<?xml version="1.0"?>
<data><categorias><item><id>2</id><nome>Decreto</nome><slug>decreto</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:01</alterado></item><item><id>1</id><nome>Lei</nome><slug>lei</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:08:09</alterado></item><item><id>10</id><nome>Portaria</nome><slug>portaria</slug><criado>2024-05-14 12:10:49</criado><alterado>2026-04-22 13:07:36</alterado></item><item><id>7</id><nome>Projeto de Decreto</nome><slug>projeto-de-decreto</slug><criado>2023-03-21 08:45:22</criado><alterado>2024-08-16 11:08:15</alterado></item><item><id>6</id><nome>Projeto de Lei</nome><slug>projeto-de-lei</slug><criado>2023-03-17 14:46:15</criado><alterado>2024-08-16 11:08:58</alterado></item><item><id>5</id><nome>Resolu&#xE7;&#xE3;o</nome><slug>resolucao</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado><alterado>2026-04-22 13:07:52</alterado></item></categorias><categoria/><paginacao><atual>192</atual><proxima>193</proxima><anterior>191</anterior><total_registros>4101</total_registros><total_paginas>274</total_paginas></paginacao><itens><item><id>1240</id><titulo>Institui o Fundo Municipal de Meio Ambiente - FMMA, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1409</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-06-30 00:00:00</aprovada><slug>institui-o-fundo-municipal-de-meio-ambiente-fmma-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.409&lt;br /&gt;De 30 de junho de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Institui o Fundo Municipal de Meio Ambiente - FMMA, e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica institu&amp;iacute;do o Fundo Municipal de Meio Ambiente - FMMA, que integrar&amp;aacute; a estrutura organizacional da Secretaria do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O Fundo Municipal de Meio Ambiente - FMMA - ter&amp;aacute; por objetivo ressarcir e prevenir danos causados ao meio ambiente, bem como a bens e direitos de valor art&amp;iacute;stico, est&amp;eacute;tico, hist&amp;oacute;rico, tur&amp;iacute;stico, paleontol&amp;oacute;gico e paisag&amp;iacute;stico, no territ&amp;oacute;rio deste munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - O referido Fundo ter&amp;aacute; ainda o objetivo de desenvolver os projetos que visem ao uso racional e sustent&amp;aacute;vel de recursos naturais, incluindo a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, melhoria ou recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade ambiental no sentido de elevar a qualidade da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Constituem receitas do Fundo Municipal de Meio Ambiente - FMMA - de que trata o artigo 1&amp;ordm; desta lei:&lt;br /&gt;I - As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias a ele especificamente destinadas;&lt;br /&gt;II - Os rendimentos decorrentes de dep&amp;oacute;sitos banc&amp;aacute;rios e aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras observadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais pertinentes;&lt;br /&gt;III - Recursos resultantes de doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es em dinheiro, valores, bens m&amp;oacute;veis e im&amp;oacute;veis, que venha a receber de pessoas f&amp;iacute;sicas e jur&amp;iacute;dicas;&lt;br /&gt;IV - As multas aplicadas originariamente &amp;agrave; pr&amp;aacute;tica de il&amp;iacute;citos ambientais conforme disp&amp;otilde;e a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pertinente;&lt;br /&gt;V - Transfer&amp;ecirc;ncias de recursos do ICMS Ecol&amp;oacute;gico;&lt;br /&gt;VI - Transfer&amp;ecirc;ncias de recursos da Uni&amp;atilde;o, do Estado ou de outras entidades p&amp;uacute;blicas e privadas;&lt;br /&gt;VII - Doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pessoas f&amp;iacute;sica ou jur&amp;iacute;dica ou de entidades nacionais e internacionais;&lt;br /&gt;VIII - Recursos oriundos de acordos, contratos, cons&amp;oacute;rcios e conv&amp;ecirc;nios celebrados entre o munic&amp;iacute;pio e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e privadas, cuja execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja de compet&amp;ecirc;ncia do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ambiental municipal;&lt;br /&gt;IX - Outras receitas que vierem destinadas ao Fundo, por lei, inclusive as previstas na Lei 9.605/98.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Os recursos do Fundo ser&amp;atilde;o depositados em conta especial, &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Gestor de que trata o artigo 6&amp;ordm;, desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Os recursos do Fundo a que se refere este artigo ser&amp;atilde;o aplicados:&lt;br /&gt;I - Na recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens a que se refere o artigo 2&amp;ordm;, desta lei;&lt;br /&gt;II - Na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventos cient&amp;iacute;ficos e educativos, ligados a &amp;aacute;rea ambiental;&lt;br /&gt;III - Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e gerenciamentos de pra&amp;ccedil;as, unidades de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e demais &amp;aacute;reas verdes ou de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental;&lt;br /&gt;IV - No aproveitamento econ&amp;ocirc;mico racional e sustent&amp;aacute;vel da fauna e flora nativas, entre outros;&lt;br /&gt;V - Aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de material permanente e de consumo necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Pol&amp;iacute;tica Municipal de Meio Ambiente;&lt;br /&gt;VI - Pagamentos de despesas relativas a contrapartidas estabelecidas em conv&amp;ecirc;nios e contratos com &amp;oacute;rg&amp;atilde;o p&amp;uacute;blicos e privados de pesquisa e de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao meio ambiente;&lt;br /&gt;VII - Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos e programas de interesse ambiental, incluindo a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terceiros;&lt;br /&gt;VIII - Pesquisas e desenvolvimento cient&amp;iacute;fico e tecnol&amp;oacute;gico;&lt;br /&gt;IX - Pesquisas e desenvolvimento cient&amp;iacute;fico e tecnol&amp;oacute;gico;&lt;br /&gt;X - Desenvolvimento de programas de capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aperfei&amp;ccedil;oamento de recursos humanos em quest&amp;otilde;es relacionadas ao meio ambiente; &lt;br /&gt;XI - Outras necessidades de &amp;acirc;mbito local, definidas pelo &amp;Oacute;rg&amp;atilde;o Gestor;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - O Fundo ser&amp;aacute; composto e gerido por um Conselho Gestor com sede neste munic&amp;iacute;pio, com a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;I - 01 (um) representante da Secretaria do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel ou outro &amp;oacute;rg&amp;atilde;o que tenha entre suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es expl&amp;iacute;citas executar a pol&amp;iacute;tica ambiental do munic&amp;iacute;pio;&lt;br /&gt;II - 01 (um) representante indicado pelo Legislativo Municipal;&lt;br /&gt;III - 01 (um) representante indicado pela Advocacia Geral do Munic&amp;iacute;pio;&lt;br /&gt;IV - 02 (dois) representantes da Sociedade Civil ou membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA).&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Cada representante de que trata este artigo ter&amp;aacute; um suplente que o substituir&amp;aacute; nos seus afastamentos e impedimentos legais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Gestor do FMMA ser&amp;aacute; exercida por um Presidente e um Vice-Presidente Executivos, eleitos pelo voto direto e aberto dos seus membros.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Somente poder&amp;atilde;o ser eleitos para os cargos acima referidos os membros do Conselho mencionados nos incisos de I a IV do artigo 6&amp;ordm;, desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Conselhos Municipais de Meio Ambiente &amp;eacute; considerada servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico relevante, vedada a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o a qualquer t&amp;iacute;tulo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - Os membros do Conselho Gestor do FMMA e seus suplentes ter&amp;atilde;o mandato de 02 anos, permitida uma recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - Ao Conselho, no exerc&amp;iacute;cio da gest&amp;atilde;o do FMMA, compete administrar e gerir financeiramente e economicamente os valores e recursos depositados no Fundo, bem como deliberar sobre a forma de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos na reconstitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens lesados e na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de danos, cabendo-lhes ainda:&lt;br /&gt;I - Zelar pela utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o priorit&amp;aacute;ria dos recursos do Fundo no pr&amp;oacute;prio local onde o dano ocorrer ou possa vir a ocorrer;&lt;br /&gt;II - Examinar e aprovar projetos relativos &amp;agrave; reconstitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens mencionados no artigo 2&amp;ordm;;&lt;br /&gt;III - Firmar conv&amp;ecirc;nios e contratos com o objetivo de elaborar, acompanhar e executar projetos pertinentes &amp;agrave;s finalidades do Fundo estabelecidas no artigo 2&amp;ordm; desta lei, diretamente ou mediante repasse de valor a &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou entidade p&amp;uacute;blica respons&amp;aacute;vel na provid&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;IV - Elaborar conv&amp;ecirc;nios com os Conselhos de outros Munic&amp;iacute;pios, Estados - Membros, e/ou com o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), com o objetivo de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e interc&amp;acirc;mbio rec&amp;iacute;procos, bem como a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos do Conselho Nacional, na hip&amp;oacute;tese de a Uni&amp;atilde;o ter interesse na preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens situados no territ&amp;oacute;rio do Munic&amp;iacute;pio;&lt;br /&gt;V - Fiscalizar a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos;&lt;br /&gt;VI - Elaborar seu Regimento Interno, no prazo de 90 (noventa) dias; &lt;br /&gt;VII - Prestar contas aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes, na forma legal;&lt;br /&gt;VIII - Outras atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhe forem consideradas pertinentes, definidas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm; - O Presidente do Conselho Gestor do FMMA &amp;eacute; obrigado a proceder &amp;agrave; publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal dos demonstrativos da receita e das despesas gravadas nos recursos do Fundo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico - O saldo credor do Fundo apurado em balan&amp;ccedil;o no t&amp;eacute;rmino de cada exerc&amp;iacute;cio financeiro ser&amp;aacute; transferido para o exerc&amp;iacute;cio seguinte, a seu cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - O Conselho Gestor do FMMA reunir-se-&amp;aacute; ordinariamente na sede da Secretaria do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, podendo reunir-se, extraordinariamente, em qualquer outro local do munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - Poder&amp;atilde;o apresentar ao Conselho Gestor do FMMA projetos relativos a reconstitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens referidos no artigo 2&amp;ordm;, al&amp;eacute;m dos integrantes do pr&amp;oacute;prio Conselho:&lt;br /&gt;I - Qualquer cidad&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;II - Entidades e Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Civis legalmente institu&amp;iacute;das.