<?xml version="1.0"?>
<data><categorias><item><id>2</id><nome>Decreto</nome><slug>decreto</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:01</alterado></item><item><id>1</id><nome>Lei</nome><slug>lei</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:09</alterado></item><item><id>10</id><nome>Portaria</nome><slug>portaria</slug><criado>2024-05-14 12:10:49</criado><alterado>2026-04-22 13:07:36</alterado></item><item><id>7</id><nome>Projeto de Decreto</nome><slug>projeto-de-decreto</slug><criado>2023-03-21 08:45:22</criado><alterado>2024-08-16 11:08:15</alterado></item><item><id>6</id><nome>Projeto de Lei</nome><slug>projeto-de-lei</slug><criado>2023-03-17 14:46:15</criado><alterado>2024-08-16 11:08:58</alterado></item><item><id>5</id><nome>Resolu&#xE7;&#xE3;o</nome><slug>resolucao</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:07:52</alterado></item></categorias><categoria/><paginacao><atual>190</atual><proxima>191</proxima><anterior>189</anterior><total_registros>4101</total_registros><total_paginas>274</total_paginas></paginacao><itens><item><id>1270</id><titulo>Autoriza o Poder Executivo Municipal a doar ao CREAS (Centro de Refer&#xEA;ncia Especializada de Assist&#xEA;ncia Social) um terreno destinado a constru&#xE7;&#xE3;o de sede pr&#xF3;pria, ao passo em que revoga a Lei Municipal n&#xBA;. 1.357 de 21 de julho de 2009.</titulo><numero>1368</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-10-22 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-o-poder-executivo-municipal-a-doar-ao-creas-centro-de-refer-ncia-especializada-de-assist-ncia-social-um-terreno-destinado-a-constru-o-de-sede-pr-pria-ao-passo-em-que-revoga-a-lei-municipal-n-1-357-de-21-de-julho-de-2009</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.368 &lt;br /&gt;DE 22 DE OUTUBRO DE 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza o Poder Executivo Municipal a doar ao CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social) um terreno destinado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sede pr&amp;oacute;pria, ao passo em que revoga a Lei Municipal n&amp;ordm;. 1.357 de 21 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a doar ao CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social) um terreno localizado na Travessa "D", esquina com a Rua Adalberto Silva (antiga Rua "E"), destinado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua sede pr&amp;oacute;pria, com uma &amp;aacute;rea de terra medindo 2.722,93 m&amp;sup2;, situado em frente para o LESTE com a Travessa "D", ao NORTE com a Rua Adalberto Silva, ao SUL com a Rua Jos&amp;eacute; Braz Santos Oliveira e a OESTE com a Rua Projetada, conforme croqui anexo que passa a integrar a presente Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - o im&amp;oacute;vel doado &amp;eacute; fruto de um desmembramento de uma &amp;aacute;rea que possui como caracter&amp;iacute;sticas, confronta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e benfeitorias constantes da matr&amp;iacute;cula n&amp;ordm;. 03-5.356, fls. 256, do Livro 02-T, em 04 de novembro de 1993, do Cart&amp;oacute;rio de Registro de Im&amp;oacute;veis, desta Comarca.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O im&amp;oacute;vel doado destina-se &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede pr&amp;oacute;pria do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social);&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida no caput deste artigo ser&amp;aacute; registrada no termo de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Se no prazo de um ano da data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta lei a sede do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social), n&amp;atilde;o for devidamente constru&amp;iacute;da, a referida &amp;aacute;rea doada voltar&amp;aacute; a fazer parte do acervo imobili&amp;aacute;rio do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio em especial a lei n&amp;ordm;. 1.357 de 21 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-10-22 00:00:00</criado><alterado>2009-10-22 00:00:00</alterado></item><item><id>1269</id><titulo>Institui o &#x201C;Dia da B&#xED;blia&#x201D; em nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1369</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-10-29 00:00:00</aprovada><slug>institui-o-dia-da-b-blia-em-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.369&lt;br /&gt;DE 29 DE OUTUBRO DE 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Institui o "Dia da B&amp;iacute;blia" em nosso munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica institu&amp;iacute;do no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, o "Dia da B&amp;iacute;blia", a ser comemorado no segundo domingo do m&amp;ecirc;s de dezembro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - o im&amp;oacute;vel doado &amp;eacute; fruto de um desmembramento de uma &amp;aacute;rea que possui como caracter&amp;iacute;sticas, confronta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e benfeitorias constantes da matr&amp;iacute;cula n&amp;ordm;. 03-5.356, fls. 256, do Livro 02-T, em 04 de novembro de 1993, do Cart&amp;oacute;rio de Registro de Im&amp;oacute;veis, desta Comarca.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O im&amp;oacute;vel doado destina-se &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede pr&amp;oacute;pria do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social);&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida no caput deste artigo ser&amp;aacute; registrada no termo de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Se no prazo de um ano da data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta lei a sede do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social), n&amp;atilde;o for devidamente constru&amp;iacute;da, a referida &amp;aacute;rea doada voltar&amp;aacute; a fazer parte do acervo imobili&amp;aacute;rio do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio em especial a lei n&amp;ordm;. 1.357 de 21 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-10-29 00:00:00</criado><alterado>2009-10-29 00:00:00</alterado></item><item><id>1268</id><titulo>Disciplina o h&#xE1;bito de fumar em recintos de uso coletivo, define a responsabilidade por dano ao consumidor e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1370</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-10-29 00:00:00</aprovada><slug>disciplina-o-h-bito-de-fumar-em-recintos-de-uso-coletivo-define-a-responsabilidade-por-dano-ao-consumidor-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.370&lt;br /&gt;DE 29 DE OUTUBRO DE 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disciplina o h&amp;aacute;bito de fumar em recintos de uso coletivo, define a responsabilidade por dano ao consumidor e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica proibido fumar em recintos de uso coletivo, nos termos desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Consideram-se &amp;lsquo;recintos de uso coletivo', para fins desta lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte e de entretenimento;&lt;br /&gt;II - as &amp;aacute;reas comuns de condom&amp;iacute;nio;&lt;br /&gt;III - casas de espet&amp;aacute;culo, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes e pra&amp;ccedil;as de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - hot&amp;eacute;is e pousadas;&lt;br /&gt;V - centros comerciais, bancos e similares;&lt;br /&gt;VI - supermercados, a&amp;ccedil;ougues, padarias, farm&amp;aacute;cias e drogarias;&lt;br /&gt;VII - reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;VIII - escolas, museus, bibliotecas e espa&amp;ccedil;os de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IX - ve&amp;iacute;culos p&amp;uacute;blicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer esp&amp;eacute;cie e t&amp;aacute;xis.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Consideram-se tamb&amp;eacute;m, para efeito das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta lei, quaisquer locais de uso coletivo, total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divis&amp;oacute;ria, teto ou telhado, ainda que provis&amp;oacute;rios, onde haja perman&amp;ecirc;ncia ou circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Nos ambientes relacionadas no art. 2&amp;deg; desta lei, fica proibido, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou qualquer outro fum&amp;iacute;geno, derivado ou n&amp;atilde;o de tabaco.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - O respons&amp;aacute;vel pelo estabelecimento de que trata esta lei dever&amp;aacute; advertir os eventuais infratores sobre a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necess&amp;aacute;rio mediante aux&amp;iacute;lio da for&amp;ccedil;a policial.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - Tratando-se de fornecimento de produtos e servi&amp;ccedil;os, o empres&amp;aacute;rio dever&amp;aacute; cuidar, proteger e vigiar para que no local de funcionamento de sua empresa n&amp;atilde;o seja praticada infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao disposto nesta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;deg; - Esta lei n&amp;atilde;o se aplica:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - aos locais de culto religioso em que o produto fum&amp;iacute;geno fa&amp;ccedil;a parte do ritual;&lt;br /&gt;II - &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tratamento de sa&amp;uacute;de que tenham pacientes autorizados a fumar pelo m&amp;eacute;dico que o assista;&lt;br /&gt;III - &amp;agrave;s vias p&amp;uacute;blicas e aos espa&amp;ccedil;os ao ar livre;&lt;br /&gt;IV - &amp;agrave;s resid&amp;ecirc;ncias;&lt;br /&gt;V - aos estabelecimentos destinados exclusivamente ao consumo no pr&amp;oacute;prio local de produtos fum&amp;iacute;genos, derivado ao n&amp;atilde;o do tabaco, desde que esta condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o esteja anunciada de forma clara, na respectiva entrada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Nos locais indicados nos incisos I, II e V desta artigo dever&amp;atilde;o ser adotadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de isolamento, ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou exaust&amp;atilde;o do ar que impe&amp;ccedil;am a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes protegidos por esta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;deg; - A inobserv&amp;acirc;ncia do disposto nesta lei sujeitar&amp;aacute; aos infratores a multa de 200 (duzentos) a 1.000 (mil) UFIR'S ou outro &amp;iacute;ndice oficial utilizado no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, sem preju&amp;iacute;zo das san&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das multas previstas neste artigo ser&amp;atilde;o impostas pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o municipal de vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;deg; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 29 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-10-29 00:00:00</criado><alterado>2009-10-29 00:00:00</alterado></item><item><id>1267</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre a cria&#xE7;&#xE3;o do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres &#x2013; CMDM, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1371</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-11-24 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-a-cria-o-do-conselho-municipal-dos-direitos-das-mulheres-cmdm-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.371&lt;br /&gt;De 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres - CMDM, e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu, Prefeito de Itabaiana, promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - CMDM, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o colegiado de natureza consultiva e deliberativa, no &amp;acirc;mbito de suas compet&amp;ecirc;ncias, vinculada ao Gabinete do Prefeito, tem por finalidade formular e propor diretrizes de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental voltadas &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos das mulheres e atuar no controle social de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas de igualdade de g&amp;ecirc;nero.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;br /&gt;DAS COMPETENCIAS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;deg; - Compete ao Conselho Municipal dos Direitos da Mulher:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Desenvolver a&amp;ccedil;&amp;atilde;o integrada com a Coordenadoria Municipal de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas para as Mulheres e o conjunto de Secretarias e demais &amp;oacute;rg&amp;atilde;os do Governo Municipal para a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas comprometidas com a supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos preconceitos e desigualdades de g&amp;ecirc;neros.&lt;br /&gt;II - Prestar assessoria ao Poder Executivo, emitindo pareceres, acompanhando a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de programas de governo no &amp;acirc;mbito municipal, bem como opinar sobre as quest&amp;otilde;es referentes &amp;agrave; cidadania da mulher;&lt;br /&gt;III - Estimular, apoiar e desenvolver pesquisas e estudos e o debate das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que vivem as mulheres, propondo pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas para eliminar todas as formas identific&amp;aacute;veis de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - Estimular e desenvolver pesquisas e estudar sobre o que as mulheres realizam, constituindo acervos e propondo pol&amp;iacute;ticas de inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mulher na cultura, para preservar e divulgar o seu patrim&amp;ocirc;nio hist&amp;oacute;rico e cultural;&lt;br /&gt;V - Divulgar, fiscalizar e exigir o cumprimento da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor relacionada aos direitos assegurados &amp;agrave; mulher;&lt;br /&gt;VI - Sugerir a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas normativas para modificar ou derrogar leis, regulamentos, usos e pr&amp;aacute;ticas que constituam discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra as mulheres, encaminhando-as ao poder p&amp;uacute;blico competente;&lt;br /&gt;VII - Manter canais permanentes de di&amp;aacute;logo e de articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o movimento de mulheres, em suas v&amp;aacute;rias express&amp;otilde;es, apoiando as suas atividades, sem interferir em seu conte&amp;uacute;do e orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria;&lt;br /&gt;IX - Receber, examinar e efetuar den&amp;uacute;ncias de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e viol&amp;ecirc;ncia contra a mulher, encaminhando-as aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes para as provid&amp;ecirc;ncias cab&amp;iacute;veis, al&amp;eacute;m de acompanhar os procedimentos pertinentes;&lt;br /&gt;X - Participar da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento estabelecendo diretrizes para sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;XI - elaborar o Regimento Interno do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;br /&gt;DA COMPOSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - CMDM, &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do de 12 (doze) integrantes titulares e respectivos suplentes mediante a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parit&amp;aacute;ria de representantes Governamentais e N&amp;atilde;o-Governamentais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Representantes Governamentais:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a)	Coordenadoria de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas para as Mulheres;&lt;br /&gt;b)	Secretaria Municipal de Inclus&amp;atilde;o, Assist&amp;ecirc;ncia Social e do Trabalho;&lt;br /&gt;c)	Secretaria Municipal da Sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;d)	Secretaria Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;e)	Secretaria Municipal de Cultura;&lt;br /&gt;f)	Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Turismo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Representantes N&amp;atilde;o-Governamentais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a)	Quatro representantes da Sociedade Civil Organizada;&lt;br /&gt;b)	Dois representantes de Entidades de Classe dos profissionais da &amp;aacute;rea;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - Os representantes Governamentais ser&amp;atilde;o indicados pelo respons&amp;aacute;vel da pasta e encaminhados a CMPPM para compor o Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; - As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Sociedade Civil dever&amp;atilde;o contemplar as diversas express&amp;otilde;es do movimento social que atuam na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defesa das mulheres e ser legalmente constitu&amp;iacute;das no &amp;acirc;mbito municipal, as quais ser&amp;atilde;o escolhidas em assembl&amp;eacute;ia geral convocada especificamente para esse fim, sob a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Coordenadoria Municipal de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas para a Mulher ou cong&amp;ecirc;nere.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - Os representantes do Poder P&amp;uacute;blico, das Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Sociedade Civil e das Entidades de Classe ser&amp;atilde;o nomeados por decreto municipal at&amp;eacute; 30 (trinta) dias ap&amp;oacute;s a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das entidades para cada mandato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - O mandato dos Conselheiros Titulares e dos respectivos suplentes ser&amp;aacute; de dois anos, permitida a recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por igual per&amp;iacute;odo, apenas por uma vez, exceto os titulares das pastas Municipais cuja participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estar&amp;aacute; vinculada &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia no cargo, na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - A fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conselheiro municipal &amp;eacute; considerada relevante e de interesse p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; - Os conselheiros n&amp;atilde;o receber&amp;atilde;o qualquer tipo de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; - Os membros Governamentais e n&amp;atilde;o governamentais do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher ser&amp;atilde;o nomeados pelo Prefeito Municipal de Itabaiana observando a origem das indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na forma da Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;deg; - O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher ter&amp;aacute; a seguinte estrutura:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Colegiado;&lt;br /&gt;II - Presid&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;III - Secret&amp;aacute;ria Executiva;&lt;br /&gt;IV - Comiss&amp;otilde;es Especiais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;deg; - O mandato dos membros do CMDM ter&amp;aacute; a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 02 (dois) anos, permitindo-se uma &amp;uacute;nica recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por igual per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O Presidente e o Vice-Presidente ser&amp;atilde;o escolhidos dentre seus membros para mandato de 02 (dois) anos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;deg; - O CMDM poder&amp;aacute; instituir grupos tem&amp;aacute;ticos e comiss&amp;otilde;es de car&amp;aacute;ter tempor&amp;aacute;rio, com a finalidade de estudo e elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas sobre temas espec&amp;iacute;ficos, podendo, inclusive, convidar para participar desse colegiado, representantes de outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e entidades p&amp;uacute;blicas e privadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;deg; - As entidades de apoio administrativo e financeiro necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao funcionamento do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e de sua Secret&amp;aacute;ria Executiva ser&amp;atilde;o prestadas pelo Gabinete do Prefeito &amp;agrave; qual o Organismo Governamental de Pol&amp;iacute;tica para as Mulheres est&amp;aacute; vinculada, garantindo com isso o desempenho pleno de suas finalidades.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - O regimento interno do CMDM complementar&amp;aacute; as compet&amp;ecirc;ncias e atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es definidas nesta Lei para seus integrantes e estabelecer&amp;aacute; suas normas de funcionamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O regimento interno do CMDM ser&amp;aacute; aprovado pelo plen&amp;aacute;rio do colegiado, em reuni&amp;atilde;o especialmente convocada para esta finalidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir cr&amp;eacute;dito suplementar para a cobertura das despesas iniciais necess&amp;aacute;rias ao cumprimento desta Lei, bem como para o funcionamento do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Constar&amp;aacute; da Lei Org&amp;acirc;nica Anual, recursos para funcionamento deste Conselho e para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas a &amp;aacute;rea dos direitos da mulher.