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cal&amp;ccedil;ada pelo propriet&amp;aacute;rio do terreno, em toda a sua extens&amp;atilde;o frontal. (Adicionado pela Lei 536 de 27 de maio de 1983). &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - O n&amp;atilde;o cumprimento das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas no par&amp;aacute;grafo anterior, imp&amp;otilde;e ao infraator uma multa de 50% da Unidade Fiscal vigente, desde que intimado para executar os referidos servi&amp;ccedil;os e n&amp;atilde;o os tenha executado no prazo de 60 (sessenta) dias, da&amp;iacute; em diante correr&amp;aacute; uma multa de 10% da Unidade Fiscal vigente no Munic&amp;iacute;pio. (Adicionado pela Lei 536 de 27 de maio de 1983).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II &lt;br /&gt;Das Funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;br /&gt;Art. 24 - Sem pr&amp;eacute;vio saneamento do solo, nenhuma constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser edificada sobre o terreno: a) &amp;uacute;mido e pantanoso; b) misturado com h&amp;uacute;mus ou subst&amp;acirc;ncias org&amp;acirc;nicas&lt;br /&gt;Art. 25 - As funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o executadas de modo que a carga sobre o solo n&amp;atilde;o ultrapasse os limites indicados nas especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es das Normas T&amp;eacute;cnicas Brasileiras da ABNT (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Normas T&amp;eacute;cnicas).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III &lt;br /&gt;Das Paredes&lt;br /&gt;Art. 26 - As paredes externas de uma edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o sempre imperme&amp;aacute;veis.&lt;br /&gt;Art. 27 - As espessuras m&amp;iacute;nimas das paredes de alvenaria de tijolo comum ser&amp;atilde;o: &lt;br /&gt;a) de um tijolo para as paredes externas; &lt;br /&gt;b) de meio tijolo para as paredes internas.&lt;br /&gt;Art. 28 - Quando executadas com outro material, as espessuras dever&amp;atilde;o ser equivalentes &amp;agrave;s do tijolo quanto &amp;agrave; impermeabilidade, ac&amp;uacute;stica, resist&amp;ecirc;ncia e estabilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV &lt;br /&gt;Dos Pisos&lt;br /&gt;Art. 29 - Os pisos ao n&amp;iacute;vel do solo ser&amp;atilde;o assentos sobre uma camada de concreto de 0,10 (dez cent&amp;iacute;metros) de espessura, convenientemente impermeabilizada.&lt;br /&gt;Art. 30 - Os pisos de alvenaria, em pavimentos altos, n&amp;atilde;o podem repousar sobre material combust&amp;iacute;vel, ou sujeito &amp;agrave; putrefa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Art. 31 - Os pisos de madeira ser&amp;atilde;o constru&amp;iacute;dos de t&amp;aacute;buas ou pregadas em caibros ou barrotes. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Quando sobre terrapleno, os caibros, revestidos de uma camada de concreto de 0,10 (dez cent&amp;iacute;metros) de espessura, perfeitamente alisada a face daqueles. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Quando sobre lajes de concreto armado, o v&amp;atilde;o entre a laje e as t&amp;aacute;buas e a do assoalho ser&amp;aacute; completamente cheio de concreto ou material equivalente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - Quando fixados sobre barrotes haver&amp;aacute;, entre a face inferior destes e a superf&amp;iacute;cie de impermeabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do solo, a dist&amp;acirc;ncia m&amp;iacute;nima de 0,50 (cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V &lt;br /&gt;Das Fachadas&lt;br /&gt;Art. 34 - &amp;Eacute; livre a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fachadas, excetuando-se as localizadas em zonas hist&amp;oacute;ricas ou tombadas devendo nestas zonas, serem ouvidas as autoridades que regulamentem a mat&amp;eacute;ria a respeito.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VI &lt;br /&gt;Das Coberturas&lt;br /&gt;Art. 35 - As coberturas das edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o constru&amp;iacute;das com materiais que permitam: &lt;br /&gt;a) - perfeita impermeabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;b) isolamento t&amp;eacute;rmico.&lt;br /&gt;Art. 36 - As &amp;aacute;guas pluviais provenientes das coberturas ser&amp;atilde;o esgotadas, dentro dos limites do lote, n&amp;atilde;o sendo permitido o desaguar sobre os lotes vizinhos ou logradouros.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VII &lt;br /&gt;Dos P&amp;eacute;s-Direitos&lt;br /&gt;Art. 37 - Como p&amp;eacute;-direito ser&amp;aacute; considera a medida entre o piso e o teto, disp&amp;otilde;e-se o seguinte: &lt;br /&gt;a) - dormit&amp;oacute;rios, salas, escrit&amp;oacute;rios, copas e cozinhas: m&amp;iacute;nimo 2,60m (dois metros e sessenta cent&amp;iacute;metros) e m&amp;aacute;ximo 3,40 m (tr&amp;ecirc;s metros e quarenta cent&amp;iacute;metros); &lt;br /&gt;b) - banheiros, corredores e dep&amp;oacute;sitos: m&amp;iacute;nimo 2,20 m (dois metros e vinte cent&amp;iacute;metros). &lt;br /&gt;c) - lojas: m&amp;iacute;nimo 4,00 m (quatro metros) e m&amp;aacute;ximo 4,50 (quatro metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros). &lt;br /&gt;d) - por&amp;otilde;es: m&amp;iacute;nimo 0,50 m (cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metro) a contar do ponto mais baixo do n&amp;iacute;vel inferior do piso do primeiro pavimento; &lt;br /&gt;e) - por&amp;otilde;es habit&amp;aacute;veis: m&amp;iacute;nimo 2,50 m (dois metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros), quando se tratar de compartimento para perman&amp;ecirc;ncia diurna e 2,70 m (dois metros e setenta cent&amp;iacute;metros) quando da perman&amp;ecirc;ncia noturna, m&amp;aacute;ximo 3,40 m (tr&amp;ecirc;s metros e quarenta cent&amp;iacute;metros). &lt;br /&gt;f) - pr&amp;eacute;dios destinados a uso coletivo tais como cinema, audit&amp;oacute;rio etc., m&amp;iacute;nimo 6,00 (seis metros). &lt;br /&gt;g) - nas sobrelojas, que s&amp;atilde;o pavimentos imediatamente acima das lojas, caracterizadas por p&amp;eacute;s-direitos reduzidos: m&amp;iacute;nimo 2,50 m (dois metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros) m&amp;aacute;ximo 3,00 (tr&amp;ecirc;s metros), al&amp;eacute;m das quais passam a ser consideradas como pavimentos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VIII &lt;br /&gt;Da Ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Compartimentos &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I &lt;br /&gt;Das &amp;Aacute;reas de Ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 38 - S&amp;atilde;o consideradas &amp;aacute;reas internas de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o aquelas que est&amp;atilde;o situadas dentro das divisas do lote ou encostadas a estas e dever&amp;atilde;o satisfazer o seguinte: &lt;br /&gt;a) - ter a &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de 9,00&amp;sup2; (nove metros quadrados); &lt;br /&gt;b) - permitir em cada pavimento considerado ser inserido um c&amp;iacute;rculo cujos di&amp;acirc;metros sejam: Para edif&amp;iacute;cios de 1 pavimento - 2,00 m; Para edif&amp;iacute;cios de 2 pavimentos - 2,50 m; Para edif&amp;iacute;cios de 3 pavimentos - 3,00 m; Para edif&amp;iacute;cios de 4 pavimentos - 3,50 m; Para edif&amp;iacute;cios de 5 pavimentos - 4,00 m. Para cada pavimento acima do 5&amp;ordm; andar ser&amp;atilde;o acrescidos 0,50 m (cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros) &amp;agrave;s suas dimens&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimas. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As dimens&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimas da tabela deste artigo s&amp;atilde;o v&amp;aacute;lidas para altura de comprimento at&amp;eacute; 3,00 (tr&amp;ecirc;s metros); quando essas alturas forem superiores a 3,00 m (tr&amp;ecirc;s metros), para cada metro de acr&amp;eacute;scimo na altura do comprimento ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste, as dimens&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimas ali estabelecidas ser&amp;atilde;o aumentadas de 10% (dez por cento).