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12 - A Prefeitura Municipal de Itabaiana prestar&amp;aacute; apoio administrativo e fornecer&amp;aacute; os recursos humanos e materiais que sejam necess&amp;aacute;rios ao bom funcionamento da gest&amp;atilde;o do Fundo Municipal de Meio Ambiente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14 - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal, 30 de junho de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;JOS&amp;Eacute; LUIZ BISPO&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio do Planejamento e do&lt;br /&gt;Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-06-30 00:00:00</criado><alterado>2010-06-30 00:00:00</alterado></item><item><id>1239</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre san&#xE7;&#xF5;es administrativas a estabelecimentos banc&#xE1;rios infrator do direito do consumidor e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1410</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-07-05 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-san-es-administrativas-a-estabelecimentos-banc-rios-infrator-do-direito-do-consumidor-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.410&lt;br /&gt;De 05 de julho de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Disp&amp;otilde;e sobre san&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas a estabelecimentos banc&amp;aacute;rios infrator do direito do consumidor e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Os estabelecimentos banc&amp;aacute;rios dever&amp;atilde;o fazer atendimento ao consumidor do seu servi&amp;ccedil;o atrav&amp;eacute;s de senhas e no prazo m&amp;aacute;ximo de 15 (quinze) minutos em dias &amp;uacute;teis e em 25 (vinte e cinco) minutos na v&amp;eacute;spera ou no dia seguinte de feriados prolongados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - As senhas ser&amp;atilde;o cart&amp;otilde;es que necessariamente indicar&amp;atilde;o a hora de emiss&amp;atilde;o, bem como a observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qual hor&amp;aacute;rio m&amp;aacute;ximo de atendimento, de acordo com o demonstrado no caput deste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os estabelecimentos banc&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o cobrar&amp;atilde;o qualquer import&amp;acirc;ncia pelo fornecimento obrigat&amp;oacute;rio das senhas de atendimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Os estabelecimentos banc&amp;aacute;rios dever&amp;atilde;o divulgar no interior de suas ag&amp;ecirc;ncias, em local de boa visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a qualquer consumidor o seguinte texto: "ESTA AG&amp;Ecirc;NCIA, POR DETERMINA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE LEI MUNICIPAL, EST&amp;Aacute; OBRIGADA A ATENDER TODO E QUALQUER CONSUMIDOR NO PRAZO M&amp;Aacute;XIMO DE 15 MINUTOS. CASO ISSO N&amp;Atilde;O LHE OCORRA, &amp;Eacute; SEU DIREITO DENUNCIAR O ABUSO".&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal de Itabaiana, no &amp;acirc;mbito de sua compet&amp;ecirc;ncia, obrigado a aplicar as san&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas quando dos abusos ou infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es cometidas pelos estabelecimentos de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os banc&amp;aacute;rios ao consumidor no que se refere ao tempo de espera para atendimento ao usu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Caracteriza abuso ou infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estabelecimentos banc&amp;aacute;rios o descumprimento de qualquer conduta determinada nesta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - As san&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas s&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;I - Advert&amp;ecirc;ncia quando da primeira infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou abuso;&lt;br /&gt;II - Multa de 200 UFIR'S da segunda at&amp;eacute; a quinta reincid&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;III - Multa de 400 UFIR'S da quinta at&amp;eacute; a d&amp;eacute;cima reincid&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;IV - Multa de 1.000 UFIR'S da d&amp;eacute;cima at&amp;eacute; a d&amp;eacute;cima quinta reincid&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;V - Repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o das multas previstas nos incisos anteriores, dobradas a cada vez que houver repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma vez atingido o limite de reincid&amp;ecirc;ncia do inciso anterior.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - As ag&amp;ecirc;ncias banc&amp;aacute;rias t&amp;ecirc;m o prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Lei para adaptarem as suas disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - O Munic&amp;iacute;pio criar&amp;aacute; uma Comiss&amp;atilde;o de Defesa de Consumidor, no prazo de 30 (trinta) dias da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Lei, que ter&amp;aacute; compet&amp;ecirc;ncia para apurar den&amp;uacute;ncias de irregularidades promovidas por estabelecimentos banc&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, garantido o direito de defesa e dentro do rito legal, ser&amp;aacute; ultimada no prazo m&amp;aacute;ximo de 20 (vinte) dias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Uma vez detectado o abuso ou a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o procedimento administrativo dever&amp;aacute; ser encaminhado a Advocacia Geral do Munic&amp;iacute;pio para viabilizar a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata das san&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas nesta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio, em especial as Leis n&amp;deg; 912, de 14 de dezembro de 1999 e a 1.355, de 06 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se e Cumpra-se.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal, em 05 de julho de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-07-05 00:00:00</criado><alterado>2010-07-05 00:00:00</alterado></item><item><id>1238</id><titulo>LEI N&#xBA; 1.411, DE 07 DE JULHO DE 2010  LEI DE DIRETRIZES OR&#xC7;AMENT&#xC1;RIAS - 2011 - Disp&#xF5;e sobre as Diretrizes para a elabora&#xE7;&#xE3;o da Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria para o exerc&#xED;cio de 2011, e d&#xE1; provid&#xEA;ncias correlatas.</titulo><numero>1411</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-07-07 00:00:00</aprovada><slug>lei-n-1-411-de-07-de-julho-de-2010-lei-de-diretrizes-or-ament-rias-2011-disp-e-sobre-as-diretrizes-para-a-elabora-o-da-lei-or-ament-ria-para-o-exerc-cio-de-2011-e-d-provid-ncias-correlatas</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm; 1.411, DE 07 DE JULHO DE 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LEI DE DIRETRIZES OR&amp;Ccedil;AMENT&amp;Aacute;RIAS - 2011&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.411&lt;br /&gt;De 07 de julho de 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre as Diretrizes para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2011, e d&amp;aacute; provid&amp;ecirc;ncias correlatas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE,&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana/SE aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES PRELIMINARES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 1&amp;ordm;. Esta Lei estabelece as Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias do Munic&amp;iacute;pio de ITABAIANA/SE para o exerc&amp;iacute;cio de 2011, em cumprimento ao disposto no art. 165, &amp;sect; 2&amp;ordm;, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, e em conformidade com as normas estabelecidas na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado de Sergipe, Lei Org&amp;acirc;nica Municipal e no art. 4&amp;deg;, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000, compreendendo:&lt;br /&gt;I - as metas e prioridades da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Municipal;&lt;br /&gt;II - a estrutura, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e diretrizes para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos or&amp;ccedil;amentos e suas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;III - as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas &amp;agrave;s despesas com pessoal e encargos sociais;&lt;br /&gt;IV - as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria e pol&amp;iacute;tica de arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas;&lt;br /&gt;V - as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Regime de Gest&amp;atilde;o Fiscal Respons&amp;aacute;vel;&lt;br /&gt;VI - as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es finais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;br /&gt;DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O P&amp;Uacute;BLICA MUNICIPAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm;. As metas e prioridades para o exerc&amp;iacute;cio de 2011, ser&amp;atilde;o estabelecidas de acordo com o Plano Plurianual para 2010-2013, as quais ter&amp;atilde;o preced&amp;ecirc;ncia na aloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos na Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2011, n&amp;atilde;o se constituindo, todavia, em limite &amp;agrave; programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa, devendo observar os seguintes princ&amp;iacute;pios:&lt;br /&gt;I - prioridade de investimentos nas &amp;aacute;reas sociais;&lt;br /&gt;II - austeridade na gest&amp;atilde;o dos recursos p&amp;uacute;blicos;&lt;br /&gt;III - moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental;&lt;br /&gt;IV - desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico;&lt;br /&gt;V - princ&amp;iacute;pio do equil&amp;iacute;brio or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rio, tanto na previs&amp;atilde;o como na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm;. A partir das necessidades de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e custeio, e em conformidade com as metas e prioridades estabelecidas para o per&amp;iacute;odo, a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2011 dever&amp;aacute; atender aos seguintes crit&amp;eacute;rios:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Os servi&amp;ccedil;os e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes t&amp;ecirc;m prioridade sobre os de expans&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; As Despesas com Pessoal, Encargos Sociais e Servi&amp;ccedil;os da D&amp;iacute;vida est&amp;atilde;o numa hierarquia superior de atendimento, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o as demais despesas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; Os Investimentos em fase de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Patrim&amp;ocirc;nio P&amp;uacute;blico, os servi&amp;ccedil;os e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em andamento tem prefer&amp;ecirc;ncia sobre os novos projetos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAPITULO II&lt;br /&gt;DA ESTRUTURA, ORGANIZA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E DIRETRIZES PARA A ELABORA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E EXECU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DOS OR&amp;Ccedil;AMENTOS E SUAS ALTERA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm;. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual obedecer&amp;aacute; aos princ&amp;iacute;pios da Unidade, Equil&amp;iacute;brio, Universalidade e Anualidade, estimando a Receita e fixando a Despesa, sendo estruturada na forma definida na Lei Federal n&amp;ordm; 4.320/64 e Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm;. Somente ser&amp;atilde;o empenhadas despesas com as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito mediante lei autorizativa do Poder Legislativo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm;. Para fins da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, entende-se por:&lt;br /&gt;I - categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa compreendendo sua classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em termos de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sub-fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, programas, projetos, atividades e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais;&lt;br /&gt;II - transposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o - o deslocamento de uma categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o para outro, pelo total ou saldo;&lt;br /&gt;III - remanejamento - a mudan&amp;ccedil;a de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para outra no mesmo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - transfer&amp;ecirc;ncia - o deslocamento de recursos da reserva de conting&amp;ecirc;ncia para a categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de uma fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de governo para outra, ou de um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o para outro para atender passivos contingentes;&lt;br /&gt;V - reserva de conting&amp;ecirc;ncia - a dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o global sem destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica a &amp;oacute;rg&amp;atilde;o, unidade or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, programa, categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou grupo de despesa, que ser&amp;aacute; utilizada como fonte para atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos;&lt;br /&gt;VI - passivos contingentes - quest&amp;otilde;es pendentes de decis&amp;atilde;o judicial que podem determinar um aumento da d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica e, se julgadas procedentes ocasionar&amp;aacute; impacto sobre a pol&amp;iacute;tica fiscal, a exemplo de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es trabalhistas e tribut&amp;aacute;rias; fian&amp;ccedil;as e avais concedidos por empr&amp;eacute;stimos; garantias concedidas em opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito e outros riscos fiscais imprevistos;&lt;br /&gt;VII - altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do detalhamento da despesa - a inclus&amp;atilde;o ou refor&amp;ccedil;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es de elementos, dentro do mesmo programa e grupo de despesa;&lt;br /&gt;VIII - cr&amp;eacute;ditos adicionais - as autoriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de despesas n&amp;atilde;o computadas ou insuficientemente dotadas que modifiquem o valor original da Lei de Or&amp;ccedil;amento;&lt;br /&gt;IX - cr&amp;eacute;dito adicional suplementar - as autoriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de despesas destinadas a refor&amp;ccedil;ar programas, projetos ou atividades existentes na Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, que modifiquem o valor global dos grupos de despesa;&lt;br /&gt;X - cr&amp;eacute;dito adicional especial&amp;not; - as autoriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de despesas, mediante lei espec&amp;iacute;fica, destinadas &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos programas, projetos ou atividades n&amp;atilde;o contempladas na Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm;. O or&amp;ccedil;amento fiscal compreender&amp;aacute; a receita e a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa dos Poderes do Munic&amp;iacute;pio, seus fundos e &amp;oacute;rg&amp;atilde;os da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta e indireta.