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12 - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13 - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-11-24 00:00:00</criado><alterado>2009-11-24 00:00:00</alterado></item><item><id>1266</id><titulo>Cria o Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com Defici&#xEA;ncia e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1372</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-11-24 00:00:00</aprovada><slug>cria-o-conselho-municipal-dos-direitos-da-pessoa-com-defici-ncia-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.372&lt;br /&gt;De 24 de novembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cria o Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica criado o Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia de Itabaiana com o objetivo de assegurar-lhes o pleno exerc&amp;iacute;cio dos direito individuais e sociais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Caber&amp;aacute; aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e &amp;agrave;s entidades do Poder p&amp;uacute;blico assegurar &amp;agrave; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia o pleno exerc&amp;iacute;cio de seus direitos b&amp;aacute;sicos quanto &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, ao trabalho, ao desporto, ao turismo, ao lazer, &amp;agrave; previd&amp;ecirc;ncia social, ao transporte, &amp;agrave; edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; cultura, ao amparo &amp;agrave; inf&amp;acirc;ncia e &amp;agrave; maternidade, e de outros que, decorrentes da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das Leis, propiciem seu bem estar pessoal, social e econ&amp;ocirc;mico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Para os efeitos desta lei considerar-se-&amp;aacute; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia, al&amp;eacute;m daquelas citadas na Lei Federal n&amp;ordm;. 10.690, de 16 de julho de 2003, a que possui limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou incapacidade para o desempenho de atividade e se enquadra nas seguintes categorias:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Defici&amp;ecirc;ncia F&amp;iacute;sica: altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou aus&amp;ecirc;ncia de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade cong&amp;ecirc;nita ou adquirida, exceto as deformidades est&amp;eacute;ticas e as que n&amp;atilde;o produzam dificuldades para o desempenho de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Defici&amp;ecirc;ncia auditiva: perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decib&amp;eacute;is (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias de 500 Hz,  1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - Defici&amp;ecirc;ncia Visual: cegueira, na qual a acuidade visual &amp;eacute; igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;oacute;ptica; a baixa vis&amp;atilde;o, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;oacute;ptica; os casos nos quais a somat&amp;oacute;ria da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60&amp;ordm;; ou a ocorr&amp;ecirc;ncia simult&amp;acirc;nea de quaisquer das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - Defici&amp;ecirc;ncia Mental: funcionamento intelectual significativamente inferior &amp;agrave; m&amp;eacute;dia, com manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes dos dezoito anos e limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es associadas a duas ou mais &amp;aacute;reas de habilidades adaptativas, tais como:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;1-	Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;2-	Cuidado pessoa;&lt;br /&gt;3-	Habilidades sociais;&lt;br /&gt;4-	Utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos da comunidade;&lt;br /&gt;5-	Sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a;&lt;br /&gt;6-	Habilidades acad&amp;ecirc;micas;&lt;br /&gt;7-	Lazer; e &lt;br /&gt;8-	Trabalho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V- Defici&amp;ecirc;ncia M&amp;uacute;ltipla - associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas ou mais defici&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de car&amp;aacute;ter deliberativo relativo &amp;agrave; sua &amp;aacute;rea de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com os seguintes objetivos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - elaborar os planos, programas e projetos da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia e propor as provid&amp;ecirc;ncias necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; sua completa implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao seu adequado desenvolvimento, inclusive as pertinentes aos recursos financeiros e as de car&amp;aacute;ter legislativo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - zelar pela efetiva implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - acompanhar o planejamento e avaliar a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pol&amp;iacute;ticas municipais de acessibilidade &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sa&amp;uacute;de, trabalho, assist&amp;ecirc;ncia social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer, urbanismo e outras relativas &amp;agrave; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - acompanhar a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio, sugerindo as modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; consecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - zelar pela efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema descentralizado e participativo da defesa dos direitos da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - propor a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudos e pesquisas que visem &amp;agrave; melhoria da qualidade de vida da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - propor e incentivar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de campanhas que visem &amp;agrave; preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defici&amp;ecirc;ncias e &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - acompanhar, mediante relat&amp;oacute;rios de gest&amp;atilde;o, o desempenho dos programas e projetos da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;IX - manifestar-se, dentro dos limites de sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acerca da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhos de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o, habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inclus&amp;atilde;o social de entidade particular ou p&amp;uacute;blica, quando houver not&amp;iacute;cia de irregularidade, expedindo, quando entender cab&amp;iacute;vel, recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao representante legal da entidade;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X - avaliar anualmente o desenvolvimento da pol&amp;iacute;tica Municipal de atendimento especializado &amp;aacute; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia de acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor, visando &amp;agrave; sua plena adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XI - elaborar o seu regimento interno.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; composto dos membros abaixo descritos, sendo um titular e um suplente, respectivamente, representantes dos seguintes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os ou entidades:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - 18 (dezoito) representantes de entidades da sociedade civil organizada, diretamente ligadas &amp;agrave; defesa e/ou ao atendimento da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia na cidade de Itabaiana, legalmente constitu&amp;iacute;das e em funcionamento h&amp;aacute;, pelo menos, um ano, eleitas dentre os seguintes segmentos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a)	2 (dois)  representantes  de entidade que atuam nas Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Comunit&amp;aacute;rias de moradores;&lt;br /&gt;b)	2 (dois) representantes de entidades que atuam na &amp;aacute;rea de defici&amp;ecirc;ncia auditiva, f&amp;iacute;sica e visual;&lt;br /&gt;c)	2 (dois) representantes que atuam na &amp;aacute;rea e defici&amp;ecirc;ncia mental;&lt;br /&gt;d)	2 (dois)representantes  de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de classe;&lt;br /&gt;e)	2 (dois) representantes da secret&amp;aacute;ria municipal de Inclus&amp;atilde;o, Assist&amp;ecirc;ncia Social e do Trabalho;&lt;br /&gt;f)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria Municipal de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;g)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria Municipal da Sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;h)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria Municipal de Cultura;&lt;br /&gt;i)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria de Agricultura.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Os representantes ser&amp;atilde;o um titular e um suplente com plenos poderes para substituir em suas faltas ou implementos, e em definitivo, no caso da vac&amp;acirc;ncia da titularidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O Conselho ter&amp;aacute; um int&amp;eacute;rprete que acompanhar&amp;aacute; os surdos nas reuni&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - O Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; eleito entre seus pares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - O mandato do Presidente e dos demais membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; de tr&amp;ecirc;s anos, permitida uma &amp;uacute;nica recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por mais um per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Ap&amp;oacute;s o per&amp;iacute;odo de recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica permitida a reelei&amp;ccedil;&amp;atilde;o para mandatos futuros, ap&amp;oacute;s ter se ausentado do cargo por, pelo menos, um mandato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - Os membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o remuneradas e seu exerc&amp;iacute;cio ser&amp;aacute; considerado servi&amp;ccedil;o de relev&amp;acirc;ncia p&amp;uacute;blica prestado ao Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - As fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos membros do Conselho municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o remuneradas e seu exerc&amp;iacute;cio ser&amp;aacute; considerado servi&amp;ccedil;o de relev&amp;acirc;ncia p&amp;uacute;blica prestado ao Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm; - Os membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia poder&amp;atilde;o ser substitu&amp;iacute;dos mediante solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou autoridade publica a qual estejam vinculados, apresentada ao referido Conselho, o qual far&amp;aacute; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato ao Prefeito Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - Perder&amp;aacute; o mandato o conselheiro que:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - desvincular-se do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de origem de sua representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - faltar a tr&amp;ecirc;s reuni&amp;otilde;es consecutivas n&amp;atilde;o justificadas ou a cinco intercaladas sem justificativa, que dever&amp;aacute; ser apresentada na forma prevista no regimento interno do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - apresentar renuncia ao Conselho que ser&amp;aacute; lida na sess&amp;atilde;o seguinte a de sua recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela Comiss&amp;atilde;o Executiva;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - apresentar procedimento incompat&amp;iacute;vel em raz&amp;atilde;o do cometimento de crime ou contraven&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico: A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se dar&amp;aacute; por delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da maioria dos componentes do Conselho, em procedimento iniciado mediante prova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de integrantes do Conselho, do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico ou de qualquer cidad&amp;atilde;o, assegurada a ampla defesa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - perder&amp;aacute; o mandato a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - extinguir sua base territorial de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - tiver constatado em seu funcionamento irregularidade de acentuada gravidade que torne incompat&amp;iacute;vel sua representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - sofrer penalidade administrativa reconhecidamente grave.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico: A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se dar&amp;aacute; por delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da maioria dos componentes do Conselho em Procedimento iniciados mediante provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de integrantes do conselho, do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico ou de qualquer cidad&amp;atilde;o, assegurada &amp;agrave; ampla defesa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12 - O conselho municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia realizar&amp;aacute; sob sua coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao menos uma confer&amp;ecirc;ncia Municipal a cada dois, anos, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o colegiado de car&amp;aacute;ter deliberativo, para avaliar e propor atividades e pol&amp;iacute;ticas da &amp;aacute;rea a serem implementadas ou j&amp;aacute; efetivadas no Munic&amp;iacute;pio, garantindo-se sua ampla divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13 - O Poder Executivo fica obrigado a prestar o apoio necess&amp;aacute;rio ao funcionamento do Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia, devendo para tanto incluir dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para esse fim, no Or&amp;ccedil;amento Geral do Munic&amp;iacute;pio.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico: Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a criar o Fundo do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14 - Esta lei ser&amp;aacute; regulamentada pelo Poder Executivo no prazo de trintas dias, contados da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16 - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contrario.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se. Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-11-24 00:00:00</criado><alterado>2009-11-24 00:00:00</alterado></item><item><id>1265</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1373</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-11-24 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;deg; 1.373&lt;br /&gt;De 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Bairro Oviedo Teixeira, ao lado da Itaflex, tendo seu in&amp;iacute;cio na Rodovia Fug&amp;ecirc;ncio Jos&amp;eacute; Machado e finalizando na Rua Jo&amp;atilde;o Tavares de Jesus, passar&amp;aacute; a denominar-se de RUA AURELINO JOS&amp;Eacute; DE SANTANA.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cumpra-se, Registre-se e Publique-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-11-24 00:00:00</criado><alterado>2009-11-24 00:00:00</alterado></item><item><id>1264</id><titulo>Autoriza a abertura de cr&#xE9;dito especial para os fins que especifica e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1374</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-01 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-a-abertura-de-cr-dito-especial-para-os-fins-que-especifica-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.374&lt;br /&gt;De 01 de dezembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza a abertura de cr&amp;eacute;dito especial para os fins que especifica e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica autorizada a abertura de Cr&amp;eacute;dito Especial ao or&amp;ccedil;amento vigente, no valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais), para Creche da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comunit&amp;aacute;ria do Povoado Bom Jardim.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Os recursos necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cr&amp;eacute;dito Especial ter&amp;atilde;o como fonte, os recursos provenientes da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Or&amp;ccedil;amento Municipal, qual seja:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;bull;	&amp;Oacute;rg&amp;atilde;o: 08.01 - Secretaria de Desenvolvimento Rural;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Funcional: 20.692.0017.2044 - Realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Feiras e Eventos Agropecu&amp;aacute;rios;&lt;br /&gt;&amp;bull;	C&amp;oacute;digo: 3390.39.00 - Outros Servi&amp;ccedil;os Terceiros - Pessoa Jur&amp;iacute;dica;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Fonte de Recurso: 000 - Recursos pr&amp;oacute;prios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 4&amp;deg; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se. Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-01 00:00:00</criado><alterado>2009-12-01 00:00:00</alterado></item><item><id>1263</id><titulo>Cria o Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&#xE1;vel &#x2013; CMDS  e    d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1375</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-01 00:00:00</aprovada><slug>cria-o-conselho-municipal-de-desenvolvimento-sustent-vel-cmds-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.375&lt;br /&gt;De 01 de dezembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cria o Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - CMDS  e    d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO DO MUNIC&amp;Iacute;PIO DE ITABAIANA/SE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhe confere a Lei Org&amp;acirc;nica Municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Vereadores aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;br /&gt;DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENT&amp;Aacute;VEL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - CMDS, como f&amp;oacute;rum de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sociedade civil e poder p&amp;uacute;blico, na concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o e implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de programas e projetos voltados para o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do Munic&amp;iacute;pio, com sede e foro no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I&lt;br /&gt;DO OBJETIVO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O CMDS, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de natureza consultiva, deliberativa, e de funcionamento permanente, tem como objetivo analisar, priorizar e aprovar investimentos p&amp;uacute;blicos de natureza comunit&amp;aacute;ria, provenientes de fontes de recursos governamentais (federais, estaduais e municipais), n&amp;atilde;o governamentais e de organismos internacionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O  II&lt;br /&gt;DA COMPOSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; -  O CMDS ser&amp;aacute; composto no m&amp;iacute;nimo de 11 e m&amp;aacute;ximo de 40 membros, com direito a voz e voto, sendo 70% de seus membros da sociedade civil organizada local e at&amp;eacute; 30% representantes dos Poderes P&amp;uacute;blicos Municipais, a seguir especificados:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Representantes da sociedade civil organizada:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;a) 16 representantes das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana atendendo as seguintes regi&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Representantes da Regi&amp;atilde;o I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;POVOADOS: Bom Jardim, Agrovila, Lagamar, Malhada Velha, Fazenda Grande, Serra, Batula, Silvestre, Zangue, Oiteirinho, Jo&amp;atilde;o Gomes, Cansan&amp;ccedil;&amp;atilde;o Gameleira, Barro Preto, Barreiro, Tabuleiro dos Buracos, Lagoa, Fazendinha, Curisco, Barrados, Murici, Igreja Velha.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;BAIRROS: Bairro S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o; Rotary Clube&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Representantes da Regi&amp;atilde;o II&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;POVOADOS: Sobrado, Matapo&amp;atilde;, Prensa, Terra Dura e Taboleiro do Chico, Taperinha, Cabe&amp;ccedil;a do Russo, Queimadinhas, Roncador, Carquejo, Oiteiro, Siebra, Vermelho, Serra dos Cagados, Lagoa, Boqueir&amp;atilde;o, P&amp;eacute; de Serra Tiririca, Oiteiro do Capim, Tabuleiro da Telha, Juazeiro e Saco.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;BAIRROS: Bairro Sitio Porto, Bairro Queimadas, Bairro Riacho Doce;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Representantes da Regi&amp;atilde;o III&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;POVOADOS: P&amp;eacute; do Veado, Cajueiro, Terra Vermelha, V&amp;aacute;rzea do Gama, A&amp;ccedil;ude da Marcela, Cara&amp;iacute;bas, Sitio Novo, Cachoeira, Tapera, Congo, Can&amp;aacute;rio, Gravata, Nico, Flechas, Sambaiba, Basti&amp;atilde;o, Lagoa do L&amp;iacute;bano, Cajueir&amp;atilde;o, Por&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;Aacute;gua Branca.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;BAIRROS: Bairro Macela, Bairro Centro, Bairro Bananeira, Bairro Mamede Paes Mendon&amp;ccedil;a;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Representantes da Regi&amp;atilde;o IV&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;POVOADOS: Rio das Pedras, S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute;, Mangabeira, Caja&amp;iacute;ba, Carrilho, Ribeira, Lagoa do Forno, Gandu, Estreito, Mangueira, Dendezeiro, Taboca, Serrinha, Mundo Novo, Dunga, V&amp;aacute;rzea da Cancela.