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II &lt;br /&gt;Dos V&amp;atilde;os de Ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 39 - Todos os compartimentos seja qual for o seu destino devem ter abertura em pleno vertical diretamente para a via p&amp;uacute;blica ou &amp;aacute;rea interna. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - N&amp;atilde;o se aplica a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o acima a pe&amp;ccedil;as destinadas a corredores ou caixas de escada. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Al&amp;eacute;m das janelas, dever&amp;atilde;o os compartimentos destinados a dormit&amp;oacute;rios, dispor daquelas ou sobre as mesmas dos meio pr&amp;oacute;prios para provocar a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ininterrupta de ar. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - As disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es destas normas podem sofrer altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es em compartimento de edif&amp;iacute;cios especiais como &amp;aacute;trios de hot&amp;eacute;is e bancos, estabelecimentos industriais e comerciais, nos quais ser&amp;atilde;o exigidas ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o conforme a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada um.&lt;br /&gt;Art. 40 - A soma da &amp;aacute;rea dos v&amp;atilde;os de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um compartimento ter&amp;aacute; seu valor m&amp;iacute;nimo expresso em raz&amp;atilde;o da &amp;aacute;rea desses compartimentos, conforme a seguinte tabela: &lt;br /&gt;a) - salas, dormit&amp;oacute;rios e escrit&amp;oacute;rios - 116 da &amp;aacute;rea do piso; &lt;br /&gt;b) - cozinhas, banheiros e lavat&amp;oacute;rios - 118 da &amp;aacute;rea do piso; &lt;br /&gt;c) - demais c&amp;ocirc;modos - 1/10 da &amp;aacute;rea do piso. &lt;br /&gt;Art. 41 - As janelas devem ficar e poss&amp;iacute;vel situada no centro das paredes pois &amp;eacute; o local onde a intensidade de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uniformidade s&amp;atilde;o m&amp;aacute;ximas.&lt;br /&gt;Art. 42 - A dist&amp;acirc;ncia da parte superior da janela ao teto n&amp;atilde;o deve ser superior a 115 do p&amp;eacute;-direito. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Quando houver mais de uma janela em uma parede, a dist&amp;acirc;ncia recomend&amp;aacute;vel que deve existir entre elas dever ser maior ou igual a 134 de largura da janela, a fim de que a ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o se torne uniforme.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IX &lt;br /&gt;Do Afastamento&lt;br /&gt;Art. 43 - Todos os pr&amp;eacute;dios constru&amp;iacute;dos ou reconstru&amp;iacute;dos dentro do per&amp;iacute;metro urbano devem obedecer a um afastamento m&amp;iacute;nimo de 3,00 (tr&amp;ecirc;s metros) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a via p&amp;uacute;blica.&lt;br /&gt;Art. 44 - Nas edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;aacute; permitido o balan&amp;ccedil;o acima do pavimento de acesso, desde que n&amp;atilde;o ultrapasse de um vig&amp;eacute;simo de largura do logradouro, n&amp;atilde;o podendo exceder o limite m&amp;aacute;ximo de 1,20 m (um metro e vinte cent&amp;iacute;metros). &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Para o c&amp;aacute;lculo do balan&amp;ccedil;o &amp;agrave; largura do logradouro, poder&amp;atilde;o ser adicionados as profundidades dos afastamentos obrigat&amp;oacute;rios em ambos os lados, salvo determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica em ato especial quanto &amp;agrave; permissibilidade da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do balan&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Quando a edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentar diversas fachadas voltadas para logradouro p&amp;uacute;blico este artigo &amp;eacute; aplic&amp;aacute;vel a cada uma delas.&lt;br /&gt;Art. 45 - Os pr&amp;eacute;dios comerciais, constru&amp;iacute;dos somente em &amp;aacute;reas previamente delimitadas pela Municipalidade que ocuparem a testada do lote dever&amp;atilde;o obedecer ao seguinte: &lt;br /&gt;a) o caimento da cobertura dever&amp;aacute; sempre ser no sentido oposto ao passeio ou paralelo a este; &lt;br /&gt;b) no caso de se fazer passagem lateral em pr&amp;eacute;dios comerciais, esta ser&amp;aacute; inferior a 1,00 m (um metro); &lt;br /&gt;c) se esse passagem tiver como fim acesso p&amp;uacute;blico para o atendimento de mais de tr&amp;ecirc;s estabelecimentos comerciais, ser&amp;aacute; considerada galeria e obedecer&amp;atilde;o ao seguinte: &lt;br /&gt;I. Largura m&amp;iacute;nima - 3,00 m (tr&amp;ecirc;s metros);&lt;br /&gt;II. P&amp;eacute;-Direito m&amp;iacute;nimo - 4,50 m (quatro metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros); &lt;br /&gt;III. Profundidade m&amp;aacute;xima quando tiver apenas uma abertura obedecer&amp;aacute; as dimens&amp;otilde;es de galeria - 25,00 m (vinte e cinco metros). &lt;br /&gt;IV. No caso de haverem duas aberturas nas dimens&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimas acima citadas e serem em linha reta a profundidade poder&amp;aacute; ser de at&amp;eacute; 50,00 m (cinq&amp;uuml;enta metros).&lt;br /&gt;Art. 46 - Aos pr&amp;eacute;dios industriais somente ser&amp;aacute; permitida a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o em &amp;aacute;rea previamente determinada pela municipalidade para este fim em lotes de &amp;aacute;rea nunca inferior a 800 m&amp;sup2;, (oitocentos metros quadrados), e cuja largura m&amp;iacute;nima seja de 20,00 m (vinte metros), obedecendo ao que segue: &lt;br /&gt;a) afastamento de uma das divisas laterais de no m&amp;iacute;nimo 3,00 m (tr&amp;ecirc;s metros), sendo observado a n&amp;atilde;o contig&amp;uuml;idade das paredes dos pr&amp;eacute;dios e cabendo &amp;agrave; Prefeitura Municipal estabelecer o sentido obrigat&amp;oacute;rio do afastamento; &lt;br /&gt;b) afastamento m&amp;iacute;nimo de 5,00 m (cinco metros) da divisa com o passeio sendo permitido neste espa&amp;ccedil;o p&amp;aacute;tio de estacionamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo X &lt;br /&gt;Da Altura das Edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;br /&gt;Art. 47 - O gabario m&amp;aacute;ximo de altura recomend&amp;aacute;vel dos edif&amp;iacute;cios n&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ultrapassar a 10 (dez) pavimentos, ou seja um andar e t&amp;eacute;rreo e nove andares a este superpostos &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - N&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o permitidos acr&amp;eacute;scimos nas coberturas de qualquer esp&amp;eacute;cie.&lt;br /&gt;Art. 48 - Como altura das edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;aacute; considerada a medida vertical do n&amp;iacute;vel do passeio at&amp;eacute; o ponto mais elevado da edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dever&amp;aacute; estar de acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o caso haja no Munic&amp;iacute;pio sobre prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tempo ou campo de pouso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XI &lt;br /&gt;Das &amp;Aacute;guas Pluviais&lt;br /&gt;Art. 49 - O terreno circundante das edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;aacute; preparado de modo eu permita franco escoamento das &amp;aacute;guas pluviais para a via p&amp;uacute;blica ou para o terreno &amp;agrave; jusante. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - &amp;Eacute; vedado o escoamento para via p&amp;uacute;blica de &amp;aacute;gua servida de qualquer esp&amp;eacute;cie. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os edif&amp;iacute;cios situados no alinhamento dever&amp;atilde;o dispor de calhas e condutores e a &amp;aacute;guas serem canalizadas por baixo do passeio at&amp;eacute; a sarjeta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XII &lt;br /&gt;Das Circula&amp;ccedil;&amp;otilde;es em um Mesmo N&amp;iacute;vel&lt;br /&gt;Art. 50 - As circula&amp;ccedil;&amp;otilde;es em um mesmo n&amp;iacute;vel de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e privativa em uma &amp;aacute;rea residencial ou comercial ter&amp;atilde;o largura m&amp;iacute;nima de 0,90 m (noventa cent&amp;iacute;metros) para uma extens&amp;atilde;o de at&amp;eacute; 5,00 m (cinco metros); excedendo este comprimento, haver&amp;aacute; acr&amp;eacute;scimo de 0,05 m (cinco cent&amp;iacute;metros) na largura para cada metro ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de excesso. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Quando tiverem mais de 10,00 m (dez metros) de comprimento dever&amp;atilde;o receber luz direta.&lt;br /&gt;Art. 51 - As circula&amp;ccedil;&amp;otilde;es em um mesmo n&amp;iacute;vel de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva ter&amp;atilde;o as seguintes dimens&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimas para: &lt;br /&gt;a) uso residencial - largura m&amp;iacute;nima - 1,20 m (um metro e vinte cent&amp;iacute;metros) para extens&amp;atilde;o m&amp;aacute;xima de 10,00 m (dez metros)m excedido esse comprimento, haver&amp;aacute; um acr&amp;eacute;scimo de 0,10 m (dez cent&amp;iacute;metros) na largura para cada metro ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de excesso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XIII &lt;br /&gt;Das Circula&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de N&amp;iacute;veis Diferentes &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I &lt;br /&gt;Das Escadas&lt;br /&gt;Art. 52 - As escadas dever&amp;atilde;o obedecer &amp;agrave; normas estabelecidas nos par&amp;aacute;grafos seguintes: &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As escadas para uso coletivo ter&amp;atilde;o largura m&amp;iacute;nima de 1,20 (um metro e vinte cent&amp;iacute;metros), e dever&amp;atilde;o ser constru&amp;iacute;das de material incombust&amp;iacute;vel. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Dever&amp;atilde;o sempre que o n&amp;uacute;mero de degraus consecutivos for superior a 16 (dezesseis) intercalar em patamar com a extens&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de 0,80 m (oitenta cent&amp;iacute;metros) e com a mesma largura dos degraus.&lt;br /&gt;Art. 53 - O dimensionamento dos degraus obedecer&amp;aacute; aos seguintes &amp;iacute;ndices: &lt;br /&gt;a) altura m&amp;aacute;xima - 0,18 m (dezoito cent&amp;iacute;metros); &lt;br /&gt;b) profundidade m&amp;iacute;nima - 0,25 m (vinte e cinco cent&amp;iacute;metros).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II &lt;br /&gt;Dos Elevadores&lt;br /&gt;Art. 54 - O elevador n&amp;atilde;o dispensa a escada.&lt;br /&gt;Art. 55 - As caixas de elevadores ser&amp;atilde;o dispostas em recintos que recebam ar e luz da via p&amp;uacute;blica, &amp;aacute;reas ou suas reentr&amp;acirc;ncias. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As caixas de elevadores ser&amp;atilde;o protegidas em toda sua altura e afasta e per&amp;iacute;metro por paredes de material incombust&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;Art. 56 - A parede fronteira &amp;agrave; porta dos elevadores dever&amp;aacute; estar dela afastada de 1,50 m (um metro e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros), no m&amp;iacute;nimo.&lt;br /&gt;Art. 57 - Os elevadores tanto em seus carros, como em sua aparelhagem de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e seguran&amp;ccedil;a e em sua instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;atilde;o estar de acordo com as normas em vigor da ABNT (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Normas T&amp;eacute;cnicas).&lt;br /&gt;Art. 58 - Ficar&amp;atilde;o sujeitos &amp;agrave;s disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta se&amp;ccedil;&amp;atilde;o no que couber os monta-cargas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III &lt;br /&gt;Das Rampas&lt;br /&gt;Art. 59 - As rampas, para uso coletivo, n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ter largura inferior a 1,20 m (um metro e vinte cent&amp;iacute;metros) e a sua inclina&amp;ccedil;&amp;atilde;o atender&amp;aacute; no m&amp;iacute;nimo a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o 1/8 de altura para comprimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XIV &lt;br /&gt;Dos V&amp;atilde;os de Acesso&lt;br /&gt;Art. 60 - Os v&amp;atilde;os de acesso obedecer&amp;atilde;o no m&amp;iacute;nimo ao seguinte: &lt;br /&gt;1. Dormit&amp;oacute;rios, salas, salas destinadas a com&amp;eacute;rcio, neg&amp;oacute;cio e atividade profissional - 0,80 m (oitenta cent&amp;iacute;metros); &lt;br /&gt;2. Lojas - 1,00 m (um metro); &lt;br /&gt;3. Cozinhas e copas - 0,70 m (setenta cent&amp;iacute;metros); &lt;br /&gt;4. Banheiros e lavat&amp;oacute;rios - 0,60 m (sessenta cent&amp;iacute;metros).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XV &lt;br /&gt;Dos Materiais&lt;br /&gt;Art. 61 - As especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos materiais a serem empregados em obras e o modo de seu emprego ser&amp;atilde;o estabelecidos pelas normas t&amp;eacute;cnicas brasileiras da ABNT.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XVI &lt;br /&gt;Das Taxas de Ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 62 - Para as constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es residenciais a taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; exceder a 60% (sessenta por cento).&lt;br /&gt;Art. 63 - Para as constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e industriais a taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; atingir at&amp;eacute; 90% (noventa por cento) desde que dispositivos deste C&amp;oacute;digo sejam obedecidos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XVII &lt;br /&gt;Dos &amp;iacute;ndices de Utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;Art. 64 - Nas edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em geral o &amp;iacute;ndice de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lote n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser superior a: &lt;br /&gt;a) 6 (seis) para pr&amp;eacute;dios comerciais; &lt;br /&gt;b) 4 (quatro) para edif&amp;iacute;cios de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva (apartamentos ou hot&amp;eacute;is)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XVIII &lt;br /&gt;Das Marquises&lt;br /&gt;Art. 65 - A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de marquises na fachada das edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es obedecer&amp;aacute; as seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;br /&gt;a) ser&amp;atilde;o sempre em balan&amp;ccedil;o; &lt;br /&gt;b) a face externa do balan&amp;ccedil;o dever&amp;aacute; ficar afastada do meio fio no m&amp;iacute;nimo 0,50 m (cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros). &lt;br /&gt;c) Ter altura m&amp;iacute;nima de 2,50 m (dois metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros), a partir do ponto mais alto do passeio, e o m&amp;aacute;ximo de 4,00 m (quatro metros); &lt;br /&gt;d) Permitir&amp;atilde;o o escoamento das &amp;aacute;guas pluviais, exclusivamente para dentro dos limites do lote; &lt;br /&gt;e) N&amp;atilde;o prejudicar&amp;atilde;o a arboriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blicas, e assim como n&amp;atilde;o ocultar&amp;atilde;o placas de nomenclatura ou numera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Terceira Parte &lt;br /&gt;Das Habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Geral &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo I &lt;br /&gt;Das Habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es M&amp;iacute;nimas&lt;br /&gt;Art. 66 - A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima &amp;eacute; composta de uma sala, dois dormit&amp;oacute;rios, uma cozinha e um compartimento de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Quando se tratar de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima e popular e a requerimento do propriet&amp;aacute;rio, ap&amp;oacute;s aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento de Obras e Servi&amp;ccedil;os Urbanos, fica isento da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II &lt;br /&gt;Das Salas e dos Dormit&amp;oacute;rios&lt;br /&gt;Art. 67 - As salas ter&amp;atilde;o &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de 9,00 m&amp;sup2; (nove metros quadrados).