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm;. O or&amp;ccedil;amento da seguridade social abranger&amp;aacute; os recursos e as programa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ou indireta do Munic&amp;iacute;pio, inclusive seus fundos, que atuem nas &amp;aacute;reas de sa&amp;uacute;de, previd&amp;ecirc;ncia e assist&amp;ecirc;ncia social.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm;. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2011 dever&amp;aacute; consignar recursos suficientes ao atendimento das seguintes exig&amp;ecirc;ncias constitucionais:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento do ensino p&amp;uacute;blico municipal, em percentual n&amp;atilde;o inferior a 25% do total da receita resultante de impostos e transfer&amp;ecirc;ncias constitucionais, conforme previsto no art. 212, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de em montante n&amp;atilde;o inferior a quinze por cento das receitas provenientes de impostos e transfer&amp;ecirc;ncias constitucionais, conforme estabelecido pela Emenda Constitucional n&amp;ordm; 29/2000;&lt;br /&gt;III - dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas ao pagamento de precat&amp;oacute;rios judiciais e senten&amp;ccedil;as judiciais transitado em julgado, consideradas de pequeno valor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10. Para efeito da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do art. 77 do ADCT, consideram-se despesas com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos de sa&amp;uacute;de aquelas de custeio e de capital, financiadas pelo Munic&amp;iacute;pio, relacionadas a programas final&amp;iacute;sticos e de apoio que atendam aos princ&amp;iacute;pios do art. 7&amp;deg; da Lei n&amp;deg; 8.080, de 19 de setembro de 1990, e &amp;agrave;s regras estabelecidas pela Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm; 215, do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11. A proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual que o Poder Executivo encaminhar&amp;aacute; a C&amp;acirc;mara Municipal, at&amp;eacute; 30 de setembro de 2010, ser&amp;aacute; composta de:&lt;br /&gt;I - mensagem;&lt;br /&gt;II - texto do projeto de lei;&lt;br /&gt;III - quadros or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios consolidados;&lt;br /&gt;IV - demais demonstrativos, relat&amp;oacute;rios e anexos estabelecidos pela legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente, sobretudo a Lei Federal n&amp;deg; 4.320/64 e a Lei Complementar Federal n&amp;deg; 101/00, relativos aos Or&amp;ccedil;amentos Fiscal e da Seguridade Social.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12. O Or&amp;ccedil;amento discriminar&amp;aacute; a despesa por unidade or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, detalhada por categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, especificando a esfera or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, a fonte de recurso e o desdobramento da despesa por categoria econ&amp;ocirc;mica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de acordo com as codifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Portaria SOF n&amp;ordm; 42/1999 e da Portaria Interministerial STN/SOF n&amp;ordm; 163/2001, observadas as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es posteriores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13. Fica o Poder Executivo autorizado a alterar os anexos da lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria no caso de ocorrerem modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na estrutura administrativa do Munic&amp;iacute;pio, decorrente de lei sancionada ap&amp;oacute;s o encaminhamento do Projeto de Lei de Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias para 2011 &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Municipal, desde que estas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o impliquem em altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no valor total da despesa fixada na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14. Na fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das despesas ser&amp;atilde;o observados prioritariamente os gastos com:&lt;br /&gt;I - pessoal e encargos sociais;&lt;br /&gt;II - servi&amp;ccedil;os da d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica municipal;&lt;br /&gt;III - contrapartida de conv&amp;ecirc;nios e financiamentos;&lt;br /&gt;IV - projetos e obras em andamento que ultrapassem a 30% (trinta por cento) do cronograma da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15. As transfer&amp;ecirc;ncias de recursos or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, devem obedecer &amp;agrave;s disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas no art. 26 da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000, sendo:&lt;br /&gt;I - subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais - as destinadas a despesas correntes de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, prestadoras de servi&amp;ccedil;os de assist&amp;ecirc;ncia social, m&amp;eacute;dica, educacional e cultural, de natureza continuada, conforme estabelecem os arts. 16 e 17, da Lei Federal n&amp;ordm; 4.320, de 17 de mar&amp;ccedil;o de 1964;&lt;br /&gt;II - contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es - as destinadas a despesas correntes das demais institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, que n&amp;atilde;o as enquadradas no inciso I deste artigo, firmadas em parceria com a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica municipal para o desenvolvimento de programas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que contribuam diretamente para o alcance de diretrizes, objetivos e metas previstas no Plano Plurianual;&lt;br /&gt;III - aux&amp;iacute;lios - as destinadas a despesas de capital de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, compreendendo tanto as entidades referidas no inciso I, quanto &amp;agrave;s mencionadas no inciso II, deste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16. A concess&amp;atilde;o de subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais, aux&amp;iacute;lios e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, que prestem servi&amp;ccedil;os nas &amp;aacute;reas de sa&amp;uacute;de, assist&amp;ecirc;ncia social e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, depender&amp;atilde;o de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa e ser&amp;aacute; calculada, sempre que poss&amp;iacute;vel, com base em unidade de servi&amp;ccedil;os prestados ou postos &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos interessados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; As subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ser concedidas a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas de utilidade p&amp;uacute;blica, sem fins lucrativos e que tenham atendimento direto ao p&amp;uacute;blico, de forma gratuita.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A concess&amp;atilde;o de aux&amp;iacute;lios e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que trata o caput deste artigo, estar&amp;aacute; subordinada &amp;agrave;s raz&amp;otilde;es de interesse p&amp;uacute;blico e destinar-se-&amp;atilde;o, exclusivamente, &amp;agrave;s entidades sem fins lucrativos;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e valores destinados a subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais de entidades beneficiadas dever&amp;atilde;o ser discriminados tanto nos cr&amp;eacute;ditos or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios como nos adicionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; As entidades privadas beneficiadas com recursos de que trata este artigo, submeter-se-&amp;atilde;o &amp;agrave; fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder concedente, com a finalidade de verificar o cumprimento de metas e objetivos para os quais receberam os recursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 17. A Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Municipal poder&amp;aacute; destinar recursos para diretamente ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas f&amp;iacute;sicas, comprovadamente carentes, por meio de outros aux&amp;iacute;lios financeiros a pessoas f&amp;iacute;sicas ou materiais de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita, desde que observados os requisitos estabelecidos no art. 26, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/00.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Para fins do disposto neste artigo, entende-se por:&lt;br /&gt;I - aux&amp;iacute;lios financeiros a pessoas f&amp;iacute;sicas: dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas a atender despesas de concess&amp;atilde;o de auxilio financeiro diretamente a pessoas f&amp;iacute;sicas, sob diferentes modalidades, como ajuda, apoio financeiro ou complementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens; e&lt;br /&gt;II - material de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita: dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas a atender despesa com a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de materiais de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita, tais como livros did&amp;aacute;ticos, g&amp;ecirc;neros aliment&amp;iacute;cios, materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outros materiais ou bens que possam ser distribu&amp;iacute;dos gratuitamente, exceto os destinados a premia&amp;ccedil;&amp;otilde;es culturais, art&amp;iacute;sticas, cient&amp;iacute;ficas, desportivas e outras.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 18. As transfer&amp;ecirc;ncias de recursos &amp;agrave;s entidades previstas no art. 16 desta Lei dever&amp;atilde;o ser precedidas da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de plano de trabalho e da celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conv&amp;ecirc;nio, devendo ser observadas na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tais instrumentos as exig&amp;ecirc;ncias do art. 116 da Lei Federal n&amp;ordm; 8.666/1993.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 19. A discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da receita ser&amp;aacute; efetuada de acordo com o estabelecido nas Portaria da STN - Secretaria do Tesouro Nacional.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 20. A receita municipal ser&amp;aacute; constitu&amp;iacute;da da seguinte forma:&lt;br /&gt;I - dos tributos de sua compet&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;II - das transfer&amp;ecirc;ncias constitucionais;&lt;br /&gt;III - das atividades econ&amp;ocirc;micas que, por conveni&amp;ecirc;ncia, o Munic&amp;iacute;pio venha a executar;&lt;br /&gt;IV - dos conv&amp;ecirc;nios firmados com &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e entidades da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Federal, Estadual ou de outros Munic&amp;iacute;pios ou com Entidades e Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Privadas Nacionais e Internacionais, firmados mediante instrumento legal;&lt;br /&gt;V - das oriundas de servi&amp;ccedil;os executados pelo Munic&amp;iacute;pio;&lt;br /&gt;VI - da cobran&amp;ccedil;a da d&amp;iacute;vida ativa;&lt;br /&gt;VII - das oriundas de empr&amp;eacute;stimos e financiamentos devidamente autorizados e contratados;&lt;br /&gt;VIII - dos recursos para o financiamento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, definida pela legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente, em especial as Leis Federais n&amp;ordm; 9.394/96 e n&amp;ordm; 11.494/2007;&lt;br /&gt;IX - de outras rendas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 21. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria estimar&amp;aacute; a receita e fixar&amp;aacute; a despesa dentro da realidade, capacidade econ&amp;ocirc;mico-financeira e da necessidade do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 22. O Poder Legislativo, encaminhar&amp;aacute;, at&amp;eacute; o dia 31 de julho de 2010, ao Poder Executivo, a respectiva proposta de or&amp;ccedil;amento, para efeito de sua consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o na proposta de or&amp;ccedil;amento do Munic&amp;iacute;pio, atendidos os princ&amp;iacute;pios constitucionais e a Lei Org&amp;acirc;nica Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua proposta, o Poder Legislativo, al&amp;eacute;m da observ&amp;acirc;ncia do estabelecido nesta Lei, dever&amp;aacute; obedecer:&lt;br /&gt;I - ao limite de despesa estabelecido no art. 29-A da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, inserido pela Emenda Constitucional n&amp;ordm; 25/2000;&lt;br /&gt;II - aos procedimentos estabelecidos pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o encarregado da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento, no que diz respeito aos prazos e forma de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 23. A execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria e a contabilidade do Legislativo ser&amp;atilde;o processadas de forma independente, mas integrada ao Executivo para fins de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das contas do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. At&amp;eacute; o dia vinte de cada m&amp;ecirc;s dever&amp;aacute; a C&amp;acirc;mara Municipal enviar &amp;agrave; Prefeitura c&amp;oacute;pia do balancete cont&amp;aacute;bil referente ao m&amp;ecirc;s anterior, conforme previsto no art. 12, inciso II, da Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm; 202/01, do Tribunal de Contas do Estado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 24. O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel pelo setor jur&amp;iacute;dico encaminhar&amp;aacute; ao &amp;oacute;rg&amp;atilde;o encarregado da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento, at&amp;eacute; 31 de julho de 2010, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos d&amp;eacute;bitos atualizados e constantes de precat&amp;oacute;rios judici&amp;aacute;rios a serem inclu&amp;iacute;dos na proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, conforme determina o art. 100 &amp;sect; 1&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, alterado pela Emenda Constitucional n&amp;ordm; 30, discriminada por &amp;oacute;rg&amp;atilde;o da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, especificando:&lt;br /&gt;I - n&amp;uacute;mero e data de ajuizamento da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ordin&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;II - tipo do precat&amp;oacute;rio;&lt;br /&gt;III - tipo da causa julgada;&lt;br /&gt;IV - data da autua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do precat&amp;oacute;rio;&lt;br /&gt;V - nome do benefici&amp;aacute;rio;&lt;br /&gt;VI - valor a ser pago; e&lt;br /&gt;VII - data do tr&amp;acirc;nsito em julgado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 25. As propostas de modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual ser&amp;atilde;o apresentadas na forma estabelecida nesta Lei, devendo estar acompanhadas de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de motivos que as justifiquem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 26. Na aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Poder Legislativo do projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual, as emendas ser&amp;atilde;o apresentadas na forma das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais e conforme estabelecido na Lei Org&amp;acirc;nica do Munic&amp;iacute;pio, ser&amp;atilde;o acompanhadas de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de motivos que as justifiquem, e, somente poder&amp;atilde;o ser aprovadas caso:&lt;br /&gt;I - sejam compat&amp;iacute;veis com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias;&lt;br /&gt;II - indiquem os recursos necess&amp;aacute;rios, admitidos apenas os provenientes de anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesas, exclu&amp;iacute;dos os que incidam sobre;&lt;br /&gt;a) dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o para pessoal e seus encargos;&lt;br /&gt;b) servi&amp;ccedil;o da d&amp;iacute;vida;&lt;br /&gt;c) dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento do ensino e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de.&lt;br /&gt;III - sejam relacionadas com:&lt;br /&gt;a) a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erros ou omiss&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;b) os dispositivos do texto do projeto de lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; As emendas dever&amp;atilde;o indicar, como parte da justificativa:&lt;br /&gt;I - no caso de incidirem sobre despesas com investimentos, a viabilidade econ&amp;ocirc;mica e t&amp;eacute;cnica do projeto durante a vig&amp;ecirc;ncia da lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;II - no caso de incidirem sobre despesas com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;atilde;o inviabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o operacional da entidade ou &amp;oacute;rg&amp;atilde;o cuja despesa &amp;eacute; reduzida.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erros ou omiss&amp;otilde;es ser&amp;aacute; justificada circunstancialmente e n&amp;atilde;o implicar&amp;aacute; a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos para aumento de despesas previstas no projeto de lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 27. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos projetos ou atividades al&amp;eacute;m dos constantes da proposta de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual, por meio das emendas de que trata o artigo anterior, somente ser&amp;aacute; admitida mediante a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es alocadas a outros projetos ou atividades, observadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais, o estabelecido na Lei Org&amp;acirc;nica do Munic&amp;iacute;pio e nesta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 28. A elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto, a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2011 dever&amp;atilde;o ser realizadas de modo a evidenciar a transpar&amp;ecirc;ncia da Gest&amp;atilde;o Fiscal, observando o princ&amp;iacute;pio da publicidade e permitindo-se um amplo acesso da sociedade a todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas a cada etapa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 29. O chefe do Poder Executivo adotar&amp;aacute; mecanismos para assegurar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o social na indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prioridades na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2011, bem como no acompanhamento e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos contemplados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 30. O Poder Executivo poder&amp;aacute; enviar mensagem ao Poder Legislativo para propor modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es no projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, enquanto n&amp;atilde;o iniciada na comiss&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o da parte cuja altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; proposta.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 31. Far&amp;aacute; parte integrante da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, os Quadros de Detalhamento da Despesa - QDDs, relativos aos Programas de Trabalho integrantes da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, discriminado a categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa ao n&amp;iacute;vel de elemento de despesa e fonte de recursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. As fontes de recursos de que trata este artigo ser&amp;atilde;o apresentadas conforme tabela interna do sistema informatizado SISAP - Sistema de Auditoria P&amp;uacute;blica, estabelecido pela Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm; 187/99, do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 32. At&amp;eacute; 30 (trinta) dias ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, o Poder Executivo elaborar&amp;aacute; programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira, visando compatibilizar os gastos com a efetiva arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das receitas e o cronograma de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal de desembolso, conforme estabelecido no art. 8&amp;ordm; da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES RELATIVAS &amp;Agrave;S DESPESAS COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 33. Para os efeitos desta Lei, entende-se como despesa total com pessoal: o somat&amp;oacute;rio dos gastos com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou empregos, civis e de membros de Poder, com quaisquer esp&amp;eacute;cies remunerat&amp;oacute;rias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e vari&amp;aacute;veis, subs&amp;iacute;dios, proventos da aposentadoria, reformas e pens&amp;otilde;es, inclusive adicionais, gratifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es recolhidas pelo Munic&amp;iacute;pio &amp;agrave;s entidades de previd&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. A despesa total com pessoal ser&amp;aacute; apurada somando-se a realizada no m&amp;ecirc;s em refer&amp;ecirc;ncia com as dos onze meses imediatamente anteriores, adotando-se o regime de compet&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 34. Os contratos de terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;atilde;o-de-obra que se referem &amp;agrave; substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servidores e empregados p&amp;uacute;blicos ser&amp;atilde;o contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal".&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - N&amp;atilde;o se considera como substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servidores e empregados p&amp;uacute;blicos, para efeito do caput, os contratos de terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativos &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o indireta de atividade que, simultaneamente:&lt;br /&gt;I - sejam acess&amp;oacute;rias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem &amp;aacute;rea de compet&amp;ecirc;ncia legal do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou entidade;&lt;br /&gt;II - n&amp;atilde;o sejam inerentes &amp;agrave; categoria funcionais abrangidas por plano de cargos do quadro de pessoal do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou entidade, salvo expressa disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal em contr&amp;aacute;rio, ou quando se tratar de cargo ou categoria extinta, total ou parcialmente;&lt;br /&gt;III - n&amp;atilde;o caracterizem rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de emprego.