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;BAIRROS: Bairro Marianga, Bairro Serrano, Bairro Miguel Teles de Mendon&amp;ccedil;a, Bairro An&amp;iacute;sio Am&amp;acirc;ncio, Bairro Jos&amp;eacute; Milton Machado, Bairro Ovi&amp;ecirc;do Teixeira;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) Representantes das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Classe:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;- Um Representante do Conselho Municipal de Sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;- Um Representante do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;- Um Representante do Conselho Municipal de Assist&amp;ecirc;ncia Social e do Trabalho;&lt;br /&gt;- Um Representante do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico Estadual;&lt;br /&gt;- Um Representante do Conselho da Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica; &lt;br /&gt;- Um Representante da Igreja Cat&amp;oacute;lica;&lt;br /&gt;- Um Representante das Igrejas Evang&amp;eacute;licas;&lt;br /&gt;- Um Representante do Sindicato de Trabalhadores Rurais;&lt;br /&gt;- Um Representante das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Esp&amp;iacute;ritas;&lt;br /&gt;- Um Representante da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ma&amp;ccedil;&amp;ocirc;nica Rei Salom&amp;atilde;o; &lt;br /&gt;- Um Representante do Rotary Clube;&lt;br /&gt;- Um Representante da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comercial e Empresarial; &lt;br /&gt;- Um Representante da Camara dos Dirigentes Lojistas;&lt;br /&gt;- Um Representante de Empresa de Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Projetos;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Representantes do Poder P&amp;uacute;blico:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;- Um Representante do Poder Executivo Municipal;&lt;br /&gt;- Um Representante do Poder Legislativo Municipal;&lt;br /&gt;- Um Representante da Secretaria de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos do Munic&amp;iacute;pio;&lt;br /&gt;- Um Representante da Secretaria Municipal da Agricultura;&lt;br /&gt;- Um Representante da EMDAGRO;&lt;br /&gt;- Um Representante da PRONESE;&lt;br /&gt;- Um Representante da COHIDRO;&lt;br /&gt;- Um Representante da UFS;&lt;br /&gt;- Um Representante da CONAB;&lt;br /&gt;- Um Representante da Institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Financeira Oficial;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - Os representantes da Sociedade Civil Organizada ser&amp;atilde;o divididos em tr&amp;ecirc;s representantes das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos Povoados pertencentes a cada regi&amp;atilde;o e um representante das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sede do Munic&amp;iacute;pio pertencentes a cada regi&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; - Os representantes do Poder P&amp;uacute;blico de que trata o inciso II, do presente artigo, ter&amp;atilde;o direito a voz e voto, n&amp;atilde;o podendo ser indicados para os cargos diretivos do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; - Os representantes do Conselho Municipal de Sa&amp;uacute;de, do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do Conselho Municipal de Assist&amp;ecirc;ncia Social e do Trabalho, do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico Estadual e do Conselho da Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica, constantes na al&amp;iacute;nea "b" do inciso I, do presente artigo, dever&amp;atilde;o ser indicados dentre seus pares e n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ser votados para cargo diretivo do CMDS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - Qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorrida na documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional e legal das entidades p&amp;uacute;blicas e civis, membros  efetivos do conselho, dever&amp;aacute; ser encaminhada ao Conselho para atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o cadastral.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; -  O CMDS, de acordo com suas necessidades, criar&amp;aacute; C&amp;acirc;maras T&amp;eacute;cnicas que contemplem as Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas do Munic&amp;iacute;pio, para analisar e emitir  pareceres  sobre programas e projetos nas diversas &amp;aacute;reas de interesse de conformidade com sua compet&amp;ecirc;ncia, atendendo a zona urbana e rural, segundo seu regimento interno.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O  III&lt;br /&gt;DA DIRE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O, DA ELEI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E DOS MANDATOS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho ser&amp;aacute; formada por uma Comiss&amp;atilde;o Executiva eleita em Assembl&amp;eacute;ia Geral por um representante de cada regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A Comiss&amp;atilde;o Executiva ser&amp;aacute; formada por um Presidente, um Vice Presidente, um Secret&amp;aacute;rio Geral e um Secret&amp;aacute;rio de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;deg; - As associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comunit&amp;aacute;rias ser&amp;atilde;o representadas no Conselho por um titular membro da comunidade eleito atrav&amp;eacute;s da Assembl&amp;eacute;ia Geral convocada  para este fim,  as demais organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sociedade civil e &amp;oacute;rg&amp;atilde;os p&amp;uacute;blicos indicar&amp;atilde;o diretamente os seus representantes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos representantes das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comunit&amp;aacute;rias de que trata o presente artigo, ser&amp;aacute; feita atrav&amp;eacute;s da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de  ata do seu titular e suplente para as demais entidades que compor&amp;atilde;o o Conselho, a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita atrav&amp;eacute;s de of&amp;iacute;cio ao CMDS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que se refere o presente artigo somente poder&amp;aacute; ocorrer com a presen&amp;ccedil;a de 2/3 (dois ter&amp;ccedil;os) dos membros  do Conselho, com direito a voto  com convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica para tal fim.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;deg; - O Presidente, ap&amp;oacute;s assumir o cargo, em ato cont&amp;iacute;nuo indicar&amp;aacute; ao Conselho o nome da pessoa que dever&amp;aacute; desempenhar as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Secret&amp;aacute;rio Executivo, o qual se aprovado por maioria  dos seus membros ser&amp;aacute; encaminhado o nome acompanhado  com a ata que o aprovou, para  o Chefe do Poder Executivo nome&amp;aacute;-lo no cargo a que se refere o artigo 28 da presente lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - O Secret&amp;aacute;rio Executivo &amp;eacute; subordinado a Comiss&amp;atilde;o Executiva do  Conselho  e dar&amp;aacute; apoio administrativo e t&amp;eacute;cnico aos demais membros quando solicitado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O Secret&amp;aacute;rio Executivo dever&amp;aacute; ter escolaridade  m&amp;iacute;nima de  Ensino Fundamental completo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - Quando a escolha do Secretario Executivo recai sobre um membro do Conselho, este ficar&amp;aacute; automaticamente desligado da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de representante do Conselho, devendo a entidade indicar e/ou eleger outro representante.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;deg; - O mandato dos membros do Conselho, da Comiss&amp;atilde;o Executiva e do Comit&amp;ecirc; de Controle ser&amp;aacute; de 2 (dois) anos, podendo ser renovado com dois ter&amp;ccedil;os dos seus membros por igual per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;deg; -  O presidente do CMDS  e os membros do Comit&amp;ecirc; de Controle dever&amp;atilde;o ter escolaridade m&amp;iacute;nima de ensino fundamental completo, preferencialmente, ou incompleto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 10 - A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos membros do Conselho ser&amp;aacute; considerada de natureza relevante ao munic&amp;iacute;pio n&amp;atilde;o podendo ser remunerada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.  11 - Os procedimentos para o processo eleitoral a que se refere a presente Lei ser&amp;atilde;o disciplinados atrav&amp;eacute;s de Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa aprovada pelo Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;br /&gt;DAS COMPET&amp;Ecirc;NCIAS E ATRIBUI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I&lt;br /&gt;DA ASSEMBL&amp;Eacute;IA GERAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12 - A Assembl&amp;eacute;ia Geral  &amp;eacute; o &amp;uacute;nico colegiado de delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o exerc&amp;iacute;cio de compet&amp;ecirc;ncia do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13 - A Assembl&amp;eacute;ia Geral do Conselho ser&amp;aacute; convocada atrav&amp;eacute;s de Edital, assinada pelo Presidente ou por 2/3 (dois ter&amp;ccedil;os) dos seus membros com direito a voto, com anteced&amp;ecirc;ncia de no m&amp;iacute;nimo 03 (tr&amp;ecirc;s) dias e no m&amp;aacute;ximo de 05 (cinco) dias, contendo a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos assuntos a serem tratados, local, data e hor&amp;aacute;rio da reuni&amp;atilde;o, o qual ser&amp;aacute; encaminhado a cada um dos membros do Colegiado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - As reuni&amp;otilde;es de Assembl&amp;eacute;ia a que se refere o presente Artigo, dever&amp;atilde;o ser divulgadas em todas as comunidades do munic&amp;iacute;pio atrav&amp;eacute;s dos ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14 - As reuni&amp;otilde;es de Assembl&amp;eacute;ia Geral s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ocorrer com a presen&amp;ccedil;a m&amp;iacute;nima da maioria simples de seus membros e suas delibera&amp;ccedil;&amp;otilde;es  se dar&amp;atilde;o por vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o e maioria simples de votos  e em caso de empate, caber&amp;aacute; ao Presidente o voto de qualidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 15 - Na aus&amp;ecirc;ncia do Presidente do Conselho e do Vice Presidente a Assembl&amp;eacute;ia  eleger&amp;aacute; os substitutos  para presidir a  reuni&amp;atilde;o convocada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16 - N&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser colocado em discuss&amp;atilde;o projeto da comunidade, para efeito de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem a presen&amp;ccedil;a do representante da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou da comunidade  interessada com c&amp;oacute;pia de Ata da reuni&amp;atilde;o da comunidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 17 - O membro que, de alguma forma, infringir as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta Lei,  Normas e Regulamentos do Conselho, ficar&amp;aacute; sujeito &amp;agrave;s seguintes san&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - advert&amp;ecirc;ncia por escrito;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - suspens&amp;atilde;o para os reincidentes em infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o punida com advert&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - exclus&amp;atilde;o para os reincidentes em infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o punida com suspens&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As san&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas neste Artigo ser&amp;atilde;o aprovadas em Assembl&amp;eacute;ia Geral e aplicadas por Ato do Presidente do Conselho, atrav&amp;eacute;s de Portaria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Quando a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o for cometida pelo Presidente, a Assembl&amp;eacute;ia dever&amp;aacute; decidir sobre a san&amp;ccedil;&amp;atilde;o a ser aplicada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II&lt;br /&gt;DAS COMPETENCIAS DO CONSELHO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 18 - S&amp;atilde;o compet&amp;ecirc;ncias do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - CMDS:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - definir, anualmente, no m&amp;ecirc;s de novembro, o calend&amp;aacute;rio de reuni&amp;otilde;es  ordin&amp;aacute;rias para o ano seguinte com o respectivo plano de trabalho, podendo convocar reuni&amp;otilde;es extraordin&amp;aacute;rias  quantas vezes se fizerem necess&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - eleger atrav&amp;eacute;s de vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o secreta a Comiss&amp;atilde;o Executiva do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - aprovar o nome do Secret&amp;aacute;rio Executivo indicado pelo Presidente  do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - elaborar e aprovar anualmente Instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es Normativas, definindo procedimentos administrativos  para  o bom  funcionamento do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - listar anualmente as comunidades mais pobres do munic&amp;iacute;pio em ordem decrescente de pobreza, do mais pobre para o menos pobre. Considera-se, para efeito da presente Lei como comunidade menos pobre, aquela com maior n&amp;uacute;mero de resid&amp;ecirc;ncias em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s demais e que j&amp;aacute; possua eletricidade, abastecimento d'&amp;aacute;gua, estrada de acesso, escola, posto de sa&amp;uacute;de, centro social e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de moradia satisfat&amp;oacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - Enviar anualmente a lista das comunidades mais pobres e menos pobres para  o Prefeito Municipal, C&amp;acirc;mara de Vereadores e  demais entidades p&amp;uacute;blicas e privadas envolvidas com programas de combate a pobreza e outros programas que visem o desenvolvimento local sustent&amp;aacute;vel, anexando &amp;agrave; lista as necessidades de investimentos b&amp;aacute;sicos para a melhoria da qualidade de vida aprovada pelas comunidades;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - receber, analisar, priorizar e aprovar investimentos e projetos oriundos das comunidades;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - supervisionar, fiscalizar e avaliar todas as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovadas, contratadas ou n&amp;atilde;o pelo Conselho, no &amp;acirc;mbito do munic&amp;iacute;pio, atrav&amp;eacute;s do Comit&amp;ecirc; de Controle;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX - acompanhar os desembolsos financeiros observando sua correta aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X - O Presidente e o Secretario Geral, assinaram conv&amp;ecirc;nios e/ou contratos com entidades p&amp;uacute;blicas, privadas ou pessoas f&amp;iacute;sicas, visando  prestar assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica ao Conselho e &amp;agrave;s Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sediadas no munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XI - eleger  dentre seus membros, no m&amp;iacute;nimo 03 (tr&amp;ecirc;s) pessoas para compor o Comit&amp;ecirc; de Controle do Conselho, o qual ter&amp;aacute; o papel de supervisionar e fiscalizar todas as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos programas e projetos desenvolvidos pelas associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comunit&amp;aacute;rias do munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XII - auxiliar as associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no levantamento, an&amp;aacute;lise e elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de  projetos necess&amp;aacute;rios ao desenvolvimento das comunidades, na elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos  Comit&amp;ecirc;s de Controle dos respectivos projetos, bem como no cumprimento das normas emanadas pelo Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XII - autorizar o Presidente do Conselho a repassar os recursos &amp;agrave;s associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es respons&amp;aacute;veis pela execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos, quando for o caso;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XIII - elaborar e aprovar o Plano Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - PMDS, e encaminh&amp;aacute;-lo aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XIV - apreciar e aprovar o relat&amp;oacute;rio das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es desenvolvidas pelo Conselho, elaborado pela Comiss&amp;atilde;o Executiva e divulgar entre as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es envolvidas nos programas  e/ou projetos;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XV - promover interc&amp;acirc;mbio com os demais conselhos existentes no  munic&amp;iacute;pio e entidades governamentais e n&amp;atilde;o governamentais, com vistas a integrar os diversos programas e projetos, promovendo a sua complementaridade para o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XVI - receber, analisar e emitir parecer sobre projetos dos diversos setores, inclusive de cr&amp;eacute;dito fundi&amp;aacute;rio e agr&amp;iacute;cola, no &amp;acirc;mbito de programas de desenvolvimento agr&amp;aacute;rio ou de outra natureza, encaminhando-o para os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes, com vista a sua aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III&lt;br /&gt;DOS MEMBROS DO CONSELHO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 19 - Compete aos membros do Conselho:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - cumprir e fazer cumprir o disposto nesta Lei e outras disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovadas pelo Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - divulgar  as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es desenvolvidas pelo Conselho no &amp;acirc;mbito do munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - analisar, selecionar e emitir parecer em processos que lhe forem encaminhados pelo Presidente, observando as normas espec&amp;iacute;ficas de cada assunto analisado;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - listar, priorizar e aprovar os projetos selecionados em atendimento &amp;agrave;s necessidades do munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - requerer a convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter extraordin&amp;aacute;rio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - decidir sobre o programa interno de trabalho do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - acolher qualquer reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos moradores das comunidades e dar encaminhamento;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - participar de qualquer promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetuada pelo Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX - promover a articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as comunidades existentes no Munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X - estabelecer crit&amp;eacute;rios para gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o das comunidades mais pobres do Munic&amp;iacute;pio em ordem decrescente de pobreza.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O IV&lt;br /&gt;DO PRESIDENTE&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 20 - S&amp;atilde;o atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - CMDS:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - representar o Conselho ativa e passivamente, em ju&amp;iacute;zo ou fora dele;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - cumprir e fazer cumprir o disposto nesta Lei e outras disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovadas pelo Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - convocar os membros do Conselho para as reuni&amp;otilde;es ordin&amp;aacute;rias e extraordin&amp;aacute;rias, estabelecendo dia, local e hor&amp;aacute;rio, presidindo as reuni&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - atender o requerimento para convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es extraordin&amp;aacute;rias, quando assinadas por 2/3 (dois ter&amp;ccedil;os) dos membros do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - encaminhar processos &amp;agrave;s C&amp;acirc;maras T&amp;eacute;cnicas do CMDS para que estas emitam pareceres; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VI - encaminhar aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os financiadores as solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de financiamento de investimentos e projetos comunit&amp;aacute;rios, previamente aprovadas pelo Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - acolher e tomar provid&amp;ecirc;ncias de quaisquer reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos membros do Conselho e de representantes de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e/ou comunidades  presentes nas  reuni&amp;otilde;es do Conselho;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VIII - assinar em conjunto com o Secretario Geral e mais um membro eleito pelo Conselho, contratos, conv&amp;ecirc;nios e demais documentos financeiros, oriundos das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e do Fundo de Desenvolvimento Municipal - FUNDEM.