&lt;br /&gt;Art. 68 - Se a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dispuser de apenas um dormit&amp;oacute;rio, estar&amp;aacute;, obrigatoriamente a &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de 12,00 m&amp;sup2; (doze metros quadrados),havendo mais de um a &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima ser&amp;aacute; de 9,00 m&amp;sup2; (nove metros quadrados).&lt;br /&gt;Art. 69 - A forma das salas e dormit&amp;oacute;rios ser&amp;aacute; tal que permita a incis&amp;atilde;o de um c&amp;iacute;rculo de 1,00 m (um metro) de raio entre os lados opostos e concorrentes.&lt;br /&gt;Art. 70 - A profundidade dos c&amp;ocirc;modos n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; exceder a 2,5 (duas e meia) vezes o p&amp;eacute; direito.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III &lt;br /&gt;Das Cozinhas e das Copas&lt;br /&gt;Art. 71 - As cozinhas ter&amp;atilde;o &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de 6,00 m&amp;sup2; (seis metros quadrados). &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Se as copas estiverem unidas &amp;agrave;s cozinhas por meio de v&amp;atilde;o sem fechamento, a &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima dos dois compartimentos em conjunto poder&amp;aacute; ser de 8,00 m&amp;sup2; (oito metros quadrados). &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - As paredes ter&amp;atilde;o revestimento de at&amp;eacute; 1,50 m (um metro e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros de altura), no m&amp;iacute;nimo de mat&amp;eacute;rias resistente, liso e imperme&amp;aacute;vel. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - Os pisos ser&amp;atilde;o ladrilhados ou equivalente. &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - As cozinhas n&amp;atilde;o podem ter comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com os dormit&amp;oacute;rios ou com as instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias. &amp;sect; 5&amp;ordm; - Ser&amp;atilde;o abundantemente providas de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Art. 72 - A &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima das copas ser&amp;aacute; de 5,00 m&amp;sup2; (cinco metros quadrados), salvo na hip&amp;oacute;tese mencionada no &amp;sect; 1&amp;ordm; do artigo 71.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV &lt;br /&gt;Das Instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es Sanit&amp;aacute;rias&lt;br /&gt;Art. 73 - &amp;Eacute; obrigat&amp;oacute;ria a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede domiciliar &amp;agrave;s redes gerais de &amp;aacute;gua e esgoto quando tais redes existirem na via p&amp;uacute;blica em frente aa constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que n&amp;atilde;o haja rede de esgoto ser&amp;aacute; a permitida a exist&amp;ecirc;ncia de fossas s&amp;eacute;pticas, afastadas no m&amp;iacute;nimo 5,00 m (cinco metros) da divisa. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Em caso de n&amp;atilde;o haver rede de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;gua, esta poder&amp;aacute; ser obtida por meio de po&amp;ccedil;o (com tampa) perfurado em parte mais alta em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; fossa e dela afastado no m&amp;iacute;nimo 15,00 m (quinze metros).&lt;br /&gt;Art. 74 - Todos os servi&amp;ccedil;os de &amp;aacute;gua e esgoto ser&amp;atilde;o feitos em conformidade com os regulamentos do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o municipal sobre o assunto.&lt;br /&gt;Art. 75 - Toda a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; provida de banheiro ou pelo menos chuveiro e latrina e sempre que for poss&amp;iacute;vel reservat&amp;oacute;rio de &amp;aacute;gua hermeticamente fechado com capacidade para 200 (duzentos) litros por pessoa.&lt;br /&gt;Art. 76 - As latrinas poder ser instaladas nos compartimentos de banho. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Nas isoladas a &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima ser&amp;aacute; de 2,00 m&amp;sup2; (dois metros quadrados), no interior do pr&amp;eacute;dio; 1,5 m&amp;sup2; (um e meio metro quadrado) quando em depend&amp;ecirc;ncia separada. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Quando em conjunto com banheiro, a superf&amp;iacute;cie m&amp;iacute;nima ser&amp;aacute; de 4,00 m&amp;sup2;(quatro metros quadrados).&lt;br /&gt;Art. 77 - Os compartimentos destinados exclusivamente ao banheiro ter&amp;atilde;o &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de 4,00 m&amp;sup2;(quatro metros quadrados).&lt;br /&gt;Art. 78 - Os compartimentos de instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ter comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com cozinhas, copas, dispensas e salas de refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;Art. 79 - Os compartimentos de instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias ter&amp;atilde;o as paredes, at&amp;eacute; a altura de 1,50 m (um metro e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros), e os pisos revestidos de material liso, resistente e imperme&amp;aacute;vel (azulejo, ladrilho, lona lisa etc.).&lt;br /&gt;Art. 80 - Nos por&amp;otilde;es, qualquer que seja a sua utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser&amp;atilde;o observadas as seguintes disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;br /&gt;a) dever&amp;atilde;o dispor de ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente por meio de redes met&amp;aacute;licas de malhas estreitas e sempre que poss&amp;iacute;vel diametralmente opostas; &lt;br /&gt;b) todos os compartimentos ter&amp;atilde;o comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre si, com aberturas que garantam a ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Art. 81 - Nos por&amp;otilde;es habit&amp;aacute;veis ser&amp;atilde;o respeitadas as exig&amp;ecirc;ncias fixadas para os compartimentos e outros planos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V&lt;br /&gt;(inexistente)(*)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VI &lt;br /&gt;Das Garagens e Outras Depend&amp;ecirc;ncias&lt;br /&gt;Art. 82 - As garagens em resid&amp;ecirc;ncias destinam-se, exclusivamente, &amp;agrave; guarda de autom&amp;oacute;veis. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de 15,00 m&amp;sup2; (quinze metros quadrados) tendo o lado menor 2,50 n (dois metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros), no m&amp;iacute;nimo. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O p&amp;eacute;-direito, quando houver teto, ser&amp;aacute; de 2,50 (dois metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros) sendo a parte excedente rebocada e caiada. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - As paredes ter&amp;atilde;o a espessura m&amp;iacute;nima de meio tijolo de material incombust&amp;iacute;vel, ser&amp;atilde;o revestida de material liso e resistente e imperme&amp;aacute;vel, at&amp;eacute; a altura de 2,00 m (dois metros) sendo a parte excedente rebocada e caiada. &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - O piso ser&amp;aacute; de material liso e imperme&amp;aacute;vel sobre base de concreto 0,10 m (dez cent&amp;iacute;metros) de espessura com declividade suficiente para o escoamento das &amp;aacute;guas de lavagem para fossas ou outros dispositivos ligados &amp;agrave; rede de esgoto. &lt;br /&gt;&amp;sect; 5&amp;ordm; - N&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ter comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com dormit&amp;oacute;rios e ser&amp;atilde;o dotadas de aberturas que garantam a ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente.&lt;br /&gt;Art. 83 - As ed&amp;iacute;culas destinadas &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia diurna, noturna ou dep&amp;oacute;sito, obedecer&amp;atilde;o &amp;agrave;s disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste C&amp;oacute;digo como se fossem edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal.&lt;br /&gt;Art. 84 - As lavanderias obedecer&amp;atilde;o &amp;agrave;s disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es referentes a casinhas para todos os efeitos.&lt;br /&gt;Art. 85 - Nas lojas, ser&amp;atilde;o exigidas as seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais:&lt;br /&gt;a) possu&amp;iacute;rem, pelo menos um sanit&amp;aacute;rio convenientemente instalado; &lt;br /&gt;b) n&amp;atilde;o terem comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com os gabinetes sanit&amp;aacute;rio ou vesti&amp;aacute;rios; &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Ser&amp;aacute; dispensada a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sanit&amp;aacute;rios quando a loja for cont&amp;iacute;gua aa resid&amp;ecirc;ncia do comerciante, desde que o acesso ao sanit&amp;aacute;rio desta resid&amp;ecirc;ncia seja independente da passagem pelo interior das pe&amp;ccedil;as de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A natureza do revestimento do piso e das paredes das lojas depender&amp;aacute; do g&amp;ecirc;nero do com&amp;eacute;rcio para que forem destinadas. Estes revestimentos ser&amp;atilde;o executados de acordo com as leis sanit&amp;aacute;rias do Estado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VII&lt;br /&gt;(inexistente)(*)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VIII &lt;br /&gt;Das Habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es Coletivas &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I &lt;br /&gt;Das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;br /&gt;Art. 86 - As habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas com mais de dois pavimentos ser&amp;atilde;o executados de material incombust&amp;iacute;vel. &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias estar&amp;atilde;o no m&amp;iacute;nimo na propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma para cada grupo de c&amp;ocirc;modos. &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Dever&amp;aacute; haver um reservat&amp;oacute;rio de &amp;aacute;gua na parte superior do pr&amp;eacute;dio, com capacidade de 200 (duzentos) litros para cada c&amp;ocirc;modo e, se necess&amp;aacute;rio, bomba para o transporte vertical da &amp;aacute;gua, at&amp;eacute; aquele reservat&amp;oacute;rio. &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - &amp;Eacute; obrigat&amp;oacute;ria a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o de coleta de lixo, por meio de tubos de queda, e de compartimento inferior para dep&amp;oacute;sito de lixo durante vinte e quatro horas por dia. Os tubos dever&amp;atilde;o ser ventilados na parte superior e elevar-se de 1,00 m (um metro) no m&amp;iacute;nimo, acima da cobertura. &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - Os edif&amp;iacute;cios de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva ser&amp;aacute; dotados de caixas e receptores para correspond&amp;ecirc;ncia pra cada unidade, e em local de f&amp;aacute;cil acesso e no pavimento ao n&amp;iacute;vel da via p&amp;uacute;blica.&lt;br /&gt;Art. 87 - Os dormit&amp;oacute;rios dever&amp;atilde;o ter as paredes revestidas, at&amp;eacute; 1,50 m (um metro e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros) de altura, no m&amp;iacute;nimo de material resistente, liso, n&amp;atilde;o absorvente e capaz de resistir a freq&amp;uuml;entes lavagens. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - S&amp;atilde;o proibidas as divis&amp;otilde;es prec&amp;aacute;rias de t&amp;aacute;buas tipo tabiques.&lt;br /&gt;Art. 88 - As copas, cozinhas, despensas e instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias e para banhos ter&amp;atilde;o as paredes revestidas com azulejos at&amp;eacute; a altura de 2,00 m (dois metros) e o piso ter&amp;aacute; revestimento de material cer&amp;acirc;mico.&lt;br /&gt;Art. 89 - Haver&amp;aacute; na propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um para cada dez h&amp;oacute;spedes, gabinetes sanit&amp;aacute;rios e instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es para banhos quentes e frios devidamente separados para ambos os sexos.&lt;br /&gt;Art. 90 - Haver&amp;aacute; instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;oacute;prias para os empregados com sanit&amp;aacute;rios completamente isolados da se&amp;ccedil;&amp;atilde;o de h&amp;oacute;spedes.&lt;br /&gt;Art. 91 - Em todos os pavimentos haver&amp;aacute; instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es vis&amp;iacute;veis e de f&amp;aacute;cil acesso contra inc&amp;ecirc;ndio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II&lt;br /&gt;(Inexistente)(*)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III &lt;br /&gt;Dos Pr&amp;eacute;dios para Escrit&amp;oacute;rios&lt;br /&gt;Art. 90 - Aos pr&amp;eacute;dios para escrit&amp;oacute;rios aplicam-se os dispositivos sobre habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas, com as seguintes altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;br /&gt;a) ser&amp;aacute; instalado um elevador para cada grupo de 50 (cinq&amp;uuml;enta) salas ou fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em excesso; &lt;br /&gt;b) as instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias estar&amp;atilde;o na propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma latrina para cada cinco salas em cada pavimento; &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As latrinas m&amp;uacute;ltiplas ser&amp;atilde;o divididas em celas independentes com bambo de espessura m&amp;iacute;nima de um quarto de tijolo, e de 2,00 m (dois metros) de altura; &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A &amp;aacute;rea total do compartimento ser&amp;aacute; tal que, dividida pelo n&amp;uacute;mero de celas, d&amp;ecirc; o quociente m&amp;iacute;nimo de 2,00 m&amp;sup2; (dois metros quadrados), respeitando por&amp;eacute;m o m&amp;iacute;nimo de 1,50 m&amp;sup2; ( um metro e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros quadrados) para cada cela.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IX &lt;br /&gt;Dos Postos de servi&amp;ccedil;os e de Abastecimento de Ve&amp;iacute;culos&lt;br /&gt;Art. 93 - Nas edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para postos de abastecimento de ve&amp;iacute;culos, al&amp;eacute;m das normas que forem aplic&amp;aacute;veis por este regulamento ser&amp;atilde;o observadas as concernentes a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre inflam&amp;aacute;veis.&lt;br /&gt;Art. 94 - A limpeza, lavagem e lubrifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos devem ser feitas em boxes isolados, de modo a impedir que a poeira e as &amp;aacute;guas sejam levadas para o logradouro ou neste se acumulem. As &amp;aacute;guas de superf&amp;iacute;cie ser&amp;atilde;o conduzidas para caixas separadas das galerias antes de serem lan&amp;ccedil;adas na rede geral.