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 35. As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias destinadas &amp;agrave;s despesas com pessoal e encargos sociais, em cada Poder, ser&amp;atilde;o estimadas, para o exerc&amp;iacute;cio de 2011, com base na folha de pagamento de julho de 2010, projetada para o exerc&amp;iacute;cio, considerando os eventuais acr&amp;eacute;scimos legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; A reparti&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos limites globais n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; exceder os seguintes percentuais, conforme estabelece o art. 19, inciso III da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;br /&gt;I - 6% (seis por cento) para o Poder Legislativo;&lt;br /&gt;II - 54% (cinq&amp;uuml;enta e quatro por cento) para o Poder Executivo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; Na verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do atendimento dos limites definidos neste artigo, n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o computadas as despesas:&lt;br /&gt;I - da indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por demiss&amp;atilde;o de servidores ou empregados;&lt;br /&gt;II - relativas a incentivos &amp;agrave; demiss&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;III - derivadas da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disposto no inciso II do &amp;sect; 6&amp;ordm; do art. 57 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal;&lt;br /&gt;IV - decorrentes de decis&amp;atilde;o judicial e da compet&amp;ecirc;ncia de per&amp;iacute;odo anterior ao da apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; Para fins deste artigo entende-se como receita corrente l&amp;iacute;quida o disposto no art. 2&amp;ordm;, inciso IV, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 36. Para fins de atendimento ao disposto no &amp;sect; 1&amp;ordm;, inciso II do art. 169 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, observado o inciso I do mesmo par&amp;aacute;grafo, ficam autorizadas as concess&amp;otilde;es de quaisquer vantagens, aumentos de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cargos, empregos e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de estrutura de carreiras, bem como admiss&amp;otilde;es ou contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pessoal a qualquer t&amp;iacute;tulo, inclusive a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concursos p&amp;uacute;blicos para provimento de cargos, observadas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os crit&amp;eacute;rios estabelecidos em leis espec&amp;iacute;ficas para cada situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 37. Todo e qualquer ato que provoque aumento da despesa total com pessoal somente ser&amp;aacute; editado e ter&amp;aacute; validade se:&lt;br /&gt;I - houver pr&amp;eacute;via dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria suficiente para atender &amp;agrave;s despesas com pessoal e aos acr&amp;eacute;scimos dela decorrentes, nos termos do art. 169, &amp;sect; 1&amp;ordm;, inciso I, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal;&lt;br /&gt;II - for comprovado o atendimento do limite de comprometimento da despesa com pessoal estabelecido no art. 35 desta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES SOBRE ALTERA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES NA LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA E POL&amp;Iacute;TICA DE ARRECADA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE RECEITAS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 38. Em caso de necessidade, o Poder Executivo encaminhar&amp;aacute; &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Municipal projeto de lei dispondo sobre altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria municipal e incremento da receita, incluindo:&lt;br /&gt;I - adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ajustamento da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria &amp;agrave;s altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es da correspondente legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual e Federal;&lt;br /&gt;II - revis&amp;otilde;es e simplifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria municipal;&lt;br /&gt;III - aperfei&amp;ccedil;oamento dos instrumentos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios;&lt;br /&gt;IV - gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receita pr&amp;oacute;pria pelas entidades da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o indireta;&lt;br /&gt;V - estabelecimento de crit&amp;eacute;rios de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ren&amp;uacute;ncia caso o Munic&amp;iacute;pio conceda incentivos ou benef&amp;iacute;cios de natureza tribut&amp;aacute;ria.&lt;br /&gt;VI - adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal visando estabelecer tratamento diferenciado &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas e ao Microempreendedor Individual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO V&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DO REGIME DE GEST&amp;Atilde;O FISCAL RESPONS&amp;Aacute;VEL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 39. A gest&amp;atilde;o fiscal respons&amp;aacute;vel tem por finalidade o alcance de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de estabilidade e crescimento econ&amp;ocirc;mico sustentado do Munic&amp;iacute;pio objetivando a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego, de renda e a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade de vida e bem-estar social.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 40. A gest&amp;atilde;o fiscal respons&amp;aacute;vel das finan&amp;ccedil;as do Munic&amp;iacute;pio far-se-&amp;aacute; mediante a observ&amp;acirc;ncia de normas quanto:&lt;br /&gt;I - ao endividamento p&amp;uacute;blico;&lt;br /&gt;II - ao aumento dos gastos p&amp;uacute;blicos com as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es governamentais de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuada;&lt;br /&gt;III - aos gastos com pessoal e encargos sociais;&lt;br /&gt;IV - &amp;agrave; administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e gest&amp;atilde;o financeira.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 41. S&amp;atilde;o princ&amp;iacute;pios fundamentais para o alcance da finalidade e dos objetivos previstos no art. 39 desta Lei:&lt;br /&gt;I - o equil&amp;iacute;brio entre as aspira&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sociedade por a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do governo municipal e os recursos que est&amp;atilde;o colocados &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Munic&amp;iacute;pio, na forma de pagamento de tributos, para atend&amp;ecirc;-las;&lt;br /&gt;II - a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da d&amp;iacute;vida ao limites estabelecidos por lei;&lt;br /&gt;III - a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;tica tribut&amp;aacute;ria est&amp;aacute;vel e previs&amp;iacute;vel, coerente com a realidade econ&amp;ocirc;mica e social do Munic&amp;iacute;pio e da regi&amp;atilde;o em que este se insere;&lt;br /&gt;IV - a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos gastos p&amp;uacute;blicos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 42. A fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesas nos or&amp;ccedil;amentos em cumprimento dos objetivos e metas estabelecidas no Plano Plurianual, priorizadas por esta Lei, guardar&amp;aacute; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os recursos efetivamente dispon&amp;iacute;veis, particularmente as receitas tribut&amp;aacute;rias, pr&amp;oacute;prias ou transferidas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 43. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, expans&amp;atilde;o ou aperfei&amp;ccedil;oamento de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental que acarrete aumento de despesa, observar&amp;aacute; o disposto no art. 16 da Lei Complementar Federal n.&amp;ordm; 101/ 2000, considerando-se despesa irrelevante, para fins de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido dispositivo, as despesas cujo valor n&amp;atilde;o ultrapasse a 10% (dez por cento) da despesa total fixada na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 44. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria garantir&amp;aacute; recursos para pagamento das despesas decorrentes dos d&amp;eacute;bitos financiados e refinanciados, identificados na forma do art. 29 da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/00.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; A d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica consolidada, conforme disp&amp;otilde;e o art. 1&amp;ordm;, &amp;sect; 1&amp;ordm;, III, da Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm; 40 do Senado Federal, compreende o montante total, apurado sem duplicidade, das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras, inclusive as decorrentes de emiss&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos, do Estado, do Distrito Federal ou do Munic&amp;iacute;pio, assumidas em virtude de lei, contratos, conv&amp;ecirc;nios ou tratados e da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito para amortiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em prazo superior a 12 (doze) meses, dos precat&amp;oacute;rios judiciais emitidos e n&amp;atilde;o pagos durante a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento em que houverem sido inclu&amp;iacute;dos, e das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito, que, embora de prazo inferior a 12 (doze) meses, tenham constado como receitas no or&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; A d&amp;iacute;vida consolidada l&amp;iacute;quida, compreende a d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica consolidada deduzida as disponibilidades de caixa, as aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras e os demais haveres financeiros.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 45. O Projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria poder&amp;aacute; incluir, na composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da receita total do Munic&amp;iacute;pio, recursos provenientes de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito, respeitados os limites estabelecidos no art. 167, inciso III, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, observado as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas nos arts. 32 a 37 da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. No caso da inclus&amp;atilde;o na receita de recursos provenientes de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito, a Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual dever&amp;aacute; conter demonstrativos especificando, para cada opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, as dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es por projetos e atividades financiados por estes recursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 46. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria poder&amp;aacute; autorizar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito por antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receita, desde que observado o disposto no art. 38, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VI&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES FINAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 47. Os fundos especiais do Munic&amp;iacute;pio, criados na forma do disposto no artigo 167, inciso IX, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal e disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas na Lei Federal n&amp;ordm; 4.320/64, constituir-se-&amp;atilde;o em Unidades Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, vinculados a um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Entende-se por Unidade Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria qualquer &amp;oacute;rg&amp;atilde;o, fundo especial e entidades da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Municipal, contemplado com cr&amp;eacute;dito/dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o no or&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 48. Caso a Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual n&amp;atilde;o seja aprovada e/ou sancionada at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2010, fica o Executivo Municipal autorizado a executar a proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria na forma original encaminhada ao Poder Legislativo, at&amp;eacute; a san&amp;ccedil;&amp;atilde;o da respectiva lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. A C&amp;acirc;mara Municipal n&amp;atilde;o entrar&amp;aacute; em recesso enquanto n&amp;atilde;o conclu&amp;iacute;do o processo de vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 49. Poder&amp;aacute; a Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual ser atualizada, durante a sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para adequ&amp;aacute;-la &amp;agrave; conjuntura econ&amp;ocirc;mica e financeira, com base em &amp;iacute;ndices oficiais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 50. Para fins de cumprimento do art. 62 da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000, fica o Munic&amp;iacute;pio autorizado a firmar conv&amp;ecirc;nio ou cong&amp;ecirc;neres, com a Uni&amp;atilde;o e/ou Estado, com vistas:&lt;br /&gt;I - ao funcionamento dos servi&amp;ccedil;os de seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica;&lt;br /&gt;II - a possibilitar o assessoramento t&amp;eacute;cnico aos produtores rurais do Munic&amp;iacute;pio;&lt;br /&gt;III - a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta, no Munic&amp;iacute;pio, de m&amp;aacute;quinas e equipamentos de propriedade do Estado e/ou Uni&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - a cess&amp;atilde;o de servidores para o funcionamento de cart&amp;oacute;rios eleitorais;&lt;br /&gt;V - ao desenvolvimento de programas priorit&amp;aacute;rios nas &amp;aacute;reas de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cultura, sa&amp;uacute;de, assist&amp;ecirc;ncia social, agricultura, habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outras de relevante interesse p&amp;uacute;blico, sem &amp;ocirc;nus para o Munic&amp;iacute;pio, ou com contrapartida.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 51. Se verificado, ao final de um bimestre, que a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da receita poder&amp;aacute; n&amp;atilde;o comportar o cumprimento das metas de resultado prim&amp;aacute;rio ou nominal, os Poderes, por ato pr&amp;oacute;prio e nos montantes necess&amp;aacute;rios, nos trinta dias subseq&amp;uuml;entes, limitar&amp;atilde;o a emiss&amp;atilde;o de empenho e movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira para atingir as metas fiscais previstas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; A limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o que trata o caput ser&amp;aacute; feita de forma proporcional ao montante dos recursos alocados para o atendimento das despesas em "outras despesas correntes", "investimentos" e "invers&amp;otilde;es financeiras"  de cada Poder.