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O V&lt;br /&gt;DO VICE PRESIDENTE&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 21 - Substituir o Presidente no caso de vac&amp;acirc;ncia ou sempre que for necess&amp;aacute;rio em todas as suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O VI&lt;br /&gt;SECRET&amp;Aacute;RIO GERAL&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 22 - S&amp;atilde;o  atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Secret&amp;aacute;rio Geral do Conselho:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Elaborar as Atas das Reuni&amp;otilde;es de Assembl&amp;eacute;ia do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Assessorar as Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Entidades Governamentais e n&amp;atilde;o Governamentais na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Plano de A&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Conselho para o Munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - assessorar &amp;agrave;s C&amp;acirc;maras T&amp;eacute;cnicas na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pareceres;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - receber e protocolar os projetos, sub projetos e presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contas das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, conferindo a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e emitindo parecer informativo ao Presidente do  Conselho, notificando &amp;agrave;s associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es  das pend&amp;ecirc;ncias, quando for o caso, para as devidas provid&amp;ecirc;ncias,  no prazo m&amp;aacute;ximo de 72  horas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - preencher e encaminhar para os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os envolvidos  os documentos exigidos de acordo com as suas normas e procedimentos operacionais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - desenvolver outras atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es correlatas, determinadas pelo Presidente do  Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;br /&gt;DAS  DISPOSI&amp;Ccedil;OES GERAIS E TRANSIT&amp;Oacute;RIAS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 23 - De acordo com o disposto  no Art. 4&amp;ordm; da presente lei fica criado, inicialmente, tr&amp;ecirc;s C&amp;acirc;maras T&amp;eacute;cnicas Consultivas para discuss&amp;atilde;o de investimentos de projetos oriundos do Projeto para Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Pobreza Rural no Estado de Sergipe - PCPR, do Programa Nacional de Apoio a Agricultura Familiar - PRONAF, do Programa Nacional de Cr&amp;eacute;dito Fundi&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - A C&amp;acirc;mara T&amp;eacute;cnica Consultiva, respons&amp;aacute;vel pela an&amp;aacute;lise e pareceres de investimentos e projetos oriundos do PCPR a que se refere o presente artigo, tem a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;- Um representante da PRONESE;&lt;br /&gt;- Um representante do Poder Executivo Municipal;&lt;br /&gt;- Um representante do Poder Legislativo Municipal, e &lt;br /&gt;- Quatro representantes das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, escolhidos pelo CMDS. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; - A C&amp;acirc;mara T&amp;eacute;cnica Consultiva respons&amp;aacute;vel pela an&amp;aacute;lise e pareceres de investimentos e projetos oriundos do PRONAF, a que se refere o presente artigo, tendo a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Um representante da EMDAGRO;&lt;br /&gt;- Um representante do Poder Executivo Municipal; &lt;br /&gt;- Um representante do Poder Legislativo Municipal; &lt;br /&gt;- Um representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais - STTR;&lt;br /&gt;- Tr&amp;ecirc;s representantes das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, escolhidos pelo CMDS.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; - A C&amp;acirc;mara T&amp;eacute;cnica Consultiva respons&amp;aacute;vel pela an&amp;aacute;lise e pareceres de investimentos e projetos oriundos do Cr&amp;eacute;dito Fundi&amp;aacute;rio e Banco da Terra, a que se refere o presente artigo, tendo a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;- Um representante da PRONESE;&lt;br /&gt;- Um representante da EMDAGRO; &lt;br /&gt;- Um representante do Poder Executivo Municipal; &lt;br /&gt;- Um representante do Poder Legislativo Municipal; &lt;br /&gt;- Um representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais - STTR;&lt;br /&gt;- Dois representantes das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, escolhidos pelo CMDS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;deg; - Os representantes que comp&amp;otilde;em as C&amp;acirc;maras criadas no presente artigo ser&amp;atilde;o eleitos dentre os  membros efetivos do CMDS, os quais dever&amp;atilde;o eleger  o seu coordenador.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 5&amp;deg; - O Presidente do Conselho ao receber o parecer da C&amp;acirc;mara T&amp;eacute;cnica sobre investimentos e projetos ou outras metas deliberativas, tem um prazo de 72 (setenta e duas) horas para convocar assembl&amp;eacute;ia do Conselho, para aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em estreita observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s diretrizes do Programa e &amp;agrave; realidade local.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 6&amp;deg; - Os pareceres emitidos pela C&amp;acirc;mara a que se refere o presente Artigo, somente poder&amp;atilde;o ser alterados com aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2/3 (dois ter&amp;ccedil;os) dos conselhereiros e sempre com a presen&amp;ccedil;a de no m&amp;iacute;nimo tr&amp;ecirc;s representantes da referida C&amp;acirc;mara.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 7&amp;deg; - Os pareceres  a que se referem os par&amp;aacute;grafos anteriores, ficam obrigados a seguir as Normas Operacionais do Programa para Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Pobreza Rural - PCPR, do Programa Nacional de Apoio a Agricultura Familiar - PRONAF e do Programa Nacional de Credito Fundi&amp;aacute;rio, implementados pelo Governo Estadual e Federal  atrav&amp;eacute;s das  referidas entidades t&amp;eacute;cnicas e de outros programas e projetos que vierem a ser implantados. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 8&amp;deg; - O Coordenador da C&amp;acirc;mara poder&amp;aacute; convocar t&amp;eacute;cnicos para assessorar o trabalho desta.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 9&amp;deg; - As delibera&amp;ccedil;&amp;otilde;es para aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo CMDS de investimentos e projetos comunit&amp;aacute;rios oriundos dos programas, projetos e sub projetos referidos no presente artigo, s&amp;atilde;o de responsabilidade exclusiva da Assembl&amp;eacute;ia do Conselho, ficando obrigado a seguir Normas Operacionais implementadas pelo Governo Estadual e Federal, atrav&amp;eacute;s das referidas entidades  e &amp;oacute;rg&amp;atilde;os respons&amp;aacute;veis pala execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos programas e projetos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 24 - As C&amp;acirc;maras T&amp;eacute;cnicas poder&amp;atilde;o ser extintas por delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Assembl&amp;eacute;ia quando da extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos programas e ou projetos sob sua responsabilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 25 - Fica criado o Fundo de Desenvolvimento Municipal -FUNDEM, no &amp;acirc;mbito do CMDS, com objetivo de receber   recursos oriundos de entidades p&amp;uacute;blicas  e/ou privadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos e as normas de funcionamento e gest&amp;atilde;o do FUNDEM a que se refere o presente Artigo ser&amp;atilde;o aprovadas  pelo Conselho, mediante Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa espec&amp;iacute;fica para este fim.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - As entidades da sociedade civil que tiverem membros representantes no Conselho dever&amp;atilde;o contribuir, mensalmente, com quantia financeira definida no  ato de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho, sendo este valor revisado anualmente, para constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Fundo, visando cobrir despesas administrativas do Colegiado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - A Prefeitura Municipal  se obriga a prever no or&amp;ccedil;amento anual do munic&amp;iacute;pio recursos de contrapartida para atender os financiamentos dos projetos aprovados pelo Conselho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - A movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira e assinatura de cheques dos recursos pertencentes ao Fundo ser&amp;atilde;o feitas conjuntamente pelo Presidente e Secret&amp;aacute;rio Geral. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 26 - O Conselho poder&amp;aacute; contratar assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica para seu assessoramento e de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comunit&amp;aacute;rias, utilizando-se dos  recursos oriundos do FUNDEM e dos programas e projetos especificados no artigo 23 da presente Lei.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 27 - O Poder Executivo fica com a responsabilidade de ceder ou locar um im&amp;oacute;vel e os equipamentos necess&amp;aacute;rios para funcionamento da Secretaria Executiva do Conselho, no prazo de at&amp;eacute; quarenta e cinco dias a contar da data de sua instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 28 - Fica criado o Cargo em Comiss&amp;atilde;o de Secret&amp;aacute;rio Executivo - S&amp;iacute;mbolo  CC 04, para exercer as atividades de compet&amp;ecirc;ncia da Secretaria Executiva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - A nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pessoa no cargo a que se refere o presente Artigo dever&amp;aacute; observar o disposto no Artigo 7&amp;ordm; e seus par&amp;aacute;grafos da presente Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 29 - As Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es conveniadas e/ou que tenham programas e projetos contratados com o CMDS poder&amp;atilde;o solicitar ao mesmo a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;ria com a respectiva pauta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 30 - Qualquer proposta de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesta Lei de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - CMDS, dever&amp;aacute; ser amplamente discutida e aprovada pela Assembl&amp;eacute;ia Geral do Conselho, para ent&amp;atilde;o ser submetida aos tr&amp;acirc;mites legais junto a C&amp;acirc;mara Municipal e Poder Executivo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 31 - A extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho ser&amp;aacute; deliberada em reuni&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;ria, especialmente convocada para este fim, cujo ato de extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; elaborado na forma legal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 32 - Os casos omissos ser&amp;atilde;o resolvidos pela Assembl&amp;eacute;ia Geral do Conselho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 33 - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogando-se  as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio e em  especial a Lei Municipal n. &amp;ordm; 841/97,  de 18 de Setembro de 1997, que cria o Conselho de Desenvolvimento Municipal - CONDEM, a Lei Municipal n. &amp;ordm; 1.052,  de 05 de Junho de 2003, que altera e cria dispositivos da Lei 841 e a Lei Municipal n. &amp;deg; 938, de 22 de Mar&amp;ccedil;o de 2001, que cria o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustent&amp;aacute;vel - CMDRS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secretario Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-01 00:00:00</criado><alterado>2009-12-01 00:00:00</alterado></item><item><id>1262</id><titulo>Autoriza o Poder Executivo Municipal a doar ao Governo do Estado de Sergipe um terreno destinado a constru&#xE7;&#xE3;o do CREAS (Centro de Refer&#xEA;ncia Especializada de Assist&#xEA;ncia Social), ao passo em que revoga a Lei Municipal n&#xBA;. 1.368 de 22 de outubro de 2009.</titulo><numero>1376</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-01 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-o-poder-executivo-municipal-a-doar-ao-governo-do-estado-de-sergipe-um-terreno-destinado-a-constru-o-do-creas-centro-de-refer-ncia-especializada-de-assist-ncia-social-ao-passo-em-que-revoga-a-lei-municipal-n-1-368-de-22-de-outubro-de-2009</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.376&lt;br /&gt;De 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza o Poder Executivo Municipal a doar ao Governo do Estado de Sergipe um terreno destinado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social), ao passo em que revoga a Lei Municipal n&amp;ordm;. 1.368 de 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a doar ao Governo do Estado de Sergipe, um terreno localizado na Travessa "D", esquina com a Rua Adalberto Silva (antiga Rua "E"), destinado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social) no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana/SE, com uma &amp;aacute;rea de terra medindo 2.722,93 m&amp;sup2;, situado em frente para o LESTE com a Travessa "D", ao NORTE com a Rua Adalberto Silva, ao SUL com a Rua Jos&amp;eacute; Braz Santos Oliveira e a OESTE com a Rua Projetada, conforme croqui anexo que passa a integrar a presente Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - o im&amp;oacute;vel doado &amp;eacute; fruto de um desmembramento de uma &amp;aacute;rea que possui como caracter&amp;iacute;sticas, confronta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e benfeitorias constantes da matr&amp;iacute;cula n&amp;ordm;. 03-5.356, fls. 256, do Livro 02-T, em 04 de novembro de 1993, do Cart&amp;oacute;rio de Registro de Im&amp;oacute;veis, desta Comarca.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O im&amp;oacute;vel doado destina-se &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede pr&amp;oacute;pria do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social);&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida no caput deste artigo ser&amp;aacute; registrada no termo de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Se no prazo de um ano da data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta lei a sede do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social), n&amp;atilde;o for devidamente constru&amp;iacute;da, a referida &amp;aacute;rea doada voltar&amp;aacute; a fazer parte do acervo imobili&amp;aacute;rio do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio, em especial a Lei n&amp;ordm;. 1.368, de 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-01 00:00:00</criado><alterado>2009-12-01 00:00:00</alterado></item><item><id>1261</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre o reajuste dos vencimentos dos Servidores Municipais do Magist&#xE9;rio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1377</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-01 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-o-reajuste-dos-vencimentos-dos-servidores-municipais-do-magist-rio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.377&lt;br /&gt;De 01 de dezembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Disp&amp;otilde;e sobre o reajuste dos vencimentos dos Servidores Municipais do Magist&amp;eacute;rio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Ficam reajustados em 2,35% (dois v&amp;iacute;rgula trinta e cinco por cento) os vencimentos dos Servidores Municipais do Magist&amp;eacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A tabela salarial dos Servidores Municipais do Magist&amp;eacute;rio passar&amp;aacute; a vigorar com os valores descritos na tabela em anexo nesta Lei.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - As despesas decorrentes da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Lei correr&amp;atilde;o por conta das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias pr&amp;oacute;prias do Poder Executivo, suplementadas se necess&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei tem seus efeitos retroativos a 01 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se. Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-01 00:00:00</criado><alterado>2009-12-01 00:00:00</alterado></item><item><id>1260</id><titulo>Altera a Lei 1.267, de 13 de dezembro de 2007 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1378</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-01 00:00:00</aprovada><slug>altera-a-lei-1-267-de-13-de-dezembro-de-2007-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.378&lt;br /&gt;De 01 de dezembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Altera a Lei 1.267, de 13 de dezembro de 2007 e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA - ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber, que a C&amp;acirc;mara Municipal de Vereadores, aprova e eu sanciono a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica alterado o artigo 19, da Lei n&amp;deg; 1.267, de 13 de dezembro de 2007, passando a ter a seguinte reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 19 - O CMMA ter&amp;aacute; representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sociedade civil organizada, parit&amp;aacute;ria com a do Poder P&amp;uacute;blico, com a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Nove representantes do Poder P&amp;uacute;blico, sendo:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) Seis representantes do Poder Executivo Municipal, indicados pelo prefeito;&lt;br /&gt;b) Dois representantes da C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana;&lt;br /&gt;c) Um representante de Institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica de ensino e pesquisa;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Nove representantes dos segmentos civis de Itabaiana, sendo:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) Um representante das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es civis e comunit&amp;aacute;rias e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores;&lt;br /&gt;b) Dois representantes do setor produtivo;&lt;br /&gt;c) Um representante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel - CMDS;&lt;br /&gt;d) Um representante dos Institutos de pesquisa e ensino superior;&lt;br /&gt;e) Tr&amp;ecirc;s representantes das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de classe;&lt;br /&gt;f) Um representante da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;deg; - Esta lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se. Cumpra-se.&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-01 00:00:00</criado><alterado>2009-12-01 00:00:00</alterado></item><item><id>1259</id><titulo>Autoriza a abertura de cr&#xE9;dito especial para os fins que especifica e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1379</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-01 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-a-abertura-de-cr-dito-especial-para-os-fins-que-especifica-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.379&lt;br /&gt;De 01 de dezembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza a abertura de cr&amp;eacute;dito especial para os fins que especifica e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica autorizada a abertura de Cr&amp;eacute;dito Especial ao or&amp;ccedil;amento vigente, no valor de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), para aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um im&amp;oacute;vel destinado &amp;agrave; instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Tutelar.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O im&amp;oacute;vel dever&amp;aacute; ser adquirido at&amp;eacute; o ano subseq&amp;uuml;ente a entrada em vigor desta lei e ser localizado na sede do Munic&amp;iacute;pio, preferencialmente em logradouro de f&amp;aacute;cil acesso.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Os recursos necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cr&amp;eacute;dito Especial ter&amp;atilde;o como fonte, os recursos provenientes da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Or&amp;ccedil;amento Municipal, qual seja:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;bull;	&amp;Oacute;rg&amp;atilde;o: 08.01 - Secretaria de Desenvolvimento Rural;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Funcional: 20.692.0017.2044 - Realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Feiras e Eventos Agropecu&amp;aacute;rios;&lt;br /&gt;&amp;bull;	C&amp;oacute;digo: 3390.39.00 - Outros Servi&amp;ccedil;os Terceiros - Pessoa Jur&amp;iacute;dica;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Fonte de Recurso: 000 - Recursos pr&amp;oacute;prios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se, Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 01 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-01 00:00:00</criado><alterado>2009-12-01 00:00:00</alterado></item><item><id>1258</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias. </titulo><numero>1380</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-08 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.380&lt;br /&gt;De 08 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada nos fundos da Itaflex, tendo seu in&amp;iacute;cio na Rua Aureliano Jos&amp;eacute; de Santana e finalizando na Rua Jos&amp;eacute; Belo de Ara&amp;uacute;jo, passar&amp;aacute; a denominar-se de RUA SEVERINO GERALDO DOS SANTOS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 08 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-08 00:00:00</criado><alterado>2009-12-08 00:00:00</alterado></item><item><id>1257</id><titulo>Institui o Plano Plurianual para o per&#xED;odo de 2010/2013 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.  </titulo><numero>1382</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-11 00:00:00</aprovada><slug>institui-o-plano-plurianual-para-o-per-odo-de-2010-2013-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.382&lt;br /&gt;De 11 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Institui o Plano Plurianual para o per&amp;iacute;odo de 2010/2013 e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Em cumprimento ao disposto no artigo 165, &amp;sect; 1&amp;ordm;, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal e na Lei Org&amp;acirc;nica Municipal, fica institu&amp;iacute;do o Plano Plurianual para o quadri&amp;ecirc;nio 2010/2013.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O Plano Plurianual 2010-2013 organiza a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental em Programas orientados para o alcance dos objetivos estrat&amp;eacute;gicos definidos para o per&amp;iacute;odo do Plano.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Os programas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste Plano ser&amp;atilde;o observados nas leis de diretrizes or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias, nas leis or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias anuais e nas leis que as modifiquem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - Para efeito desta Lei, estende-se por:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Programa: instrumento de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental que articula um conjunto de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es visando &amp;agrave; concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do objetivo nele estabelecido, sendo classificado como:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) Programa Final&amp;iacute;stico: pela sua implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o ofertados bens e servi&amp;ccedil;os diretamente &amp;agrave; sociedade e s&amp;atilde;o gerados resultados pass&amp;iacute;veis de aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o por indicadores;&lt;br /&gt;b) Programa de Apoio &amp;agrave;s Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas e &amp;Aacute;reas Especiais: aqueles voltados para a oferta de servi&amp;ccedil;os ao estado, para a gest&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas e para o apoio administrativo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - A&amp;ccedil;&amp;atilde;o: instrumento de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que contribui para atender ao objetivo de um programa, sendo classificada, conforme a sua natureza, em:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) Projeto: instrumento de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para alcan&amp;ccedil;ar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expans&amp;atilde;o ou aperfei&amp;ccedil;oamento da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de governo;&lt;br /&gt;b) Atividade: instrumento de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para alcan&amp;ccedil;ar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se realizam de um modo cont&amp;iacute;nuo e permanente, das quais resulta um produto necess&amp;aacute;rio &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - Os valores financeiros estabelecidos para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias s&amp;atilde;o estimativos, n&amp;atilde;o se constituindo em limites &amp;agrave; programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das despesas expressas nas leis or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias e em seus cr&amp;eacute;ditos adicionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;deg; - A altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou exclus&amp;atilde;o de programas constantes desta Lei, bem como a inclus&amp;atilde;o de novos programas ser&amp;aacute; proposta pelo Poder Executivo, por meio de projetos de lei de revis&amp;atilde;o ou espec&amp;iacute;fico de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;deg; - A inclus&amp;atilde;o, exclus&amp;atilde;o ou altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias e de suas metas, dentro de um programa, poder&amp;aacute; ocorrer por interm&amp;eacute;dio da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual ou de seus cr&amp;eacute;ditos adicionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;deg; - Fica o Poder Executivo autorizado a alterar indicadores de programas e a incluir, excluir ou alterar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e suas respectivas metas, sempre que tais modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o requeiram mudan&amp;ccedil;as no or&amp;ccedil;amento do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;deg; - O Poder Executivo proceder&amp;aacute; a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual dos resultados dos programas constantes desta Lei, que servir&amp;aacute; de subs&amp;iacute;dios para elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei de Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - Ficam dispensadas de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Plano as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias cuja execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o restrinja-se a um &amp;uacute;nico exerc&amp;iacute;cio financeiro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - Esta Lei entra em vigor em 1&amp;deg; de janeiro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12&amp;deg; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 11 de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-12-11 00:00:00</criado><alterado>2009-12-11 00:00:00</alterado></item><item><id>1256</id><titulo>C&#xD3;DIGO TRIBUT&#xC1;RIO MUNICIPAL - Altera e atualiza o C&#xF3;digo Tribut&#xE1;rio Municipal, as Normas do Processo Administrativo Fiscal e d&#xE1; provid&#xEA;ncias correlatas.</titulo><numero>12</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-12-29 00:00:00</aprovada><slug>c-digo-tribut-rio-municipal-altera-e-atualiza-o-c-digo-tribut-rio-municipal-as-normas-do-processo-administrativo-fiscal-e-d-provid-ncias-correlatas</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;C&amp;Oacute;DIGO TRIBUT&amp;Aacute;RIO MUNICIPAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;Iacute;NDICE GERAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES PRELIMINARES (art. 1&amp;ordm; e 2&amp;ordm;)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LIVRO I- DAS NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Titulo I-DA LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I -Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es preliminares (art.3&amp;ordm;) &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II -Das Leis,Decretos e Normas Complementares( art. 4&amp;ordm;)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II -Do Campo de Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria(art. 5&amp;ordm;)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;iacute;tulo II- DA OBRIGA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I -Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais(art. 6&amp;ordm;, )&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II -Do fato gerador(art. 7&amp;ordm;, 8&amp;ordm;,  9&amp;ordm; , 10, 11)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III -Do Sujeito Ativo(art. 12)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV -Do Sujeito Passivo&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais ( art. 13, 14 e 15)&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Da Solidariedade (art. 16, 17)&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Da Capacidade Tribut&amp;aacute;ria (art. 18)&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Do Domic&amp;iacute;lio Tribut&amp;aacute;rio (art. 19)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V - Da Responsabilidade Tribut&amp;aacute;ria&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais (art. 20)&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Da Responsabilidade dos Sucessores (art. 21, 22, 23, 24)&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Da Responsabilidade de terceiros (art. 25,26)&lt;br /&gt; Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Da Responsabilidade por Infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es (art. 27,28,29)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;T&amp;iacute;tulo III- DO CREDITO TRIBUTARIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I- Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais (art. 30, 31, 32)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II- Da constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do lan&amp;ccedil;amento(art. 33, 34, 35)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II -Das modalidades de lan&amp;ccedil;amento(art.36, 37,38, 39)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III -Da notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o(art. 40, 41, 42)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III- Da suspens&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I-  Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais (art. 43, 44)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II- Da morat&amp;oacute;ria (art. 45,46,47, 48)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV - Da extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Das Modalidades (art. 49)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Do Pagamento (art. 50,51,52,53,54,55,56,57)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Do Pagamento Indevido (art. 58,59,60,61,62)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Da Compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 63)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Da Transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 64)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Da Remiss&amp;atilde;o (art. 65)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Da Prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Decad&amp;ecirc;ncia (art. 66,67)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V- Da exclus&amp;atilde;o do Cr&amp;eacute;dito Tribut&amp;aacute;rio&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais (art. 68)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II- Da Isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o (69, 70, 71, 72, 73)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III- Da Anistia (art. 74)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Da imunidade (art. 75, 76)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;iacute;tulo IV- DA ADMINISTRA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I- Da Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Cadastro Fiscal (art. 77, 78,79)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II- Da Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 80, 81, 82, 83, 84, 85)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III- Da Unidade Fiscal (art. 86, 87, 88)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV- Das infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Penalidades&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais (art. 89, 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II- Das multas (art. 97, 98)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III- Das Proibi&amp;ccedil;&amp;otilde;es (art. 99)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V - Da D&amp;iacute;vida Ativa (art. 100, 101,102 103, 104,105, 106, 107)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo VI - Das Certid&amp;otilde;es Negativas (art.108, 109,110, 111, 112, 113)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LIVRO II- DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;iacute;tulo I- DOS TRIBUTOS&lt;br /&gt;Capitulo I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais (art. 114, 115, 116)&lt;br /&gt;Capitulo II - Da Compet&amp;ecirc;ncia Tribut&amp;aacute;ria (art. 117, 118)&lt;br /&gt;Capitulo III - Das Limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Compet&amp;ecirc;ncia tribut&amp;aacute;ria (art. 119, 120, 121)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;iacute;tulo II- DOS IMPOSTOS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais (art. 122)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II- Do Imposto Sobre Servi&amp;ccedil;os De Qualquer Natureza - ISSQN &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do fato Gerador e da incid&amp;ecirc;ncia (art. 123, 124, 125)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Da n&amp;atilde;o incid&amp;ecirc;ncia (art. 126)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Do local da Presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 127, 128)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Dos Contribuintes e Respons&amp;aacute;veis (art. 129, 130, 131)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Da Al&amp;iacute;quota e Base de C&amp;aacute;lculo (art. 132, 133, 134, 135, 136, 137)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Do arbitramento (art. 138, 139)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Da estimativa (art. 140, 141, 142)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII - Do Lan&amp;ccedil;amento e do Recolhimento ( art. 143, 144, 145)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IX - Da Escrita e Documento Fiscal (art. 146, 147, 148, 149, 150)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Dos Livros Fiscais (art. 151, 152, 153, 154, 155, 156, 157, 158)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Do Livro de Registro de Presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Servi&amp;ccedil;o (art. 159)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Finais (art. 160, 161)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Das Notas Fiscais (art. 162)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Dos Tipos de Notas Fiscais (art. 163)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Da Autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para impress&amp;atilde;o de Notas Fiscais (art. 164, 165, 166, 167)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Da Emiss&amp;atilde;o de Notas Fiscais (art. 168)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII - Da Nota Fiscal de Presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Servi&amp;ccedil;o (art. 169)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o IX - Do Extravio e Inutiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Notas Fiscais (art. 170)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o X - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Finais (art. 171, 172, 173, 174)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o X - Das isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es (art. 175, 176)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XI - Das infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Penalidades (art. 177)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XII - Da Suspens&amp;atilde;o ou Cancelamento de Licen&amp;ccedil;a (art. 178)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XIII - Da Sujei&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Regime Especial de Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 179, 180, 181, 182, 183, 184)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III- Do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do Fato Gerador e da Incid&amp;ecirc;ncia (art. 185, 186, 187)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Do sujeito passivo (art. 188, 189)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III- Da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art.190, 191, 192, 193, 194, 195, 196, 197, 198, 199, 200)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Do Al&amp;iacute;quota e da Base de C&amp;aacute;lculo (art. 201, 202, 203, 204, 205, 206, 207, 208)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Do Lan&amp;ccedil;amento (art. 209, 210, 211, 212)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Do Pagamento (art. 213, 214, 215, 216, 217) &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Da Isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 218, 219)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII - Das  Infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Penalidades (art. 220, 221, 222)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IX - Da Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 223, 224, 225, 226)	&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV- Do Imposto sobre Transmiss&amp;atilde;o "INTER-VIVOS" - ITBI&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do Fato Gerador e da Incid&amp;ecirc;ncia (art. 227, 228, 229, 230)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Da N&amp;atilde;o Incid&amp;ecirc;ncia (art. 231, 232)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Das Isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es (art. 233)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Da Al&amp;iacute;quota e Base de C&amp;aacute;lculo(art. 234, 235, 236)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 237, 238, 239, 240, 241, 242, 243, 244)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do Arbitramento (art. 245)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Dos Contribuintes e Respons&amp;aacute;veis (art. 246, 247, 248)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Do Lan&amp;ccedil;amento e do Recolhimento (art. 249, 250, 251,252)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII - Das Infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Penalidades (art. 253, 254, 255, 256, 257, 258)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO III- DAS TAXAS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I- Das Taxas Decorrentes do Efetivo Exerc&amp;iacute;cio de Poder de Pol&amp;iacute;cia Administrativa  &lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do Fato Gerador e do Contribuinte (art. 259, 260, 261, 262)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Da Base de C&amp;aacute;lculo e da Al&amp;iacute;quota (art. 263, 264)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Da Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 265)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Do Lan&amp;ccedil;amento (art.266)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Da Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art.267)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Das Penalidades (art. 268)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Da Taxa de Licen&amp;ccedil;a para Instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Funcionamento (art. 269, 270, 271)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o VIII - Da Taxa de Licen&amp;ccedil;a para Instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Funcionamento em Hor&amp;aacute;rio Especial (art.272, 273, 274, 275, 276, 277, 278)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IX - Da Taxa de Autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para Exerc&amp;iacute;cio de Atividades Econ&amp;ocirc;micas em Car&amp;aacute;ter Eventual ou Ambulante (art. 279, 280, 281, 282, 283)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o X - Da Taxa de Licen&amp;ccedil;a para Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Obras (art. 284, 285, 286, 287)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XI - Da Taxa de Autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para Exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Publicidade (art.288, 289, 290, 291, 292, 293, 294)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XII - Da Taxa de Autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para Ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Solo nos Logradouros P&amp;uacute;blicos (art. 295, 296, 297, 298).