&lt;br /&gt;Art. 95 - Dever&amp;atilde;o possuir instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es sanit&amp;aacute;rias para os usu&amp;aacute;rios separados das de empregados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo X &lt;br /&gt;Das Constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es Expeditas&lt;br /&gt;Art. 96 - A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casas de madeira ou adobe ou outros materiais prec&amp;aacute;rios s&amp;oacute; ser&amp;aacute; permitida nas zonas estabelecidas pela Lei de saneamento.&lt;br /&gt;Art. 97 - As casas de que trata o artigo anterior dever&amp;atilde;o preencher os seguintes requisitos: Estarem no m&amp;iacute;nimo 2,00 m (dois metros) das divisas laterais do lote e divisa do fundo, e 5,00 m (cinco metros) do alinhamento do logradouro e no m&amp;iacute;nimo 4,00 m (quatro metros) de qualquer constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o porventura existente no lote ou fora do mesmo; Terem o p&amp;eacute;-direito m&amp;iacute;nimo de 2,50 m (dois metros e cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros); Terem as salas, dormit&amp;oacute;rios e cozinhas a &amp;aacute;rea de 9,00 m&amp;sup2; (nove metros quadrados); Preencham todos os requisitos de ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelecidos neste C&amp;oacute;digo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo XI &lt;br /&gt;Das Obras nas Vias P&amp;uacute;blicas&lt;br /&gt;Art. 99 - A Prefeitura Municipal poder&amp;aacute; exigir dos propriet&amp;aacute;rios a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de muros e arrimos, sempre que o n&amp;iacute;vel do terreno deferir da via p&amp;uacute;blica.&lt;br /&gt;Art. 100 - A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos passeios ser&amp;atilde;o feitas pelo propriet&amp;aacute;rio de acordo com a especifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Prefeitura Municipal. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - Para entrada de ve&amp;iacute;culo no interior do lote, deve ser abaixada a guia e rampeado o passeio; o rampeamento n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ir al&amp;eacute;m de 0,50 m (cinq&amp;uuml;enta cent&amp;iacute;metros) da guia.&lt;br /&gt;Art. 101 - Esta lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 05 de julho de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(*)cf livro de leis da C&amp;acirc;mara Municipal&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-07-05 00:00:00</criado><alterado>1978-07-05 00:00:00</alterado></item><item><id>1389</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre altera&#xE7;&#xE3;o dos vencimentos dos funcion&#xE1;rios da C&#xE2;mara e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>508</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-05-23 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-altera-o-dos-vencimentos-dos-funcion-rios-da-c-mara-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 508&lt;br /&gt;De 23 Maio de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos vencimentos dos funcion&amp;aacute;rios da C&amp;acirc;mara e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - O anexo II da Lei n&amp;ordm; 486 de 26 de abril de 1977 passa a vigorar conforme anexo I da presente Lei.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - O anexo IV da lei n&amp;ordm; 486, de 26 de abril de 1977 passa aa vigorar conforme anexo II da presente Lei.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor com efeito a partir 1&amp;ordm; de maio de 1978, ficando revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 23 de Maio de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-05-23 00:00:00</criado><alterado>1978-05-23 00:00:00</alterado></item><item><id>1388</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre aumento de vencimentos do funcionalismo p&#xFA;blico municipal.</titulo><numero>507</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-05-23 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-aumento-de-vencimentos-do-funcionalismo-p-blico-municipal</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 507&lt;br /&gt;De 23 Maio de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre aumento de vencimentos do funcionalismo p&amp;uacute;blico municipal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica majorado em 40% (quarenta por cento) os vencimentos dos funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos municipais, inclusive os inativos.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Ficam majorados em 60% (sessenta por cento) o pessoal auxiliar da Contabilidade.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - As retribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos cargos de provimento em comiss&amp;atilde;o passar&amp;atilde;o a ser de: &lt;br /&gt;CC - I - Cr$ 5.100,00; &lt;br /&gt;CC - II - Cr$ 5.000,00; &lt;br /&gt;CC - III - Cr$ 4.500,00.&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm; - As fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es gratificadas de que trata o anexo 6&amp;ordm; da Lei n&amp;ordm; 416 de 20 de dezembro de 1972 passar&amp;aacute; a ser de Cr$ 770,00 (setecentos e setenta cruzeiros).&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor a partir de maio de 1978.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 23 de Maio de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-05-23 00:00:00</criado><alterado>1978-05-23 00:00:00</alterado></item><item><id>1387</id><titulo>Autoriza aliena&#xE7;&#xE3;o de ve&#xED;culo</titulo><numero>506</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-05-18 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-aliena-o-de-ve-culo</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 506&lt;br /&gt;De 18 Maio de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Autoriza aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Prefeito Municipal autorizado a alienar mediante concorr&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica um Corcel, modelo 1977, de propriedade do Munic&amp;iacute;pio por se achar em prec&amp;aacute;rias condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 18 de Maio de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-05-18 00:00:00</criado><alterado>1978-05-18 00:00:00</alterado></item><item><id>1386</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre denomina&#xE7;&#xE3;o de rua desta cidade.</titulo><numero>505</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-04-04 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-denomina-o-de-rua-desta-cidade</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 505&lt;br /&gt;De 04 Abril de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua desta cidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Passar&amp;aacute; a denominar-se Rua Gumercindo de Oliveira, o trecho compreendido na Pra&amp;ccedil;a Gal. Jo&amp;atilde;o Pereira com Av. Francisco Bragan&amp;ccedil;a, com prolongamento.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Fica revogada a Lei 457 de 17 de novembro de 1975.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 04 de Abril de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-04-04 00:00:00</criado><alterado>1978-04-04 00:00:00</alterado></item><item><id>1385</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre denomina&#xE7;&#xE3;o de rua desta cidade.</titulo><numero>504</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-03-31 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-denomina-o-de-rua-desta-cidade</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 504&lt;br /&gt;De 31 de Mar&amp;ccedil;o de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua desta cidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Receber&amp;aacute; a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Travessa Jos&amp;eacute; da Cunha Melo, a art&amp;eacute;ria compreendida entre o largo Santo Antonio e a Rua Capit&amp;atilde;o Mendes, prolongamento do aterro do Tanque do Povo.