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; N&amp;atilde;o estar&amp;atilde;o sujeitos &amp;agrave; limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empenho as seguintes despesas:&lt;br /&gt;I - pessoal e encargos;&lt;br /&gt;II - servi&amp;ccedil;os da d&amp;iacute;vida;&lt;br /&gt;III - decorrentes de financiamentos;&lt;br /&gt;IV - decorrentes de conv&amp;ecirc;nios;&lt;br /&gt;V - as sujeitas a limites constitucionais como educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sa&amp;uacute;de e assist&amp;ecirc;ncia social.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; No caso de o Poder Legislativo n&amp;atilde;o promover a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista no prazo estabelecido no caput, o Poder Executivo fica autorizado a limitar os valores financeiros nos mesmos crit&amp;eacute;rios estabelecidos para o Poder Executivo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 52. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio para 2011 deve conter reserva de conting&amp;ecirc;ncia, em montante equivalente a, no m&amp;aacute;ximo, 1% (um por cento) da receita corrente l&amp;iacute;quida, apurada nos termos do inciso IV do art. 2&amp;ordm; da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000, destinados ao atendimento de passivos contingentes e eventos fiscais imprevistos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Na hip&amp;oacute;tese de n&amp;atilde;o utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reserva de Conting&amp;ecirc;ncia nos fins previstos no caput deste artigo, os recursos correspondentes podem ser destinados &amp;agrave; cobertura de cr&amp;eacute;ditos suplementares e especiais que necessitem ser abertos para refor&amp;ccedil;o ou inclus&amp;atilde;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 53. Integrar&amp;atilde;o a presente Lei os Anexos:&lt;br /&gt;I - Demonstrativos de Riscos Fiscais e Provid&amp;ecirc;ncias;&lt;br /&gt;II - Metas Anuais;&lt;br /&gt;III - Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cumprimento das metas fiscais do exerc&amp;iacute;cio anterior;&lt;br /&gt;IV - Metas Fiscais atuais comparadas com as fixadas nos tr&amp;ecirc;s exerc&amp;iacute;cios anteriores;&lt;br /&gt;V - Evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do patrim&amp;ocirc;nio l&amp;iacute;quido;&lt;br /&gt;VI - Origem e aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos obtidos com a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ativos;&lt;br /&gt;VII - Receitas e despesas previdenci&amp;aacute;rias do regime pr&amp;oacute;prio dos servidores;&lt;br /&gt;VIII - Proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o atuarial do regime pr&amp;oacute;prio de previd&amp;ecirc;ncia dos servidores;&lt;br /&gt;IX - Estimativa e compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da renuncia de receita;&lt;br /&gt;X - Margem de expans&amp;atilde;o das despesas obrigat&amp;oacute;rias de car&amp;aacute;ter continuado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Os valores previstos nos anexos de que trata este artigo poder&amp;atilde;o ser revistos por ocasi&amp;atilde;o da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2011, tendo em vista o comportamento das receitas e despesas municipais, e, tamb&amp;eacute;m, a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o das transfer&amp;ecirc;ncias constitucionais constantes dos projetos or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios da Uni&amp;atilde;o e do Estado de Sergipe.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 54. Fica o Poder Legislativo autorizado a proceder com a transposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro dos limites do seu pr&amp;oacute;prio or&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 55. O Poder Executivo dever&amp;aacute; incorporar no Or&amp;ccedil;amento Geral do Munic&amp;iacute;pio a proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do legislativo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 56. Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 57. Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, em 07 de julho de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ROBERTO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio da Fazenda&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-07-07 00:00:00</criado><alterado>2010-07-07 00:00:00</alterado></item><item><id>1237</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.  </titulo><numero>1412</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-09 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.412&lt;br /&gt;De 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento Frique no Bairro Jos&amp;eacute; Milton Machado, tendo o seu in&amp;iacute;cio na Rua Martiliano dos Santos, a mesma passando pela Rua Davi Nascimento Cunha, finalizando na Rua Josefa da Anuncia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Santos, passar&amp;aacute; a denominar-se de Rua Ala&amp;iacute;de de Rezende Prado, antes conhecida como Rua Eduardo Albuquerque.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-09 00:00:00</criado><alterado>2010-09-09 00:00:00</alterado></item><item><id>1236</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nome de rua do nosso Munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.    </titulo><numero>1413</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-09 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nome-de-rua-do-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.413&lt;br /&gt;De 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nome de rua do nosso Munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento do Sr. Capitulino tendo o seu in&amp;iacute;cio na Av. Constantino Alves do Amorim e finalizando nas proximidades do terreno do Sr. Nildo, passar&amp;aacute; a denominar-se de RUA JAILTON DE MELO REZENDE.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-09 00:00:00</criado><alterado>2010-09-09 00:00:00</alterado></item><item><id>1235</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nome de Avenida do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.  </titulo><numero>1414</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-09 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nome-de-avenida-do-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.414&lt;br /&gt;De 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nome de Avenida do nosso munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada A localizada no Loteamento do Sr. Capitulino tendo o seu in&amp;iacute;cio na Av. Felisbelo Machado Menezes, a mesma ainda passa pelo loteamento do Sr. Anselmo Oliveira tendo o seu final nas proximidades do terreno do Sr. Amorim, passar&amp;aacute; a denominar-se de AV. CONSTANTINO ALVES DO AMORIM.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-09 00:00:00</criado><alterado>2010-09-09 00:00:00</alterado></item><item><id>1234</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias. </titulo><numero>1415</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-09 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.415&lt;br /&gt;De 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento Frique no Bairro Jos&amp;eacute; Milton Machado, tendo seu in&amp;iacute;cio na Rua Davi Nascimento Cunha, passando pela Rua Josefa da Anuncia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Santos e finalizando nas proximidades do terreno do Sr. Rezende, passar&amp;aacute; a denominar-se de Rua Lourival Frique do Prado.&lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-09 00:00:00</criado><alterado>2010-09-09 00:00:00</alterado></item><item><id>1233</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nome de Avenida do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.   </titulo><numero>1416</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-09 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nome-de-avenida-do-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.416&lt;br /&gt;De 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nome de Avenida do nosso munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento do Sr. Capitulino tendo o seu in&amp;iacute;cio na Av. Felisbelo Machado Menezes e finalizando nas proximidades do terreno do Sr. Amorim, passar&amp;aacute; a denominar-se de AV. CAPITULINO ALVES DOS SANTOS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-09 00:00:00</criado><alterado>2010-09-09 00:00:00</alterado></item><item><id>1232</id><titulo>Concede Subven&#xE7;&#xE3;o a Liga Itabaianense Desportiva e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1417</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-16 00:00:00</aprovada><slug>concede-subven-o-a-liga-itabaianense-desportiva-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.417&lt;br /&gt;16 de setembro de 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Concede Subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Liga Itabaianense Desportiva e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal, autorizado a firmar e manter conv&amp;ecirc;nio com a Liga Itabaianense Desportiva, devidamente registrada no Cadastro Nacional de Pessoas Jur&amp;iacute;dicas sob o n&amp;ordm;. 15.120.520/0001-05, objetivando dirigir, difundir e incrementar os desportos no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;Uacute;nico: o atendimento de que trata esta lei, dever&amp;aacute; ser prestado pela entidade em sua sede.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Em contrapartida ao conv&amp;ecirc;nio de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o firmado entre as partes, o Poder Executivo Municipal conceder&amp;aacute; Subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social a Liga Itabaianense Desportiva, no valor total de R$ 48.000,00 (quarenta e oito mil reais), durante o exerc&amp;iacute;cio, em parcelas mensais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que trata o "caput" desse artigo, dever&amp;aacute; ser aplicada na cobertura de despesas provenientes do objeto de conv&amp;ecirc;nio a ser firmado, na forma desta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - A entidade beneficiada por esta Lei dever&amp;aacute; apresentar ao Poder Executivo Municipal, trimestralmente, desde a assinatura de conv&amp;ecirc;nio, planos de trabalho e de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos, sob pena de cancelamento do repasse.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - O Poder Executivo Municipal dever&amp;aacute; julgar e aprovar os planos de trabalho e de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos citados no par&amp;aacute;grafo anterior, enquanto o representante legal da entidade beneficiada dever&amp;aacute; encaminhar c&amp;oacute;pias dos mesmos, no prazo de cinco dias da entrega ao Munic&amp;iacute;pio, &amp;agrave; C&amp;acirc;mara de Vereadores e ao Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico da Comarca - Curadoria do Patrim&amp;ocirc;nio P&amp;uacute;blico, sob pena de suspens&amp;atilde;o do conv&amp;ecirc;nio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - A entidade beneficiada dever&amp;aacute; efetuar a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contas dos recursos recebidos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - O processo de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Contas dever&amp;aacute; conter:&lt;br /&gt; I - Of&amp;iacute;cio de encaminhamento da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contas endere&amp;ccedil;ado ao Secret&amp;aacute;rio Municipal da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da Gest&amp;atilde;o de Pessoas;&lt;br /&gt;II - Rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gastos efetuados dentro do prazo de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos; &lt;br /&gt;III - Notas fiscais, faturas e recibos emitidos em nome da entidade, as quais n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o conter rasuras ou emendas que prejudiquem a sua clareza ou legitimidade, devendo constar no corpo das mesmas &amp;agrave; quantidade, o pre&amp;ccedil;o unit&amp;aacute;rio, o pre&amp;ccedil;o total e a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos produtos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Caso exista saldo de recursos recebidos que n&amp;atilde;o tenha sido utilizado ou que tenha sido solicitada a sua restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, este dever&amp;aacute; ser recolhido em nome do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, em conta a ser indicada pelo mesmo, vinculada &amp;agrave; fonte origin&amp;aacute;ria dos recursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - As despesas decorrentes da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Lei