&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XIII - Da Taxa de Licenciamento Ambiental (art. 299, 300, 301, 302, 303)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XIV - Da Taxa de Expediente (art. 304, 305, 306, 307)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XV - Da Taxa de Coleta de Res&amp;iacute;duos (art.308, 309)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Da N&amp;atilde;o Incid&amp;ecirc;ncia (art. 310)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Do Contribuinte (art. 311)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Da Solidariedade (art. 312)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Da Base de C&amp;aacute;lculo (art. 313)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o V - Do Lan&amp;ccedil;amento (art. 314, 315)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o VI - Do Recolhimento (art. 316)&lt;br /&gt; Subse&amp;ccedil;&amp;atilde;o VII - Das Isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es (art. 317)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XVI - Da Taxa de Servi&amp;ccedil;os Diversos (art. 318, 319, 320)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XVII - Da Taxa de Servi&amp;ccedil;os Funer&amp;aacute;rios (art. 321, 322, 323, 324)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o XVIII - Da Taxa de Vistoria (art.325, 326, 327)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO IV- DA CONTRIBUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE MELHORIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do Fato Gerador e do Contribuinte (art.328, 329)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o II - Da Base de C&amp;aacute;lculo e da Al&amp;iacute;quota (art. 330, 331, 332, 333)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o III - Do Lan&amp;ccedil;amento e da Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 334)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o IV - Das  Penalidades (art. 335)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LIVRO III - DOS PRE&amp;Ccedil;OS P&amp;Uacute;BLICOS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO &amp;Uacute;NICO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais (art. 336, 337, 338, 339, 340, 341, 342)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LIVRO III - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es preliminares (art. 343)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO I- DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I - Dos Postulantes (art. 344)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II - Dos Prazos (art. 345, 346, 347, 348, 349)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO II - DO PROCESSO EM GERAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I - Do Requerimento (art. 350)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II - Da Intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 351, 352, 353, 354)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III - Do Procedimento de Pr&amp;eacute;vio Of&amp;iacute;cio (art. 355, 356, 357)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV - Do Processo de Of&amp;iacute;cio (art. 358)&lt;br /&gt;Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o I - Do Auto de Infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o (art. 359, 360, 361, 362)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V - Das Nulidades (art. 363, 364)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VI - Da Suspens&amp;atilde;o do Processo (art. 365, 366)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo VII - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Diversas (art. 367, 368, 369, 370, 371)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO III - DO PROCESSO CONTENCIOSO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I - Do Lit&amp;iacute;gio (art. 372, 373, 374, 375, 376, 377, 378)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II - Do Julgamento de Primeira Inst&amp;acirc;ncia (art. 379, 380)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo III - Dos Recursos (art. 381, 382, 383, 384)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV - Do Julgamento em Segunda Inst&amp;acirc;ncia (art. 385, 386, 387, 388, 389, 390, 391, 392, 393)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V - Da Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Decis&amp;otilde;es Condenat&amp;oacute;rias (art. 394)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO IV- DO PROCESSO NORMATIVO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I - Da Consulta (art. 395, 396, 397, 398, 399, 400, 401, 402)&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II - Do Procedimento Normativo (art. 403, 404, 405)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO V- DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Ocirc;ES FINAIS E TRANSIT&amp;Oacute;RIAS (art. 406, 407, 408, 409, 410, 411, 412)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI COMPLEMENTAR N&amp;ordm; 12/2009 &lt;br /&gt; De 29 de dezembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Altera e atualiza o C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Municipal, as Normas do Processo Administrativo Fiscal e d&amp;aacute; provid&amp;ecirc;ncias correlatas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO DO MUNIC&amp;iacute;PIO DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, Faz saber que a C&amp;acirc;mara Municipal  aprovou e ele sancionou a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES PRELIMINARES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm;. Esta Lei atualiza o C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio do Munic&amp;iacute;pio, dispondo sobre fatos geradores, contribuintes, respons&amp;aacute;veis, bases de c&amp;aacute;lculo, al&amp;iacute;quotas, lan&amp;ccedil;amento e arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada tributo, disciplinando a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria,  obedecendo os mandamentos da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, da Lei Org&amp;acirc;nica do Municic&amp;iacute;pio,  do C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Nacional, da Lei Complementar 116/2003 e demais leis nos limites da suas respectivas compet&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm;. O C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do de 04(quatro) livros, com a mat&amp;eacute;ria assim distribu&amp;iacute;da:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - LIVRO I - Das Normas Gerais do Direito Tribut&amp;aacute;rio Municipal;&lt;br /&gt;II - LIVRO II - Do Sistema Tribut&amp;aacute;rio Municipal;&lt;br /&gt;III - LIVRO III - Dos Pre&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos;&lt;br /&gt;IV - LIVRO IV - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais, Transit&amp;oacute;rias e Finais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LIVRO I&lt;br /&gt;DAS NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO I&lt;br /&gt;DA LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O l - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Preliminares&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm;. Este Livro estabelece normas aplic&amp;aacute;veis a todos os impostos, taxas, e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de melhoria devidos ao Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana,  sendo considerados, como complementares do mesmo, os t&amp;iacute;tulos legais especiais.  Aplicam-se &amp;agrave;s rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre a Fazenda Municipal e aos contribuintes as normas gerais de direito tribut&amp;aacute;rio constantes deste C&amp;oacute;digo e do C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Nacional.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. Microempresas e empresas de pequeno porte, assim caracterizadas por legislac&amp;atilde;o pertinente Federal e Estadual, obedecer&amp;atilde;o a regime tribut&amp;aacute;rio espec&amp;iacute;fico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. Incentivos financeiros e tribut&amp;aacute;rios, genericamente considerados, em atendimento ao par&amp;aacute;grafo 6, do Inciso VI, do art. 150 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ser concedidos mediante lei espec&amp;iacute;fica, fazendo parte do cen&amp;aacute;rio institucional tribut&amp;aacute;rio do munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II - Das Leis, Decretos e Normas Complementares&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm;. A Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria Municipal, compreende as Leis, os Decretos e Normas Complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos de compet&amp;ecirc;ncia municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - S&amp;atilde;o normas complementares das Leis e dos Decretos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I -as Portarias, as Instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Avisos, Ordens de Servi&amp;ccedil;os e outros atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas;&lt;br /&gt;II- as decis&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes das inst&amp;acirc;ncias administrativas;&lt;br /&gt;III- as pr&amp;aacute;ticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas;&lt;br /&gt;IV- os Conv&amp;ecirc;nios que o Munic&amp;iacute;pio celebrar com autoridades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ou indireta da Uni&amp;atilde;o, Estado ou Munic&amp;iacute;pios;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo II&lt;br /&gt;DO CAMPO DA APLICA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DA LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm;. A rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dico-tribut&amp;aacute;ria ser&amp;aacute; regida, em princ&amp;iacute;pio, pela legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente no momento em que tiver lugar o ato ou fato tribut&amp;aacute;vel, salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressa em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO II&lt;br /&gt;DA OBRIGA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 6&amp;ordm;. A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria &amp;eacute; principal ou acess&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;.  A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal surge em ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador, tem por objeto o pagamento do tributo ou penalidade pecuni&amp;aacute;ria e extingue-se juntamente com o cr&amp;eacute;dito dela decorrente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;.  A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria, decorre da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria e tem por objeto as presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, positivas ou negativas, nelas previstas, no interesse da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou da fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tributos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;.  A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria, pelo simples fato de sua inobserv&amp;acirc;ncia, converte-se em obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal relativamente &amp;agrave; penalidade pecuni&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo II&lt;br /&gt;DO FATO GERADOR&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm;.  Fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o definida em Lei como necess&amp;aacute;ria e suficiente a sua ocorr&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 8&amp;ordm;. Fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria, &amp;eacute; qualquer situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel, imp&amp;otilde;e a pr&amp;aacute;tica ou a absten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ato que n&amp;atilde;o configure obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm;. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lei em contr&amp;aacute;rio, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos:&lt;br /&gt;I - tratando-se de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fato, desde o momento em que se verifiquem as circunst&amp;acirc;ncias materiais necess&amp;aacute;rias a que produza os efeitos que normalmente lhe s&amp;atilde;o pr&amp;oacute;prios;&lt;br /&gt;II - tratando-se de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica, desde o momento em que esteja definitivamente constitu&amp;iacute;da, nos termos de direito aplic&amp;aacute;vel;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A autoridade administrativa poder&amp;aacute; desconsiderar atos ou neg&amp;oacute;cios jur&amp;iacute;dicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordin&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10. Para os efeitos do Inciso II, do artigo anterior e salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio, os atos ou neg&amp;oacute;cios jur&amp;iacute;dicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados:&lt;br /&gt;I - sendo suspensiva a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o momento do seu implemento;&lt;br /&gt;II - sendo resolut&amp;oacute;ria a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o momento da pr&amp;aacute;tica do ato ou da celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11.  A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do fato gerador &amp;eacute; interpretada abstraindo-se:&lt;br /&gt;I - da validade jur&amp;iacute;dica dos atos, efetivamente praticados pelos contribuintes, respons&amp;aacute;veis ou terceiros, bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos;&lt;br /&gt;II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo III&lt;br /&gt;DO SUJEITO ATIVO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12. Sujeito ativo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a pessoa jur&amp;iacute;dica de direito p&amp;uacute;blico interno titular da compet&amp;ecirc;ncia para exigir o seu cumprimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Capitulo IV&lt;br /&gt;DO SUJEITO PASSIVO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O l - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13. Sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal &amp;eacute; a pessoa obrigada ao pagamento de tributos ou penalidades pecuni&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal, diz-se:&lt;br /&gt;I -contribuinte, quando tenha rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal e direta com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitua o respectivo fato gerador;&lt;br /&gt;II - respons&amp;aacute;vel, quando sem revestir a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contribuinte, sua obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorra de disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressa em lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14. Sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria &amp;eacute; a pessoa obrigada &amp;agrave;s presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que constituem o seu objeto.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio &amp;agrave;s conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es particulares, relativas &amp;agrave; responsabilidade pelo pagamento de tributo, n&amp;atilde;o podem ser opostas a Fazenda P&amp;uacute;blica, para modificar a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal do sujeito passivo das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias correspondentes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II - Da solidariedade&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16. S&amp;atilde;o solidariamente obrigadas:&lt;br /&gt;I - as pessoas que tenham interesse com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitua o fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal;&lt;br /&gt;II - as pessoas que concorram para a pr&amp;aacute;tica de atos que possam configurar Crime Contra a Ordem Tribut&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;II - as pessoas expressamente designadas por lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico -  A solidariedade referida neste artigo n&amp;atilde;o comporta benef&amp;iacute;cio de ordem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 17. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio, s&amp;atilde;o os seguintes os efeitos da solidariedade:&lt;br /&gt;I - o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais;&lt;br /&gt;II - a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou remiss&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo;&lt;br /&gt;III - a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica os demais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III - Da capacidade tribut&amp;aacute;ria&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 18. A capacidade tribut&amp;aacute;ria passiva independe:&lt;br /&gt;I - da capacidade civil das pessoas naturais;&lt;br /&gt;II - de se achar a pessoa natural sujeita a medidas que importem priva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de seus bens ou neg&amp;oacute;cios;&lt;br /&gt;III - de estar a pessoa jur&amp;iacute;dica regularmente constitu&amp;iacute;da, bastando que configure uma unidade econ&amp;ocirc;mica ou profissional.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O IV - Do domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 19. Na falta de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo contribuinte ou respons&amp;aacute;vel, do domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel, considera-se como tal:&lt;br /&gt;I - quanto &amp;agrave;s pessoas naturais, a sua resid&amp;ecirc;ncia habitual, ou, sendo essa incerta ou desconhecida, o centro habitual de sua atividade;&lt;br /&gt;II - quanto &amp;agrave;s pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado ou as firmas individuais, o lugar da sede, ou, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos atos ou fatos que derem origem &amp;agrave; obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o de cada estabelecimento.&lt;br /&gt;III - quanto &amp;agrave;s pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito p&amp;uacute;blico, qualquer de suas reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es no territ&amp;oacute;rio da entidade tributante.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;.  Quando n&amp;atilde;o couber a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras fixadas em qualquer dos incisos deste artigo, considerar-se-&amp;aacute; como domic&amp;iacute;lio tribut&amp;aacute;rio do contribuinte ou respons&amp;aacute;vel o lugar da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens ou da ocorr&amp;ecirc;ncia dos atos ou fatos que deram origem &amp;agrave; obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. A autoridade administrativa pode recusar o domicilio eleito, quando impossibilite ou dificulte a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tributo, aplicando-se ent&amp;atilde;o a regra do par&amp;aacute;grafo anterior.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo V &lt;br /&gt; DA RESPONSABILIDADE TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 20. Sem preju&amp;iacute;zo do disposto neste cap&amp;iacute;tulo, a lei pode atribuir de modo expresso, a responsabilidade pelo cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em car&amp;aacute;ter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II - Da responsabilidade dos sucessores&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 21. Os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios relativos ao imposto predial e territorial urbano, as taxas pela presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os referentes a tais im&amp;oacute;veis ou as contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de melhoria sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quando conste do t&amp;iacute;tulo a prova de sua quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico -  No caso de arremata&amp;ccedil;&amp;atilde;o em hasta p&amp;uacute;blica, a sub-roga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre sobre o respectivo pre&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 22. S&amp;atilde;o pessoalmente respons&amp;aacute;veis:&lt;br /&gt;I - o adquirente ou remitente, pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos;&lt;br /&gt;II - o sucessor a qualquer t&amp;iacute;tulo e o c&amp;ocirc;njuge meeiro, pelos tributos devidos pelo de cujus at&amp;eacute; a data da partilha ou adjudica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, limitada essa responsabilidade ao montante do quinh&amp;atilde;o do legado ou da mea&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;III - o esp&amp;oacute;lio, pelos tributos devidos pelo de cujus at&amp;eacute; a data da abertura da sucess&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 23.  A pessoa jur&amp;iacute;dica de direito privado que resultar de fus&amp;atilde;o, transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outra ou em outra &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pelos tributos devidos at&amp;eacute; a data dos atos praticados pelas pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O disposto neste artigo aplica-se aos casos de extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado quando a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da respectiva atividade seja continuada por qualquer s&amp;oacute;cio remanescente, ou seu esp&amp;oacute;lio, sob a mesma ou outra raz&amp;atilde;o social, ou sob firma individual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 24.  A pessoa natural ou jur&amp;iacute;dica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer t&amp;iacute;tulo, fundo de com&amp;eacute;rcio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sob a mesma ou outra raz&amp;atilde;o social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos at&amp;eacute; a data do ato:&lt;br /&gt;I - integralmente, se o alienante cessar a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio, ind&amp;uacute;stria ou atividade;&lt;br /&gt;II - subsidiariamente com o alienante se este prosseguir na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou iniciar, dentro de seis meses a contar da data da aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de com&amp;eacute;rcio, ind&amp;uacute;stria ou profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. O disposto no caput deste artigo n&amp;atilde;o se aplica na hip&amp;oacute;tese de aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial:&lt;br /&gt;I - em processo de fal&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;II - de filial ou unidade produtiva isolada, em processo de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. N&amp;atilde;o se aplica o disposto no par&amp;aacute;grafo 1&amp;ordm; deste artigo quando o adquirente for:&lt;br /&gt;I - s&amp;oacute;cio da sociedade falida ou em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial, ou sociedade controlada pelo devedor ou em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial;&lt;br /&gt;II - parente, em linha reta ou colateral at&amp;eacute; o 4&amp;ordm; (quarto) grau, consang&amp;uuml;&amp;iacute;neo ou afim, do devedor falido ou em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial ou de qualquer de seus s&amp;oacute;cios;&lt;br /&gt;III - identificado como agente do falido ou do devedor em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial com o objetivo de fraudar a sucess&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;. Em processo da fal&amp;ecirc;ncia, o produto da aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial de empresa, filial ou unidade produtiva isolada permanecer&amp;aacute; em conta de dep&amp;oacute;sito &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ju&amp;iacute;zo de fal&amp;ecirc;ncia pelo prazo de 1 (um) ano, contado da data da aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, somente podendo ser utilizado para o pagamento de cr&amp;eacute;ditos extraconcursais ou de cr&amp;eacute;ditos que preferem ao tribut&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III - Da responsabilidade de terceiros&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 25. Nos casos de impossibilidade de exig&amp;ecirc;ncia do cumprimento da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal pelo contribuinte, respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omiss&amp;otilde;es de que foram respons&amp;aacute;veis:&lt;br /&gt;I - os pais, pelos tributos devidos por seus filhos menores;&lt;br /&gt;II - os tutores ou curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados;&lt;br /&gt;III - os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes;&lt;br /&gt;IV - o inventariante, pelos tributos devidos pelo esp&amp;oacute;lio;&lt;br /&gt;V - o s&amp;iacute;ndico e o comiss&amp;aacute;rio, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordat&amp;aacute;rio;&lt;br /&gt;VI - os tabeli&amp;atilde;es, escriv&amp;atilde;es e demais serventu&amp;aacute;rios de of&amp;iacute;cio, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, em raz&amp;atilde;o do seu of&amp;iacute;cio;&lt;br /&gt;VII - os s&amp;oacute;cios, no caso de liquida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sociedade de pessoas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O disposto neste artigo s&amp;oacute; se aplica, em mat&amp;eacute;ria de penalidades, &amp;agrave;s de car&amp;aacute;ter morat&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 26. S&amp;atilde;o pessoalmente respons&amp;aacute;veis pelos cr&amp;eacute;ditos correspondentes as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei, contrato social ou estatutos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - as pessoas referidas no artigo anterior;&lt;br /&gt;II - os mandat&amp;aacute;rios, prepostos e empregados;&lt;br /&gt;III - os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O IV - Da responsabilidade por infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 27. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio, a responsabilidade por infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria independe da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agente ou do respons&amp;aacute;vel, e da efetividade, natureza e extens&amp;atilde;o dos efeitos do ato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 28.  A responsabilidade &amp;eacute; pessoal ao agente:&lt;br /&gt;I -	quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es conceituadas por lei como crimes ou contraven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, salvo quando praticadas no exerc&amp;iacute;cio regular de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mandato, fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cargo ou emprego, ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito;&lt;br /&gt;II - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es em cuja defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o o dolo espec&amp;iacute;fico do agente seja elementar;&lt;br /&gt;III - quanto &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es que decorram direta e exclusivamente de dolo espec&amp;iacute;fico:&lt;br /&gt;a) as pessoas referidas no artigo 25, contra aqueles por quem respondem;&lt;br /&gt;b)dos mandat&amp;aacute;rios, prepostos ou empregados, contra seus mandantes, preponentes ou empregadores;&lt;br /&gt;c) dos diretores, gerentes ou representantes de pessoas jur&amp;iacute;dicas de direito privado, contra estas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 29.  A responsabilidade &amp;eacute; exclu&amp;iacute;da pela den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou do dep&amp;oacute;sito da import&amp;acirc;ncia arbitrada pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico -  N&amp;atilde;o se considera espont&amp;acirc;nea a den&amp;uacute;ncia apresentada ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, relacionada com a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO III&lt;br /&gt;DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo I&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 30. O Cr&amp;eacute;dito Tribut&amp;aacute;rio decorre da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal e tem a mesma natureza desta.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 31. As circunst&amp;acirc;ncias que modificam o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, sua extens&amp;atilde;o ou seus efeitos, ou as garantias ou os privil&amp;eacute;gios a ele atribu&amp;iacute;dos, ou que excluem sua exigibilidade, n&amp;atilde;o afetam a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tributaria que lhe deu origem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 32. O cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio regularmente constitu&amp;iacute;do somente se modifica ou extingue, ou tem sua exigibilidade suspensa ou exclu&amp;iacute;da, nos casos previstos neste C&amp;oacute;digo, fora dos quais n&amp;atilde;o podem ser dispensadas, sob pena de responsabilidade funcional, na forma da lei, a sua efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou as respectivas garantias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Cap&amp;iacute;tulo II&lt;br /&gt;DA CONSTITUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I - Do Lan&amp;ccedil;amento&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 33. Compete privativamente &amp;agrave; autoridade administrativa, constituir o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio pelo lan&amp;ccedil;amento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o correspondente, determinar a mat&amp;eacute;ria tribut&amp;aacute;vel, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo o caso, propor a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da penalidade cab&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A atividade administrativa de lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; vinculada e obrigat&amp;oacute;ria, sob pena de responsabilidade funcional.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 34. O cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o pode ter o seu nascimento obstado nem os seus elementos modificados por declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vontade que n&amp;atilde;o emane do poder competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 35. &amp;Eacute; ineficaz, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Fisco, a cess&amp;atilde;o de obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagar qualquer cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, decorrente de acordo entre pessoas f&amp;iacute;sicas ou jur&amp;iacute;dicas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O  II -Das Modalidades de Lan&amp;ccedil;amento&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 36. O lan&amp;ccedil;amento regularmente notificado ao sujeito passivo s&amp;oacute; pode ser alterado em virtude de:&lt;br /&gt;I - impugna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo;&lt;br /&gt;II - recurso de of&amp;iacute;cio;&lt;br /&gt;III - iniciativa de of&amp;iacute;cio da autoridade administrativa, nos casos previstos no artigo 38.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 37. O lan&amp;ccedil;amento compreende as seguintes modalidades:&lt;br /&gt;I -	lan&amp;ccedil;amento por declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o - quando for efetuado pelo fisco com base na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, presta &amp;agrave; autoridade fazend&amp;aacute;ria informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre mat&amp;eacute;ria de fato indispens&amp;aacute;vel &amp;agrave; sua efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;II - lan&amp;ccedil;amento direto - quando for unilateralmente pela autoridade tribut&amp;aacute;ria, sem interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contribuinte;&lt;br /&gt;III -lan&amp;ccedil;amento por homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - quando a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o atribuir ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento do tributo, sem pr&amp;eacute;vio exame da autoridade administrativa, operando-se o lan&amp;ccedil;amento pelo ato em que a referida autoridade, tomando conhecimento da atividade assim exercida pelo obrigado, expressamente o homologue.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. O pagamento antecipado pelo obrigado, nos termos do inciso III deste artigo, extingue o cr&amp;eacute;dito, sob condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o resolut&amp;oacute;ria de ulterior homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;.  Na hip&amp;oacute;tese do inciso III deste artigo, n&amp;atilde;o influem sobre a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria quaisquer atos anteriores &amp;agrave; homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, praticados pelo sujeito passivo ou por terceiros, visando &amp;agrave; extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito. Tais atos ser&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, considerados na apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do saldo porventura devido e, sendo o caso, na imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade ou na sua gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;. S&amp;atilde;o de 5 (cinco) anos, a contar da ocorr&amp;ecirc;ncia do fato gerador, o prazo para a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento a que se refere o inciso III deste artigo, sendo que, expirado esse prazo, considera-se homologado o lan&amp;ccedil;amento e definitivamente extinto o cr&amp;eacute;dito, salvo se comprovada a ocorr&amp;ecirc;ncia de dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;4&amp;ordm;.  Nas hip&amp;oacute;teses dos incisos I e III deste artigo, a retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o por iniciativa do pr&amp;oacute;prio declarante, quando vise reduzir ou excluir o tributo, s&amp;oacute; ser&amp;aacute; admiss&amp;iacute;vel mediante comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do erro em que se funde e antes de notificado o lan&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;5&amp;ordm;.  Os erros contidos na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que se referem os incisos I e III deste artigo, apurados quando do seu exame, ser&amp;atilde;o ratificados de of&amp;iacute;cio pela autoridade administrativa &amp;agrave; qual competir a revis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 38. O lan&amp;ccedil;amento dever&amp;aacute; ser efetuado e revisto de of&amp;iacute;cio pela autoridade competente, nos seguintes casos:&lt;br /&gt;I - quando a lei assim o determinar;&lt;br /&gt;II - quando a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o seja prestada por quem de direito, no prazo, na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria.&lt;br /&gt;III - quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos termos do inciso anterior, deixe de atender, no prazo e na forma da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prest&amp;aacute;-lo ou n&amp;atilde;o preste satisfatoriamente, a ju&amp;iacute;zo daquela autoridade;&lt;br /&gt;IV - quando se comprove falsidade, erro ou omiss&amp;atilde;o quando a qualquer elemento definido na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria como sendo de declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria;&lt;br /&gt;V - quando se comprove omiss&amp;atilde;o ou inexatid&amp;atilde;o, por parte da pessoa legalmente obrigada, no exerc&amp;iacute;cio da atividade a que se refere o artigo seguinte;&lt;br /&gt;VI - quando se comprove a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou omiss&amp;atilde;o do sujeito passivo, ou de terceiro legalmente obrigado, que d&amp;ecirc; lugar &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade pec&amp;uacute;niaria;&lt;br /&gt;VII - quando se comprove que o sujeito passivo ou terceiro, em benef&amp;iacute;cio daquele, agiu com dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;VIII - quando deva ser apreciado fato n&amp;atilde;o conhecido ou n&amp;atilde;o provado por ocasi&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento anterior;&lt;br /&gt;IX - quando se comprove que, no lan&amp;ccedil;amento anterior ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que afetou, ou omiss&amp;atilde;o, pela autoridade de ato ou formalidade essencial.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 39. Poder&amp;aacute; a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria atribuir ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem pr&amp;eacute;vio exame da autoridade competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. O pagamento antecipado pelo obrigado nos termos deste artigo, extingue-se o cr&amp;eacute;dito sob condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o resolut&amp;oacute;ria da ulterior homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. N&amp;atilde;o influem sobre a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria quaisquer atos anteriores &amp;aacute; homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o praticados pelo sujeito passivo ou por terceiros, visando a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;.  Os atos a que se refere o par&amp;aacute;grafo anterior, ser&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, considerados na apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do saldo porventura devido e, sendo o caso, na imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade ou sua gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III - Da notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 40. O lan&amp;ccedil;amento dos tributos e suas modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o comunicados aos contribuintes, mediante notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta, com a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do prazo de at&amp;eacute; 08(oito) dias para o respectivo pagamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 41. A notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita em formul&amp;aacute;rio pr&amp;oacute;prio e conter&amp;aacute; os seguintes elementos essenciais: &lt;br /&gt; 1 - nome do notificado;&lt;br /&gt; 2 - descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fato tribut&amp;aacute;vel;&lt;br /&gt; 3 - valor do tributo e penalidades se houver;&lt;br /&gt; 4 - assinatura do notificante.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 42.  A notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita por edital, afixado em lugar pr&amp;oacute;prio da reparti&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal competente, ou publicado num jornal de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando n&amp;atilde;o for localizado o contribuinte.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III &lt;br /&gt; DA SUSPENS&amp;Atilde;O DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I - Das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 43. Suspendem a exigibilidade do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio:&lt;br /&gt;I - a morat&amp;oacute;ria;&lt;br /&gt;II - o dep&amp;oacute;sito do seu montante integral;&lt;br /&gt;III - as reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os recursos, nos termos do processo administrativo tribut&amp;aacute;rio;&lt;br /&gt;IV - a concess&amp;atilde;o de medida liminar em mandado de seguran&amp;ccedil;a;&lt;br /&gt;V - a concess&amp;atilde;o de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras esp&amp;eacute;cies de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial;&lt;br /&gt;VI - o parcelamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O disposto neste artigo n&amp;atilde;o dispensa o cumprimento das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias dependentes da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal cujo cr&amp;eacute;dito seja suspenso, ou dela conseq&amp;uuml;entes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 44. O parcelamento a que se refere o inciso VI do artigo anterior ser&amp;aacute; concedido na forma e condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelecidas no artigo 54 desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio, o parcelamento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o exclui a incid&amp;ecirc;ncia de juros, multas e atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es monet&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. Aplicam-se, subsidiariamente, ao parcelamento, as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste C&amp;oacute;digo, relativas &amp;agrave; morat&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II - Da morat&amp;oacute;ria&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 45. A morat&amp;oacute;ria somente pode ser concedida:&lt;br /&gt;I - em car&amp;aacute;ter geral;&lt;br /&gt;II - em car&amp;aacute;ter individual, por despacho da autoridade administrativa. .&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. Na hip&amp;oacute;tese do inciso II, a concess&amp;atilde;o da morat&amp;oacute;ria n&amp;atilde;o gera direito adquirido e ser&amp;aacute; revogada de of&amp;iacute;cio sempre que se apure que o beneficiado n&amp;atilde;o satisfazia ou deixou de satisfazer as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou n&amp;atilde;o cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para a concess&amp;atilde;o do favor, cobrando-se o cr&amp;eacute;dito acrescido de juros de mora com imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da penalidade cab&amp;iacute;vel nos casos de dolo ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do beneficiado, ou de terceiro em benef&amp;iacute;cio daquele, dispensada a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade nos demais casos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. Imposta a penalidade nos casos de dolo ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do beneficiado ou de terceiro em benef&amp;iacute;cio daquele, o tempo decorrido entre a concess&amp;atilde;o de morat&amp;oacute;ria e sua revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; computado para efeito da prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito &amp;agrave; cobran&amp;ccedil;a do cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;. Nos casos em que n&amp;atilde;o ocorra a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidade, a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o somente poder&amp;aacute; ocorrer antes de prescrito o referido direito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 46. A lei que conceda morat&amp;oacute;ria em car&amp;aacute;ter geral ou autorize sua concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual especificar&amp;aacute;, sem preju&amp;iacute;zo de outros requisitos:&lt;br /&gt;I -	o prazo de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do favor;&lt;br /&gt;II - as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da concess&amp;atilde;o do favor em car&amp;aacute;ter individual;&lt;br /&gt;III - sendo caso:&lt;br /&gt;a) os tributos a que se aplica;&lt;br /&gt;b) o n&amp;uacute;mero de presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e seus vencimentos, dentro do prazo a que se refere o inciso I, podendo atribuir a fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uns e de outros &amp;agrave; autoridade administrativa, para cada caso de concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual.&lt;br /&gt;c) as garantias que devem ser fornecidas pelo beneficiado no caso de concess&amp;atilde;o em car&amp;aacute;ter individual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 47. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio, a morat&amp;oacute;ria somente abrange os cr&amp;eacute;ditos definitivamente constitu&amp;iacute;dos &amp;agrave; data da lei ou do despacho que a conceder, ou cujo lan&amp;ccedil;amento j&amp;aacute; tenha sido iniciado &amp;agrave;quela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. A morat&amp;oacute;ria n&amp;atilde;o aproveita aos casos de dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo ou de terceiro em benef&amp;iacute;cio daquele.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 48. O parcelamento ser&amp;aacute; concedido na forma e condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelecida em lei espec&amp;iacute;fica.&lt;br /&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. Salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lei em contr&amp;aacute;rio, o parcelamento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o exclui a incid&amp;ecirc;ncia de juros, multas e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. Aplica-se, subsidiariamente, ao parcelamento, as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta lei, relativa &amp;agrave; morat&amp;oacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;. Lei espec&amp;iacute;fica dispor&amp;aacute; sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de parcelamento dos cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios do devedor em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;4&amp;ordm;.  Nos casos de inexist&amp;ecirc;ncia de Lei espec&amp;iacute;fica que discipline o parcelamento, ser&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;veis as normas contidas neste c&amp;oacute;digo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo IV&lt;br /&gt;DA EXTIN&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I - Das Modalidades&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 49. Extinguem o credito tribut&amp;aacute;rio:&lt;br /&gt;I - o pagamento;&lt;br /&gt;II - a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;III - a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - a remiss&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;V - a prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a decad&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;VI - a convers&amp;atilde;o de dep&amp;oacute;sito em renda;&lt;br /&gt;VII - o pagamento antecipado e a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento nos termos do disposto no artigo 37, inciso III, e seu par&amp;aacute;grafo 3&amp;ordm;;&lt;br /&gt;VIII - a consigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o em pagamento, quando julgada procedente;&lt;br /&gt;IX - a decis&amp;atilde;o administrativa irreform&amp;aacute;vel, assim entendida a definitiva na &amp;oacute;rbita administrativa, que n&amp;atilde;o mais possa ser objeto de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o anulat&amp;oacute;ria;&lt;br /&gt;X - a decis&amp;atilde;o judicial passada em julgado;&lt;br /&gt;XI - a da&amp;ccedil;&amp;atilde;o em pagamento em bens im&amp;oacute;veis, na forma e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es estabelecidas em lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II - Do Pagamento&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 50. Os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios devem ser solvidos em moeda corrente do Pa&amp;iacute;s, salvo as exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas em lei especial.