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 31 de Mar&amp;ccedil;o de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-03-31 00:00:00</criado><alterado>1978-03-31 00:00:00</alterado></item><item><id>1384</id><titulo>Autoriza a abertura de Cr&#xE9;dito Especial na quantia de Cr$ 50.000,00.</titulo><numero>503</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1978-03-31 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-a-abertura-de-cr-dito-especial-na-quantia-de-cr-50-000-00</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 503&lt;br /&gt;De 31 de Mar&amp;ccedil;o de 1978&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Autoriza a abertura de Cr&amp;eacute;dito Especial na quantia de Cr$ 50.000,00.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal de Itabaiana autorizado a abrir um Cr&amp;eacute;dito Especial na quantia de Cr$ 50.000,00 (cinq&amp;uuml;enta mil cruzeiros), para ocorrer as despesas com a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede pr&amp;oacute;pria os Magistrados de Sergipe, com sede em Aracaju&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - As despesas decorrentes desta Lei correr&amp;atilde;o &amp;agrave; conta dos recursos pr&amp;oacute;prios do Munic&amp;iacute;pio.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 31 de Mar&amp;ccedil;o de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1978-03-31 00:00:00</criado><alterado>1978-03-31 00:00:00</alterado></item><item><id>1383</id><titulo>Autoriza o Poder Executivo a doar terreno do munic&#xED;pio &#xE0; Secretaria de Justi&#xE7;a e A&#xE7;&#xE3;o Social (Governo do Estado de Sergipe), e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>501</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-12-21 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-o-poder-executivo-a-doar-terreno-do-munic-pio-secretaria-de-justi-a-e-a-o-social-governo-do-estado-de-sergipe-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 501&lt;br /&gt;De 21 de Dezembro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Autoriza o Poder Executivo a doar terreno do munic&amp;iacute;pio &amp;agrave; Secretaria de Justi&amp;ccedil;a e A&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social (Governo do Estado de Sergipe), e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a doar terreno pertencente ao patrim&amp;ocirc;nio do Munic&amp;iacute;pio, situado ao norte com Rua Josu&amp;eacute; Passos, ao Sul com a Rua Jos&amp;eacute; Ferreira Lima, ao Nascente com o Conjunto Habitacional Jo&amp;atilde;o Pereira e ao Poente com terrenos pertencentes ao Governo do estado, Secretaria da Justi&amp;ccedil;a e A&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social, perfazendo um total de 9.472,19 metros quadrados.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - O terreno a ser doado, destina-se &amp;agrave; Secretaria de Justi&amp;ccedil;a e A&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social, para complementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Centro Social Urbano.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - O terreno a ser doado est&amp;aacute; transcrito no livro n&amp;ordm; 3K, fls 295, sob o n&amp;uacute;mero de ordem 22.483, como tamb&amp;eacute;m o n&amp;uacute;mero da transcri&amp;ccedil;&amp;atilde;o anterior, 22.151 e 22.152, no Cart&amp;oacute;rio do 1&amp;ordm; Of&amp;iacute;cio desta Comarca.&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm; - Se dentro do prazo de 02 (dois) anos n&amp;atilde;o estiver iniciada a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido Centro urbano, voltar&amp;aacute; a referida &amp;aacute;rea a pertencer ao Patrim&amp;ocirc;nio do Munic&amp;iacute;pio. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As despesas decorrentes do ato de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o correr&amp;aacute; por conta da Prefeitura Municipal de Itabaiana.&lt;br /&gt;Art. 5&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 21 de Dezembro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-12-21 00:00:00</criado><alterado>1977-12-21 00:00:00</alterado></item><item><id>1382</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre denomina&#xE7;&#xE3;o de rua desta cidade.</titulo><numero>500</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-11-25 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-denomina-o-de-rua-desta-cidade</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 500&lt;br /&gt;De 25 de Novembro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua desta cidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Passar&amp;aacute; a denominar-se Rua Antonio Higino dos Santos a atual Jos&amp;eacute; Ferreira Lima, passando a Rua Projetada "O" a ter denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Jos&amp;eacute; Ferreira Lima.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 25 de Novembro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-11-25 00:00:00</criado><alterado>1977-11-25 00:00:00</alterado></item><item><id>1381</id><titulo>Estima a Receita e fixa a Despesa do Munic&#xED;pio para o Exerc&#xED;cio Financeiro de 1978.</titulo><numero>499</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-10-27 00:00:00</aprovada><slug>estima-a-receita-e-fixa-a-despesa-do-munic-pio-para-o-exerc-cio-financeiro-de-1978</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei N&amp;ordm; 499&lt;br /&gt;De 27 de Outubro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estima a Receita e fixa a Despesa do Munic&amp;iacute;pio para o Exerc&amp;iacute;cio Financeiro de 1978.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana, Estado de Sergipe:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara de Vereadores decretou e sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art 1&amp;ordm; - O Or&amp;ccedil;amento do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, Estado de Sergipe, para o exerc&amp;iacute;cio financeiro de 1978, estima a Receita em Cr$ 14.580.000,00 (quatorze milh&amp;otilde;es e quinhentos e oitenta mil cruzeiros), e fixa a Despesa em igual valor.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - A Receita ser&amp;aacute; realizada mediante a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributos, rendas, fundos e outras receitas correntes e de capital, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor, com o seguinte desdobramento:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Receita Geral	14.580.000,00 &lt;br /&gt;Receitas Correntes Cr$	10.671.000,00 &lt;br /&gt;1.1.0.0 - Receitas Tribut&amp;aacute;rias	870.000,00 &lt;br /&gt;1.2.0.0 - Receitas Patrimoniais	50.000,00 &lt;br /&gt;1.4.0.0 - Trans. Correntes	8.636.000,00 &lt;br /&gt;1.5.0.0 - Receitas diversas	1.115.000,00&lt;br /&gt; Receitas de Capital	3.909.000,00 &lt;br /&gt;2.3.0.0 - Aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Bens M&amp;oacute;veis e Im&amp;oacute;veis	100.000,00 &lt;br /&gt;2.5.0.0 - Transfer&amp;ecirc;ncia de Capital	3.197.000,00 &lt;br /&gt;2.9.0.0 - Outras Receitas de Capital	612.000,00&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - a Despesa ser&amp;aacute; realizada de acordo com as especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es constantes nas tabelas anexas, que ficam fazendo parte integrante desta Lei, conforme o seguinte desdobramento:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 - Despesas por Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es	14.580.000,00 &lt;br /&gt;2.1 - Poder Legislativo	750.000,00 &lt;br /&gt;C&amp;acirc;mara Municipal	750.000,00 &lt;br /&gt;2.2 - Poder Executivo	13.830.000,00 &lt;br /&gt;Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Planejamento	820.000,00 &lt;br /&gt;Agricultura	80.000,00 &lt;br /&gt;Sa&amp;uacute;de e Saneamento	2.320.000,00 &lt;br /&gt;Transporte	1.580.000,00 &lt;br /&gt;Departamento de Sa&amp;uacute;de e