correr&amp;atilde;o por conta da dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria da Secretaria da Ind&amp;uacute;stria, do Com&amp;eacute;rcio, dos Servi&amp;ccedil;os, do Esporte e do Lazer, sob a seguinte classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;15.01 - Secretaria da Ind&amp;uacute;stria, do Com&amp;eacute;rcio, dos Servi&amp;ccedil;os, do Esporte e do Lazer&lt;br /&gt;27.813.0004.2.069 - Incentivo ao Desporto e Lazer&lt;br /&gt;3330.43.00 - Subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es Sociais&lt;br /&gt;Fonte de recurso: 000 - Recursos Pr&amp;oacute;prios&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 16 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-16 00:00:00</criado><alterado>2010-09-16 00:00:00</alterado></item><item><id>1231</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre a Permiss&#xE3;o de Uso para explora&#xE7;&#xE3;o a t&#xED;tulo oneroso, e sobre as normas para o funcionamento dos quiosques instalados no &#xE2;mbito do Munic&#xED;pio de Itabaiana, Estado de Sergipe, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1418</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-16 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-a-permiss-o-de-uso-para-explora-o-a-t-tulo-oneroso-e-sobre-as-normas-para-o-funcionamento-dos-quiosques-instalados-no-mbito-do-munic-pio-de-itabaiana-estado-de-sergipe-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.418&lt;br /&gt;De 16 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre a Permiss&amp;atilde;o de Uso para explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o a t&amp;iacute;tulo oneroso, e sobre as normas para o funcionamento dos quiosques instalados no &amp;acirc;mbito do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, Estado de Sergipe, e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE, no uso de suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;br /&gt;DO OBJETO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm;. - Fica o Poder Executivo Municipal de Itabaiana, Estado do Sergipe, autorizado a fazer a Permiss&amp;atilde;o de Uso para explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o a t&amp;iacute;tulo oneroso, dos quiosques de propriedade do munic&amp;iacute;pio, para os fins a que se destinam, os quais ser&amp;atilde;o regidos pelas normas constantes na presente lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;br /&gt;DA DESTINA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm;. - Os quiosques a que se refere o art. 1&amp;ordm; desta Lei ser&amp;atilde;o catalogados pela Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, os quais ser&amp;atilde;o destinados exclusivamente para o com&amp;eacute;rcio de livros, revistas, bomboniere, caf&amp;eacute; expresso, g&amp;ecirc;neros aliment&amp;iacute;cios e sorveteria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;br /&gt;DA OUTORGA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm;. - A outorga de Permiss&amp;atilde;o de Uso dos quiosques de que trata esta lei, destinar&amp;aacute; exclusivamente para atender aos atuais ocupantes de locais irregulares em pra&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica existente no munic&amp;iacute;pio pelo interesse p&amp;uacute;blico de regularizar essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - N&amp;atilde;o tendo interesse os atuais ocupantes destes espa&amp;ccedil;os em regularizar sua situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos termos desta lei, poder&amp;aacute; ser concedida &amp;agrave; permiss&amp;atilde;o de uso para outros, atrav&amp;eacute;s de contrato de permiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Somente poder&amp;aacute; ser outorgada uma &amp;uacute;nica permiss&amp;atilde;o de uso a cada requerente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - &amp;Eacute; expressamente vedada que haja a transfer&amp;ecirc;ncia ou cess&amp;atilde;o da permiss&amp;atilde;o concedida a terceiros pelo benefici&amp;aacute;rio, sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via do munic&amp;iacute;pio atrav&amp;eacute;s de Decreto Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV&lt;br /&gt;DA COMPET&amp;Ecirc;NCIA DA COORDENA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E FISCALIZA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm;. - Compete &amp;agrave; Secretaria Municipal do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, dentro das normas pertinentes estabelecidas atrav&amp;eacute;s de Regulamento, a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acompanhamento, fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da outorga nos termos desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO V&lt;br /&gt;DA RESPONSABILIDADE DO PERMISSION&amp;Aacute;RIO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm;. - Os Permission&amp;aacute;rios se responsabilizar&amp;atilde;o pela conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, limpeza e higiene de seu quiosque e do entorno do mesmo, obedecendo &amp;agrave;s normas vigentes correspondente ao ramo explorado e, conforme as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta lei e do regulamento espec&amp;iacute;fico, devendo ser responsabilizado por qualquer dano que causar por sua culpa ou dolo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. - Os quiosques e toda a &amp;aacute;rea situada no seu entorno, ser&amp;atilde;o mantidos sempre limpos e em perfeitas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de higiene e limpeza, responsabilizando-se o permitente por quaisquer danos que causar ao logradouro p&amp;uacute;blico, ao mobili&amp;aacute;rio urbano e toda vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o existente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. - O titular da Permiss&amp;atilde;o de Uso do Quiosque e seus funcion&amp;aacute;rios dever&amp;atilde;o apresentar-se decentemente trajados, obrigando-se a atender ao p&amp;uacute;blico com urbanidade, sob pena de suspens&amp;atilde;o de suas atividades, por at&amp;eacute; 30 (trinta) dias, de acordo com a gravidade da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - &amp;Eacute; expressamente vedado ao permission&amp;aacute;rio manter em seu estabelecimento funcion&amp;aacute;rios em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o irregular perante a Lei Trabalhista, Previd&amp;ecirc;ncia e Tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VI&lt;br /&gt;DAS PROIBI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm;. - &amp;Eacute; proibido ao permission&amp;aacute;rio:&lt;br /&gt;I - fazer uso da &amp;aacute;rea situada no seu entorno fora do limite estabelecido no regulamento espec&amp;iacute;fico;&lt;br /&gt;II - colocar qualquer tipo de publicidade pol&amp;iacute;tico-partid&amp;aacute;ria no quiosque;&lt;br /&gt;III - a pintura do bem permissionado com propaganda publicit&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;IV - n&amp;atilde;o manter o quiosque em perfeito estado de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e higiene e limpeza dentro dos padr&amp;otilde;es da Vigil&amp;acirc;ncia Sanit&amp;aacute;ria;&lt;br /&gt;V - Colocar mesas fora do espa&amp;ccedil;o estabelecido de sua abrang&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;VI - A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda que moment&amp;acirc;nea, das &amp;aacute;reas destinadas ao cal&amp;ccedil;ad&amp;atilde;o, est&amp;aacute;tuas, monumentos, &amp;aacute;rvores, postes e demais mobili&amp;aacute;rios urbanos;&lt;br /&gt;VII - Provocar qualquer tipo de dano ao logradouro p&amp;uacute;blico;&lt;br /&gt;VIII - alterar, sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o o modelo do quiosque, inclusive aumento do espa&amp;ccedil;o interno;&lt;br /&gt;IX - manter e utilizar equipamentos proibidos pela legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente pertinente ao uso e ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do quiosque;&lt;br /&gt;X - perturbar o sossego p&amp;uacute;blico com ru&amp;iacute;dos ou sons excessivos, conforme Lei Municipal n&amp;deg; 983, de 11 de dezembro de 2001, alterada pela Lei n&amp;deg; 1.172, de 11 de agosto de 2005;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VII&lt;br /&gt;DAS INFRA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - A inobserv&amp;acirc;ncia desta lei referente &amp;agrave; outorga de Permiss&amp;atilde;o de Uso pertinente ao ramo a que cada Permitente desenvolve, sujeitam o infrator &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidades de advert&amp;ecirc;ncia, multa e cassa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Permiss&amp;atilde;o, conforme detalhamento a ser consignado no respectivo Decreto Regulamentar.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Havendo 03 (tr&amp;ecirc;s) autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es por infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da mesma natureza, por culpa do Permission&amp;aacute;rio, sem que haja iniciativa de tomada de provid&amp;ecirc;ncias para san&amp;aacute;-las, e, sem pagamento das multas estabelecidas no regulamento espec&amp;iacute;fico, ser&amp;aacute; cassada a Permiss&amp;atilde;o de Uso pela Secretaria Municipal do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - N&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o consideradas infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es quaisquer danos sofridos pelos quiosques por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terceiros, devidamente comprovados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VIII&lt;br /&gt;DAS PENALIDADES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm;. - O n&amp;atilde;o cumprimento das normas estabelecidas nesta lei sujeitar&amp;aacute; o infrator &amp;agrave;s seguintes penalidades:&lt;br /&gt;I - advert&amp;ecirc;ncia por escrito;&lt;br /&gt;II - multa a ser definida na regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presente Lei;&lt;br /&gt;III - suspens&amp;atilde;o das atividades no local por 60 (sessenta) dias;&lt;br /&gt;IV - cancelamento da autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Permiss&amp;atilde;o de Uso, no caso de ocorrer 03 (tr&amp;ecirc;s) infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas consecutivas, autuadas atrav&amp;eacute;s da Secretaria do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o competente para os procedimentos de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e emiss&amp;atilde;o dos atos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IX&lt;br /&gt;DAS MULTAS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm;. - As multas a serem cobradas nas hip&amp;oacute;teses de desobedi&amp;ecirc;ncia a essa lei e estabelecidas no regulamento espec&amp;iacute;fico ser&amp;atilde;o em UFM (Unidade Fiscal do Munic&amp;iacute;pio) e variar&amp;atilde;o conforme as hip&amp;oacute;teses de desobedi&amp;ecirc;ncia e do grau da infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o cometida, ficando seu valor a cargo do Poder Executivo Municipal limitada a 500 (quinhentas) vezes a UFM.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO X&lt;br /&gt;DO PRE&amp;Ccedil;O M&amp;Iacute;NIMO MENSAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - O valor mensal a ser pago pela permiss&amp;atilde;o de uso dos quiosques ser&amp;aacute; de 100 (cem) UFM - Unidade Fiscal do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - O pagamento do primeiro aluguel, ser&amp;aacute; feito no ato da assinatura do Termo de Permiss&amp;atilde;o de Uso e sempre na mesma data dos meses subseq&amp;uuml;entes, atrav&amp;eacute;s do Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal - DAM.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O contrato de Permiss&amp;atilde;o de Uso ser&amp;aacute; de 10 (dez) anos, podendo ser prorrogado pela Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - O pagamento de taxas, referente a Alvar&amp;aacute; de funcionamento e outras, correspondentes &amp;agrave; ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do quiosque, dever&amp;aacute; ser efetuado mediante Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal - DAM, at&amp;eacute; o 5&amp;ordm; (quinto) dia do m&amp;ecirc;s subseq&amp;uuml;ente &amp;agrave; ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO XI&lt;br /&gt;DO ATRASO NOS PAGAMENTOS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - Ocorrendo o atraso de 03 (tr&amp;ecirc;s) meses no pagamento do aluguel previsto no artigo anterior, consecutivos ou n&amp;atilde;o, implicar&amp;aacute; na rescis&amp;atilde;o da Permiss&amp;atilde;o de Uso, devendo a posse do quiosque ser imediatamente restitu&amp;iacute;da ao munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO XII&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES FINAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 12 - Fica o Poder Executivo Municipal, atrav&amp;eacute;s da Secretaria do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, obrigado, no prazo de 60 (sessenta) dias ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta lei, a elaborar o mapeamento dos quiosques e consequente contrato com os atuais ocupantes.