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O Poder Executivo estabelecer&amp;aacute;, em ato normativo, o pagamento do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio em cheques, carn&amp;ecirc;s , promiss&amp;oacute;rias, ou processo eletr&amp;ocirc;nico, por&amp;eacute;m o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio somente ser&amp;aacute; extinto com o resgate deste pelo sacado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 51. O pagamento dos tributos deve ser feito nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras devidamente autorizadas e/ou em tesouraria do departamento tribut&amp;aacute;rio, a crit&amp;eacute;rio da autoridade competente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A praxe de remessa de guias de pagamento ao contribuinte n&amp;atilde;o o desobriga de procur&amp;aacute;-las na reparti&amp;ccedil;&amp;atilde;o competente, caso n&amp;atilde;o as receba no prazo normal, desde que tenham sido feitas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na m&amp;iacute;dia em geral , dando ci&amp;ecirc;ncia ao p&amp;uacute;blico da emiss&amp;atilde;o das citadas guias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 52. O pagamento n&amp;atilde;o importa em quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, valendo somente como prova de recolhimento da import&amp;acirc;ncia referida na guia e, em conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, n&amp;atilde;o exonerando o contribuinte de qualquer diferen&amp;ccedil;a que venha a ser apurada de acordo com o disposto na lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 53. O conhecimento do pagamento de um cr&amp;eacute;dito n&amp;atilde;o importa em presun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pagamento de cr&amp;eacute;ditos anteriores, bem como de outros referentes a tributos diversos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 54. O Secret&amp;aacute;rio Municipal da Fazenda poder&amp;aacute; permitir, em car&amp;aacute;ter excepcional, o pagamento parcelado de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios j&amp;aacute; vencidos, tendo em vista a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mico-financeira do sujeito passivo, n&amp;atilde;o se excluindo em caso algum, o pagamento de juros, multas e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, quando couber.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. Somente &amp;eacute; concedido o parcelamento para d&amp;eacute;bitos vencidos h&amp;aacute; mais de 60 (sessenta) dias cabendo a iniciativa do pedido do contribuinte, mediante requerimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;. O parcelamento n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; superior a 24 (vinte e quatro) presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais e consecutivas acrescendo-se o juro de 1% ao m&amp;ecirc;s sobre o total do cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;. o atraso no pagamento de tr&amp;ecirc;s presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sucessivas, obriga a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata do restante do d&amp;eacute;bito em d&amp;iacute;vida ativa, ficando proibido outro parcelamento para o mesmo d&amp;eacute;bito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;4&amp;ordm;. o parcelamento ser&amp;aacute; requerido atrav&amp;eacute;s de requerimento, com especifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tributo pelo interessado, ap&amp;oacute;s o pagamento do valor correspondente a no m&amp;iacute;nimo, 30% (trinta por cento) do montante do d&amp;eacute;bito apurado &amp;agrave; data do requerimento, que n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser inferior ao valor da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;5&amp;ordm;. O valor da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal n&amp;atilde;o poder&amp;aacute;, sob nenhum pretexto, ser inferior a 50,00 (cinquenta reais).&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;6&amp;ordm;. N&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser concedido novo parcelamento ao contribuinte que n&amp;atilde;o liquidar o parcelamento anteriormente efetuado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;7&amp;ordm;.  As presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais resultantes do parcelamento, sofrer&amp;atilde;o atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria na forma da lei, at&amp;eacute; a data do pagamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 55. O recolhimento dos tributos, far-se-&amp;aacute; pela forma e nos prazos fixados nesta Lei, podendo ser alterada, mediante regulamento da mesma.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 56. Quando n&amp;atilde;o recolhido na &amp;eacute;poca determinada, o d&amp;eacute;bito ficar&amp;aacute; sujeito aos seguintes acr&amp;eacute;scimos:&lt;br /&gt;I - multa de mora;&lt;br /&gt;II - atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;III - Juros depois de 30 (trinta) dias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;.  Terminado o prazo para pagamento do tributo e desde que o fa&amp;ccedil;a espont&amp;acirc;neamente, fica o contribuinte sujeito a acr&amp;eacute;scimos morat&amp;oacute;rios, ap&amp;oacute;s o vencimento e nas seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;br /&gt;a - multa de 0,33%(zero vg trinta e tr&amp;ecirc;s por cento) ao dia at&amp;eacute; o limite  m&amp;aacute;ximo de 10% ao m&amp;ecirc;s, at&amp;eacute; trinta dias&lt;br /&gt;b - acima de 30 dias, 20% ( vinte por cento )&lt;br /&gt;c -   juros de 1 % (um por cento) ao m&amp;ecirc;s, depois de decorridos 30 (trinta) dias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;.  A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, fixada pelo Secret&amp;aacute;rio Municipal da Fazenda com base em &amp;iacute;ndices oficiais, ser&amp;aacute; devida a partir do m&amp;ecirc;s seguinte ao em que o recolhimento do tributo e multas fiscais deveria ter sido efetuado, e a estas acrescidas por todos os efeitos legais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;.  A multa por infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; aplicada quando for apurada a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou omiss&amp;atilde;o que importe a inobserv&amp;acirc;ncia as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es das legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;4&amp;ordm;.  A multa de mora, juros e a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria ser&amp;atilde;o cobradas independentemente do procedimento fiscal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 57.  Excetuado os casos de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa ou mandado judicial, &amp;eacute; vedado ao funcion&amp;aacute;rio receber tributos com descontos ou dispensa de obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria principal ou acess&amp;oacute;rias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;.  A inobserv&amp;acirc;ncia ao disposto neste artigo sujeita ao infrator, sem preju&amp;iacute;zo das penalidades que forem aplic&amp;aacute;veis, a indenizar o Munic&amp;iacute;pio em quantia igual a que deixou de receber;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;.  Se a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorrer de ordem superior e hier&amp;aacute;rquica, ficar&amp;aacute; este solidariamente respons&amp;aacute;vel com o infrator.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III - Do Pagamento Indevido&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 58. O sujeito passivo ter&amp;aacute; direito, independente, de pr&amp;eacute;vio protesto a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial do tributo, seja qual for a modalidade de seu pagamento, nos seguintes casos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Cobran&amp;ccedil;a  ou pagamento espont&amp;acirc;neo de tributo indevido ou maior que o devido em face da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria aplic&amp;aacute;vel, ou da natureza ou circunst&amp;acirc;ncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido;&lt;br /&gt;II - Erro na edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito passivo, na determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da al&amp;iacute;quota aplic&amp;aacute;vel, no calculo do montante do d&amp;eacute;bito ou na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou confer&amp;ecirc;ncia de qualquer documento relativo ao pagamento;&lt;br /&gt;III - reforma, anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou rescis&amp;atilde;o de decis&amp;atilde;o condenat&amp;oacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 59. A restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, total ou parcial de tributos abranger&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m, na mesma propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o os acr&amp;eacute;scimos que tiverem sido recolhidos, salvo os referentes a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de car&amp;aacute;ter formal n&amp;atilde;o prejudicadas pela causa da restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. O direito de pleitear a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o total ou parcial de tributo, extingue-se com o decurso no prazo de 05 (cinco) anos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;ordm;.  As import&amp;acirc;ncias decorrentes de erros nos procedimentos fiscais, objetos de restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser&amp;atilde;o atualizadas monetariamente com base nos mesmos &amp;iacute;ndices utilizados para d&amp;eacute;bitos fiscais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;3&amp;ordm;.  A incid&amp;ecirc;ncia de atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria observar&amp;aacute; com termo inicial, para fins de c&amp;aacute;lculos, a data de ingresso do pedido de restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Secret&amp;aacute;ria Municipal da Fazenda.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 60. As restitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es depender&amp;atilde;o do requerimento da parte interessada, dirigido a inst&amp;acirc;ncia singular, cabendo recursos para o Conselho Municipal de Contribuintes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Para os efeitos dos dispostos neste artigo ser&amp;atilde;o anexados ao requerimento os comprovantes de pagamento efetuados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 61. Atendendo a natureza e ao montante de tributo a ser restitu&amp;iacute;do, poder&amp;aacute; o Secret&amp;aacute;rio Municipal da Fazenda determinar que a restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se processe na forma de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 62. Quando a d&amp;iacute;vida estiver sendo paga em presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es parceladas, o deferimento do pedido de restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o somente desobriga o constituinte ao pagamento das parcelas restantes, a partir da data da decis&amp;atilde;o definitiva, na esfera administrativa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O IV - Da Compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 63. O Secret&amp;aacute;rio Municipal da Fazenda poder&amp;aacute; autorizar a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios concretos, l&amp;iacute;quidos e certo, do sujeito passivo contra a Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O V - Da Transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 64. &amp;Eacute; facultada a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o Munic&amp;iacute;pio e o sujeito passivo da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, de transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o t&amp;eacute;rmino do lit&amp;iacute;gio e conseq&amp;uuml;ente extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, mediante concess&amp;atilde;o m&amp;uacute;tua.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;.  Competente para realizar  a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o Chefe do Executivo, que poder&amp;aacute; delegar essa compet&amp;ecirc;ncia ao Procurador  do Munic&amp;iacute;pio quando a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o estiver na esfera judicial e ao Secret&amp;aacute;rio Municipal da Fazenda quando a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o estiver em n&amp;iacute;vel administrativo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;2&amp;deg;. As concess&amp;otilde;es de que trata o "caput" desse artigo tem o seu limite, por parte do munic&amp;iacute;pio de ate 100%(cem por cento) dos juros e/ou das multas do debito tribut&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O VI -  Da Remiss&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 65. Fica o Executivo Municipal autorizado a conceder por despacho fundamentado, a remiss&amp;atilde;o total ou parcial do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, atendendo as seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;br /&gt;I - a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica do sujeito passivo;&lt;br /&gt;II - ao erro ou ignor&amp;acirc;ncia escus&amp;aacute;vel do sujeito passivo, quanto &amp;agrave; mat&amp;eacute;ria de fato;&lt;br /&gt;III - &amp;agrave; diminuta import&amp;acirc;ncia do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio;&lt;br /&gt;IV - &amp;agrave; considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equidade, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as caracter&amp;iacute;sticas pessoais ou materiais do caso;&lt;br /&gt;V - &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es peculiares &amp;agrave; determinada regi&amp;atilde;o do territ&amp;oacute;rio da entidade tributante.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A concess&amp;atilde;o da remiss&amp;atilde;o referida neste artigo, n&amp;atilde;o gera direito adquirido e ser&amp;aacute; revogado de of&amp;iacute;cio, sempre que se apure que o benefici&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o satisfaz ou deixou de satisfazer as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou n&amp;atilde;o cumpriu ou deixou de cumprir os requisitos para a concess&amp;atilde;o, cobrando-se o cr&amp;eacute;dito acrescido de juros, multa e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O VII - Da Prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Decad&amp;ecirc;ncia&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 66. O direito da Fazenda P&amp;uacute;blica Municipal de constituir o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, extingue-se ap&amp;oacute;s 05 (cinco) anos contados:&lt;br /&gt;I - do primeiro dia do exerc&amp;iacute;cio seguinte aquele em que o lan&amp;ccedil;amento poderia ter sido efetuado;&lt;br /&gt;II - da data em que se torna definitiva a decis&amp;atilde;o que houver anulado, por v&amp;iacute;cio formal, o lan&amp;ccedil;amento anteriormente efetuado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O direito a que se refere este artigo extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciado a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio pela notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao sujeito passivo, em qualquer medida preparat&amp;oacute;ria indispens&amp;aacute;vel ao lan&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 67. A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a cobran&amp;ccedil;a do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio prescreve em 05 (cinco) anos, contados da data da sua constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o se interrompe:&lt;br /&gt;I - pela cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal feita ao devedor;&lt;br /&gt;II - pelo protesto judicial;&lt;br /&gt;III - por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor;&lt;br /&gt;IV - por qualquer ato inequ&amp;iacute;voco ainda que extrajudicial que importe em reconhecimento do d&amp;eacute;bito pelo devedor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cap&amp;iacute;tulo V&lt;br /&gt;DA EXCLUS&amp;Atilde;O DO CR&amp;Eacute;DITO TRIBUT&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I - Das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerais&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 68. Excluem o cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio:&lt;br /&gt;I  - a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;II - a anistia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A exclus&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o dispensa o cumprimento das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias, dependentes da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal, cujo cr&amp;eacute;dito seja exclu&amp;iacute;do, ou dela conseq&amp;uuml;ente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II - Da Isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 69. Ressalvadas as hip&amp;oacute;teses expressamente prescritas nesta lei, a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser solicitada, anualmente, mediante requerimento devidamente instru&amp;iacute;do com prova quanto ao atendimento dos requisitos ou condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 70. A isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o desobriga o sujeito passivo do cumprimento das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 71. A documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do primeiro pedido de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; servir para os exerc&amp;iacute;cios fiscais subseq&amp;uuml;entes, devendo o contribuinte no requerimento de renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, indicar o n&amp;uacute;mero do processo administrativo anterior, e, se for o caso, oferecer as provas relativas ao novo exerc&amp;iacute;cio fiscal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 72. A solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a sua renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o exerc&amp;iacute;cio seguinte, dever&amp;aacute; ser encaminhada ao Secret&amp;aacute;rio Municipal da Fazenda, at&amp;eacute; o &amp;uacute;ltimo dia util do m&amp;ecirc;s de junho do ano corrente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 73. A  isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; obrigatoriamente cancelada quando:	&lt;br /&gt;I - verificada a inobserv&amp;acirc;ncia dos requisitos para a sua concess&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;II - desaparecerem os motivos e circunst&amp;acirc;ncias que a motivaram.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III - Da Anistia&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 74. A anistia abrange, exclusivamente, as infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es cometidas anteriormente &amp;agrave; vig&amp;ecirc;ncia da lei que a conceda, n&amp;atilde;o se aplicando:&lt;br /&gt;I - aos atos qualificados em lei como crimes ou contraven&amp;ccedil;&amp;otilde;es e aos que, mesmo sem essa qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sejam praticados com dolo, fraude ou simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo sujeito passivo ou por terceiro em beneficio daquele.&lt;br /&gt;II - salvo disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em contr&amp;aacute;rio &amp;agrave;s infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es resultantes de conluio entre duas ou mais pessoas naturais ou jur&amp;iacute;dicas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Qualquer anistia s&amp;oacute; poder&amp;aacute; ser concedida atrav&amp;eacute;s de lei municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;SE&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O IV - Da Imunidade&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 75. S&amp;atilde;o imunes dos tributos municipais:&lt;br /&gt;I - o patrim&amp;ocirc;nio, renda ou os servi&amp;ccedil;os da Uni&amp;atilde;o, dos Estados e respectivas autarquias, cujos servi&amp;ccedil;os sejam vinculados &amp;agrave;s suas finalidades essenciais ou dela decorrentes;&lt;br /&gt;II - os templos de qualquer culto;&lt;br /&gt;III - o patrim&amp;ocirc;nio, a renda ou servi&amp;ccedil;os dos partidos pol&amp;iacute;ticos, inclusive suas funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es, das entidades sindicais dos trabalhadores, das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de assist&amp;ecirc;ncia social, sem fins lucrativos, observados os requisitos do artigo 76;&lt;br /&gt;IV - livros, jornais, peri&amp;oacute;dicos e o papel destinado a sua impress&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect;1&amp;ordm;. O disposto no inciso I deste artigo &amp;eacute; extensivo &amp;agrave;s autarquias e &amp;agrave;s fu</descricao><criado>2009-12-29 00:00:00</criado><alterado>2009-12-29 00:00:00</alterado></item></itens><ano/><busca/></data>