Assist&amp;ecirc;ncia Social	1.420.000,00 &lt;br /&gt;Departamento de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Cultura	3.390.000,00 &lt;br /&gt;Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Urbanismo	4.220.000,00 &lt;br /&gt;3 - Despesas por Categoria Econ&amp;ocirc;mica	14.580.000,00 &lt;br /&gt;3.1 - Despesas Correntes	6.990.000,00 &lt;br /&gt;Despesas de Custeio	6.360.000,00 &lt;br /&gt;Transfer&amp;ecirc;ncias Correntes	630.000,00 &lt;br /&gt;3.2 - Despesas de Capital	7.590.000,00 &lt;br /&gt;Investimentos	7.210.000,00 &lt;br /&gt;Invers&amp;otilde;es Financeiras	300.000,00 &lt;br /&gt;Transfer&amp;ecirc;ncia de Capital	80.000,00&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm; - Durante a Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a: &lt;br /&gt;I. Realizar opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Cr&amp;eacute;dito por antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Receita at&amp;eacute; o limite previsto na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil; Abrir Cr&amp;eacute;ditos Suplementares at&amp;eacute; um limite correspondente 60% a sessenta por cento da despesa total prevista nesta Lei e desde que respeitado o disposto no art. 43 da Lei federal 4.320, de 17 de mar&amp;ccedil;o de 1964.&lt;br /&gt;Art. 5&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 1978.&lt;br /&gt;Art. 6&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 27 de Outubro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-10-27 00:00:00</criado><alterado>1977-10-27 00:00:00</alterado></item><item><id>1380</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre a cria&#xE7;&#xE3;o da Pra&#xE7;a de T&#xE1;xi denominada Prefeito Antonio Teles de Mendon&#xE7;a, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>498</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-10-13 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-a-cria-o-da-pra-a-de-t-xi-denominada-prefeito-antonio-teles-de-mendon-a-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 498&lt;br /&gt;De 13 de Outubro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Pra&amp;ccedil;a de T&amp;aacute;xi denominada Prefeito Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a, e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica institu&amp;iacute;do a Pra&amp;ccedil;a de T&amp;aacute;xi Prefeito Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A Pra&amp;ccedil;a de T&amp;aacute;xi de que trata o presente antigo ser&amp;aacute; localizada na Avenida Dr Airton Teles, nesta cidade.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - O Prefeito Municipal de Itabaiana fica autorizado a regulamentar por Decreto o n&amp;uacute;mero de ve&amp;iacute;culos que compor&amp;aacute; a referida pra&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - A presente Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogando-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 13 de Outubro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-10-13 00:00:00</criado><alterado>1977-10-13 00:00:00</alterado></item><item><id>1379</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre a reincorpora&#xE7;&#xE3;o de lote de terra ao Patrim&#xF4;nio da municipalidade.</titulo><numero>497</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-10-11 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-a-reincorpora-o-de-lote-de-terra-ao-patrim-nio-da-municipalidade</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 497&lt;br /&gt;De 11 de Outubro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre a reincorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lote de terra ao Patrim&amp;ocirc;nio da municipalidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - O Prefeito Municipal de Itabaiana fica autorizado a reincorporar ao Patrim&amp;ocirc;nio Municipal um lote de terra localizado a Avenida Luiz Magalh&amp;atilde;es nesta cidade. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - O lote de terra de que trata o "caput" deste artigo medindo 6.128 metros quadrados foi doado ao DNER conforme Lei n&amp;ordm; 386 de 07 de dezembro de 1970, para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casas de funcion&amp;aacute;rios daquele Departamento, pelo prazo de tr&amp;ecirc;s anos.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - As despesas decorrentes com a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presente Lei ocorrer&amp;atilde;o por conta DA Municipalidade.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 11 de Outubro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-10-11 00:00:00</criado><alterado>1977-10-11 00:00:00</alterado></item><item><id>1378</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre fixa&#xE7;&#xE3;o de prazo para constru&#xE7;&#xE3;o da sede social da entidade para quem foi doado o terreno objeto da Lei n&#xBA; 401 de 12 de Novembro de 1971, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias;</titulo><numero>496</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-10-11 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-fixa-o-de-prazo-para-constru-o-da-sede-social-da-entidade-para-quem-foi-doado-o-terreno-objeto-da-lei-n-401-de-12-de-novembro-de-1971-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 496&lt;br /&gt;De 11 de Outubro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prazo para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede social da entidade para quem foi doado o terreno objeto da Lei n&amp;ordm; 401 de 12 de Novembro de 1971, e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica fixado o prazo de um ano para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede social da entidade Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Atl&amp;eacute;tica Banco do Brasil de Itabaiana, em terreno doado pelo Munic&amp;iacute;pio conforme Lei n&amp;ordm; 401 de 12 de Novembro de 1971. &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - O terreno de que trata o "caput" deste artigo mede 65,00 metros de frente pela Avenida Luiz Magalh&amp;atilde;es e 100 metros de fundo.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; O n&amp;atilde;o cumprimento do prazo estipulado no artigo anterior, ocasionar&amp;aacute; a reincorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do terreno ao patrim&amp;ocirc;nio da Municipalidade.&lt;br /&gt;Art. 3&amp;ordm; - Fica revogada a Lei n&amp;ordm; 401 de 12 de Novembro de 1971.&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm; - esta lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 11 de Outubro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-10-11 00:00:00</criado><alterado>1977-10-11 00:00:00</alterado></item><item><id>1377</id><titulo>Reconhece de Utilidade P&#xFA;blica o Rotary Clube de Itabaiana - SE.</titulo><numero>495</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>1977-10-04 00:00:00</aprovada><slug>reconhece-de-utilidade-p-blica-o-rotary-clube-de-itabaiana-se</slug><descricao>&lt;p&gt;Lei n&amp;ordm; 495&lt;br /&gt;De 04 de Outubro de 1977&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reconhece de Utilidade P&amp;uacute;blica o Rotary Clube de Itabaiana - SE.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Prefeito Municipal de Itabaiana - SE:&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana decretou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica reconhecida de Utilidade P&amp;uacute;blica o Rotary Clube de Itabaiana&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei produzir&amp;aacute; seus efeitos ap&amp;oacute;s sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana - SE, em 04 de Outubro de 1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antonio Teles de Mendon&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; &amp;Eacute;lson da Silva Melo&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;</descricao><criado>1977-10-04 00:00:00</criado><alterado>1977-10-04 00:00:00</alterado></item></itens><ano/><busca/></data>