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - no presente mapeamento dever&amp;aacute; conter a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bem, com a sua localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, finalidade e ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 13 - Decreto Municipal regulamentar&amp;aacute; as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15 - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal, 16 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;JOS&amp;Eacute; LUIZ BISPO&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio do Planejamento e do&lt;br /&gt;Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-16 00:00:00</criado><alterado>2010-09-16 00:00:00</alterado></item><item><id>1230</id><titulo>Altera a Lei n&#xB0; 1.276, de 27 de dezembro de 2007 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1419</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-16 00:00:00</aprovada><slug>altera-a-lei-n-1-276-de-27-de-dezembro-de-2007-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.419&lt;br /&gt;De 16 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Altera a Lei n&amp;deg; 1.276, de 27 de dezembro de 2007 e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Vereadores aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;deg; - O art. 5&amp;ordm; da Lei n&amp;ordm; 1.276, de 27 de dezembro de 2007, passa a vigorar com a seguinte reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - O Conselho Gestor &amp;eacute; &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de car&amp;aacute;ter deliberativo composto por 12 (doze) membros observando o seguinte crit&amp;eacute;rio representativo com fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conselheiro:&lt;br /&gt;I - O Secret&amp;aacute;rio Municipal do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, que ser&amp;aacute; membro nato;&lt;br /&gt;II - Um representante da Secretaria da Fazenda, indicado pelo titular da pasta;&lt;br /&gt;III - Um representante da Secretaria das Obras e dos Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos, indicado pelo titular da pasta;&lt;br /&gt;IV - Um representante da Secretaria da Sa&amp;uacute;de, indicado pelo titular da pasta;&lt;br /&gt;V - Um representante da Secretaria do Desenvolvimento Social, indicado pelo titular da pasta;&lt;br /&gt;VI - Um representante da Universidade Federal de Sergipe;&lt;br /&gt;VII - Um representante da Universidade Tiradentes;&lt;br /&gt;VIII - Um representante do Conselho Municipal do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel;&lt;br /&gt;IX - Um representante da Igreja Cat&amp;oacute;lica;&lt;br /&gt;X - Um representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana;&lt;br /&gt;XI - Um representante da Loja Ma&amp;ccedil;&amp;ocirc;nica;&lt;br /&gt;XII - Um representante do Rotary Clube.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Cada Conselheiro Titular ter&amp;aacute; um suplente, exceto o Secret&amp;aacute;rio do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel, devendo seguir os mesmos tr&amp;acirc;mites do caput e das al&amp;iacute;neas deste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - Na aus&amp;ecirc;ncia de um Conselheiro Titular o Conselheiro Suplente o substituir&amp;aacute; nas sess&amp;otilde;es do colegiado com direito a voz e voto.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; - Os Conselheiros Suplentes poder&amp;atilde;o participar das sess&amp;otilde;es mesmo com a presen&amp;ccedil;a do Conselheiro Titular, por&amp;eacute;m, s&amp;oacute; ter&amp;aacute; direito a voz se o presente do Colegiado permitir.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - O mandato do Conselheiro ser&amp;aacute; de 02 (dois) anos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 5&amp;ordm; - Ser&amp;aacute; permitida a recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por per&amp;iacute;odo de igual dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde que respeitados os dispositivos desta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 6&amp;ordm; - O Conselheiro que, a qualquer tempo, renunciar ao seu mandato, n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser reconduzido ou nomeado para o per&amp;iacute;odo seguinte.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 7&amp;ordm; - O Conselheiro que n&amp;atilde;o mais representar a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qual foi designado ser&amp;aacute; desvinculado do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Acrescenta-se o artigo 5&amp;ordm;-A a Lei Municipal n&amp;deg; 1.276, de 27 de dezembro de 2007, o qual ter&amp;aacute; a seguinte reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm;-A - As fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Conselheiro ser&amp;atilde;o consideradas de relevante interesse p&amp;uacute;blico e os servidores p&amp;uacute;blicos ter&amp;atilde;o abonadas as suas faltas ao servi&amp;ccedil;o durante o per&amp;iacute;odo das reuni&amp;otilde;es do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Fica acrescentado o artigo 5&amp;ordm;-B a Lei Municipal n&amp;deg; 1.276, de 27 de dezembro de 2007, o qual ter&amp;aacute; a seguinte reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm;-B - O Conselho ter&amp;aacute; um Presidente, um Vice-Presidente e um Secret&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - A presid&amp;ecirc;ncia do Conselho Gestor do FLHIS ser&amp;aacute; exercida pelo Secret&amp;aacute;rio Municipal do Planejamento e do Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O Vice-Presidente e o Secret&amp;aacute;rio ser&amp;atilde;o escolhidos entre os seus membros por maioria absoluta em escrut&amp;iacute;nio secreto com mandato de 02 (dois) anos sendo permitido a reelei&amp;ccedil;&amp;atilde;o por igual per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; O Presidente do Conselho al&amp;eacute;m do seu voto ter&amp;aacute; voto qualificado nas sess&amp;otilde;es do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; - Na aus&amp;ecirc;ncia das sess&amp;otilde;es o Vice-Presidente assumir&amp;aacute; a presid&amp;ecirc;ncia, cabendo ao mesmo as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es prescritas nesta Lei e no Regimento Interno do colegiado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 4&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cumpra-se, registre-se e publique-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal, Itabaiana/SE, em 16 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;JOS&amp;Eacute; LUIZ BISPO&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio do Planejamento e do &lt;br /&gt;Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-16 00:00:00</criado><alterado>2010-09-16 00:00:00</alterado></item><item><id>1229</id><titulo>Autoriza a abertura de cr&#xE9;dito especial para os fins que especifica e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1420</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-11-08 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-a-abertura-de-cr-dito-especial-para-os-fins-que-especifica-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.420&lt;br /&gt;De 08 de novembro de 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza a abertura de cr&amp;eacute;dito especial para os fins que especifica e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica autorizada a abertura de Cr&amp;eacute;dito Especial ao or&amp;ccedil;amento vigente, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), para complementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel destinado &amp;agrave; instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Tutelar.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Os recursos necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cr&amp;eacute;dito Especial ter&amp;atilde;o como fonte, os recursos provenientes da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Or&amp;ccedil;amento Municipal, qual seja:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;bull;	&amp;Oacute;rg&amp;atilde;o: 07.01 - Secretaria das Obras e dos Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Funcional: 15.122.0003.2023 - Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Secretaria das Obras e dos Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos;&lt;br /&gt;&amp;bull;	C&amp;oacute;digo: 3390.14.00 - Di&amp;aacute;rias - Civil;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Fonte de Recurso: 000 - Recursos pr&amp;oacute;prios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 4&amp;deg; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se, Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 08 de novembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-11-08 00:00:00</criado><alterado>2010-11-08 00:00:00</alterado></item><item><id>1228</id><titulo>Autoriza a abertura de cr&#xE9;dito especial para os fins que especifica e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1420</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-11-08 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-a-abertura-de-cr-dito-especial-para-os-fins-que-especifica-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.420&lt;br /&gt;De 08 de novembro de 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza a abertura de cr&amp;eacute;dito especial para os fins que especifica e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica autorizada a abertura de Cr&amp;eacute;dito Especial ao or&amp;ccedil;amento vigente, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), para complementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel destinado &amp;agrave; instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Tutelar.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Os recursos necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Cr&amp;eacute;dito Especial ter&amp;atilde;o como fonte, os recursos provenientes da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Or&amp;ccedil;amento Municipal, qual seja:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;bull;	&amp;Oacute;rg&amp;atilde;o: 07.01 - Secretaria das Obras e dos Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Funcional: 15.122.0003.2023 - Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Secretaria das Obras e dos Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos;&lt;br /&gt;&amp;bull;	C&amp;oacute;digo: 3390.14.00 - Di&amp;aacute;rias - Civil;&lt;br /&gt;&amp;bull;	Fonte de Recurso: 000 - Recursos pr&amp;oacute;prios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Art. 4&amp;deg; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se, Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 08 de novembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-11-08 00:00:00</criado><alterado>2010-11-08 00:00:00</alterado></item><item><id>1227</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nome de Rua do nosso Munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.  </titulo><numero>1421</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-11-08 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nome-de-rua-do-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.421&lt;br /&gt;De 08 de novembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nome de Rua do nosso Munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A Rua projetada localizada no loteamento S&amp;atilde;o Manoel, entre a quadra D e C, tendo seu in&amp;iacute;cio na Rua Prof&amp;ordf; Maria Thetis Nunes e finalizando na Rua Gentil Fonseca Lobo, a mesma &amp;eacute; paralela a Rua Vereador Manoel Clemente da Rocha, passar&amp;aacute; a denominar-se de Rua JOSIAS COSTA.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 08 de novembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-11-08 00:00:00</criado><alterado>2010-11-08 00:00:00</alterado></item><item><id>1226</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nome de Rua do nosso Munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.  </titulo><numero>1422</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-11-08 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nome-de-rua-do-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.422&lt;br /&gt;De 08 de novembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nome de Rua do nosso Munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A Rua projetada localizada no loteamento S&amp;atilde;o Manoel, entre as Ruas Josias da Costa e John Leno Cunha Mota, entre as quadras C e B, tendo o seu in&amp;iacute;cio na Rua Prof&amp;ordf; Maria Thetis Nunes e finalizando na Rua Gentil Fonseca Lobo, passar&amp;aacute; a denominar-se de Rua VEREADOR MANOEL CLEMENTE DA ROCHA.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 08 de novembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Advogado Geral do Munic&amp;iacute;pio&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-11-08 00:00:00</criado><alterado>2010-11-08 00:00:00</alterado></item></itens><ano/><busca/></data>
